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Bahia

Mais 12 agências dos Correios serão fechadas na Bahia até julho

Mais 12 agências dos Correios na Bahia serão fechadas até o dia 5 de julho deste ano. Ao todo serão 161 unidades no país que encerrarão as atividades. A empresa estatal informou, em nota, que os serviços ofertados nas agências afetadas migrarão para unidades próximas. A medida, segundo informa os Correios, dá sequência ao processo de readequação da rede de atendimento iniciado em 2018.

“O atendimento será absorvido por outras agências próximas, sem prejuízo da continuidade e da oferta de serviços e produtos. As unidades que serão desativadas ocupam imóveis alugados e estão sombreadas por outras”, diz a nota. Os empregados dessas agências serão transferidos para outras agências ou poderão optar pelo reenquadramento de atividade, informou a empresa.

Atualmente, os Correios possuem cerca de 11 mil pontos de atendimento em todo o país e é a única empresa pública presente em mais de 5.500 municípios brasileiros. “A iniciativa tem, dentre outros objetivos, assegurar maior produtividade e garantir unidades rentáveis, sem comprometer, no entanto, a universalização dos serviços postais”.

Em outubro do ano passado, quatro agências dos Correios foram fechadas na Bahia. Três delas funcionavam em Salvador: Baixa dos Sapateiros, aeroporto e Pituba. A quarta atingida ficava em Ilhéus, a agência do Malhado. Na ocasião, foram 41 agências fechadas em 15 estados. Na época, a estatal também alegou que as unidades desativadas funcionavam em imóveis alugados, localizadas muito próximas a outras agências (menos de dois quilômetros) e não geravam lucros. 

Confira as unidades que serão fechadas na Bahia:

Agência Capuchinhos – Feira de Santana
Agência Itabuna – Itabuna
Agência Santa Cruz do Oeste – Luís Eduardo Magalhães
Agência Campo Grande – Salvador
Agência Estrada da Liberdade – Salvador
Agência Fórum Ruy Barbosa – Salvador
Agência Mercado Modelo – Salvador
Agência Terminal Rodoviário – Salvador
Agência Universidade Federal da Bahia – Salvador
Agência Pituba – Salvador
Agência Tribunal Regional do Trabalho – Salvador
Agência Bairro Departamento – Vitória da Conquista

Fonte: Correio24horas

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Bahia

Carga de cigarros contrabandeados é apreendida na Bahia

Centenas de caixas de cigarros que estavam em um caminhão-baú de origem clandestina foram apreendidas nesta quinta-feira, 19, em Ribeira do Pombal (a 286 km de Salvador). A ação, realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), ocorreu trecho no km-170 da BR-110.

Ao todo, cerca de 200 mil maços de cigarros paraguaios avaliados em mais de um milhão de reais foram encontrados camuflados por uma carga de biscoitos.

Segundo informações da PRF, o condutor do veículo, um homem de 54 anos, foi preso em flagrante e encaminhado à Polícia Judiciária local.

O órgão já apreendeu cerca de 3,4 milhões de maços de cigarro na Bahia, em 2019, totalizando valores avaliados em mais de 15 milhões de reais. (ATarde)

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Bahia

Salvador: Lancha pega fogo na Baía de Todos-os-Santos

Uma lancha pega fogo no mar da Baía de Todos-os-Santos, próximo ao forte de São Marcelo em Salvador, na manhã de hoje (20). De acordo com a assessoria do Comando do 2º Distrito Naval, a Capitania dos Portos foi acionada e ainda apura informações.

Ainda não há detalhes sobre feridos e a causa do fogo. (Metro1)

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Bahia

Incêndio de grande proporção atinge fábrica em Simões Filho

Uma fábrica foi atingida por um incêndio, no início da manhã desta sexta-feira, no município de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador. Segundo informações do Centro Integrado de Comunicação da SSP-BA, as chamas se iniciaram, desde as 5h, no estabelecimento que fica no Cia Sul, em frente a unidade do Corpo de Bombeiros.

Ainda de acordo com o Cicom, o incêndio é de grande proporção, mas não há informações sobre vítimas. Até o momento, não são conhecidas, também, as circunstância que provocaram o início do fogo. (AratuOn)

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Bahia

Governo confirma Ponte Salvador-Itaparica 20 metros mais baixa

Ficou menor
O edital para a construção da Ponte Salvador-Itaparica, lançado na última quarta-feira, confirmou a diminuição na altura da obra para 85 metros. Em papo exclusivo com o Farol Econômico, o secretário de Infraestrutura do Estado, Marcos Cavalcanti, explicou que a definição se deu por uma questão de economia. “O custo da obra cai em R$ 1 bilhão”, diz. Mas ele lembra que a modificação foi de um parâmetro mínimo, o que significa que o eventual investidor pode entender que é melhor fazer a ponte com mais de 85 metros. “Nós definimos que não aceitamos com menos que isso, com mais, se houver viabilidade, pode ser feito”. O temor é que a altura menor prejudique o acesso de alguns tipos de embarcações, principalmente plataformas para a exploração de petróleo, a estaleiros na Baía de Todos os Santos. Cavalcanti acha o temor é injustificado.  “Nenhum navio ultrapassa essa altura. E plataforma de petróleo, o problema seria para fazer manutenção. Temos que saber se o nosso negócio é fazer manutenção”, diz. Ainda assim, ele diz que o flare, a torre que é usada para queimar gás, poderia ser desmontado para a passagem dos equipamentos. “É preciso entender que subir a altura da ponte é muito mais caro que desmontar e montar uma estrutura de uma plataforma”, defende. 

Como será?
Marcos Cavalcanti diz que o projeto vai sair da Via Expressa, atravessa a ilha numa via paralela à BA-001, duplicada até a Ponte do Funil. Está prevista uma PPP de 35 anos, sendo que a empresa tem um ano para fazer o projeto, conseguir as licenças necessárias e fazer as contratações financeiras. Além disso, serão mais quatro anos de obra e 30 anos de operação. O estado fara um ressarcimento de R$ 1,5 bilhão em fundo que será constituído para dar liquidez à obra. “Não é um fundo garantidor é um fundo financeiro para dar uma segurança econômico-financeira para o projeto”. Para Cavalcanti, isso dá mais segurança para o banco que vai financiar a construção. O financiamento estrangeiro será uma das possibilidades, mas com limitação a um valor máximo de US$ 350 milhões.  O secretário não quis falar sobre o volume de investimento total no projeto, porque espera que haja uma competição entre os interessados na obra. “Vai vencer aquele que exigir a menor contraprestação do estado”, diz. Mas fala-se informalmente em um volume total de investimentos pouco acima dos R$ 5 bilhões. 

Leilão 
A entrega das propostas está prevista para o dia 21 de novembro a entrega das propostas na B3, a bolsa de valores de São Paulo, e o leilão será realizado no dia 25. A partir da próxima segunda-feira serão disponibilizados os elementos complementares para os interessados no projeto. 

O ferro do Paramirim
A licitação da CBPM para selecionar uma empresa para produzir minério de ferro na região do Vale do Paramirim está mexendo com a turma da mineração. O edital foi lançado no início de setembro e o prazo para recebimento de propostas se encerra em 8 de novembro. A previsão é de um investimento mínimo de R$ 2 milhões para a realização de pesquisas complementares na área nos próximos dois anos. Os trabalhos da CBPM demonstraram a presença de ferro com teores acima de 40%. A área está coladinha com o projeto do geólogo baiano João Carlos Cavalcanti na região e o que se diz é que ele é um dos interessados no negócio. Mas não é o único. Vai ter disputa pela área. 

Save Energia
A Ambev está oferecendo uma plataforma online e gratuita para ajudar outras empresas a reduzirem o consumo de energia elétrica em suas operações. O programa compartilha boas práticas acumuladas pela cervejaria que, nos últimos oito anos, diminuiu seu índice de consumo de energia em 13%.  O passo a passo é simples: a empresa se cadastra, responde algumas perguntase recebe um diagnóstico do seu consumo de energia. Em seguida, a ferramenta gera um plano de ação personalizado para a realidade da companhia, com tarefas e orientações claras para economizar. A partir disso, a empresa pode monitorar periodicamente os resultados e estabelecer metas de redução.

Lendico
Em um ano, entre os meses de julho de 2018 e de 2019, a Lendico, fintech de crédito pessoal, registrou um aumento de 74% no volume de recursos emprestados aqui na Bahia. Segundo a empresa, 35% dos empréstimos tiveram como justificativa o pagamento de dívidas. 

Terceiro
A Feira da Casa Própria, de hoje a domingo no Shopping da Bahia, é o terceiro evento do tipo este ano, patrocinado pela Caixa. São mais de 4,5 mil imóveis à venda, de 15 incorporadoras. É um bom sinal em um setor que é tão importante para a economia baiana.  Correio24horas.

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Bahia

Maracás: da Cidade das Flores à terra do vanádio

O vanádio virou nome até de auto-escola na Cidade das Flores. Cinco anos após o início da operação  da Vanádio de Maracás, a produção do minério está redesenhando a estrutura econômica e social da cidade a 370 quilômetros de Salvador. Após o início da operação na mina, o município se tornou o 8º maior gerador de royalties minerais (Cfem) na Bahia, de acordo com dados da Agência Nacional de Mineração (ANM). No ano passado foram pouco mais de R$ 2 milhões. Há cinco anos, foram apenas R$ 56 mil. E antes disso, se quer aparecia na lista.  

Entretanto a importância da atividade econômica em Maracás vai além da arrecadação do Cfem.  Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de empresas ativas na cidade baiana passou de 373 em 2014 para 484 em 2017. A quantidade de pessoas ocupadas passou de 2,2 mil para 3,3 mil no mesmo período. O volume de recursos em circulação na cidade, propiciado pela massa salarial e outras remunerações, praticamente dobrou, passando de R$ 31,4 milhões para R$ 67,1 milhões. 

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Equipamentos agregam valor à produção (Foto: Alan Christian/Divulgação)Bacia de rejeitos tem proteção para evitar infiltração no solo (Foto: Alan Christian/Divulgação)Forno de calcinação (Foto: Alan Christian/Divulgação)Forno atinge 1,1 mil graus celsius (Foto: Alan Christian/Divulgação)Área de britagem da mina (Foto: Alan Christian/Divulgação)Equipamentos agregam valor à produção (Foto: Alan Christian/Divulgação)Equipamentos agregam valor à produção (Foto: Alan Christian/Divulgação)Bacia de rejeitos tem proteção para evitar infiltração no solo (Foto: Alan Christian/Divulgação)

A pesquisa que mostra a evolução do Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios registra que no intervalo entre 2014 e 2016 a economia maracaense experimentou uma expansão de 60%, passando a registrar um PIB de R$ aproximadamente 309 milhões. O PIB da indústria, que engloba a mineração, triplicou, passando de R$ 27 milhões para pouco mais de R$ 91,5 milhões. 

Oportunidade de crescer
Foi o vanádio quem definiu o rumo da vida da assistente de departamento pessoal Lindaines, 22 anos. Há dois anos ela entrava na Largo Resources como estagiária. Não fosse a mina, teria tomado o caminho de muita gente na faixa etária dela. “Os jovens de Maracás tinham o costume de concluir o segundo grau e ir tentar a vida em São Paulo ou em Salvador”, conta. 

Formada em Recursos Humanos e com uma segunda graduação em curso, em Contabilidade, Lindaines comemora a possibilidade de trabalhar em sua área de formação. O curso atual é bancado em parte pela Vanádio de Maracás. “Sinto que estou me desenvolvendo aqui. Eu tinha emprego antes. Já trabalhei em um supermercado e numa loja de produtos agropecuários, mas agora posso atuar em minha área de formação”, diz. 

Ela conta que não foram apenas os funcionários da mineradora os beneficiados pela produção do vanádio. O mineral – que tem o seu uso ligado à produção de um aço mais resistente e mais leve, na indústria aeroespacial e na produção de baterias de alta capacidade – está transformando sonhos em realidade. 

Novas empresas chegaram para prestar serviços à mineradora, o comércio se expandiu, com novos mercados, farmácias e restaurantes, instituições de ensino chegaram, bem como estabelecimentos de hospedagem.  O movimento aparece nos números do IBGE. 

O setor de comércio e serviços da cidade cresceu na mesma proporção que o PIB municipal, passando de R$ 66 milhões para R$ 102 milhões, entre 2014 e 2016. 

Com a possibilidade de crescimento pessoal, Lindaines sabe que agora o céu é o limite. Mas ela tem muita clareza em relação ao horizonte que quer vislumbrar todos os dias. “Nunca quis sair daqui e agora com a mineração tenho a possibilidade de construir minha vida em Maracás”, afirma. E pra fechar com chave de ouro, o vanádio ainda fez o papel de casamenteiro para ela. “Conheci meu marido na Vanádio. Ele veio de Serrinha trabalhar aqui. E a nossa história não é a única deste tipo”, ri. 

Momento certo
O prefeito de Maracás Uilson Venâncio diz que a mineração chegou em boa hora para a cidade. “Nós já tivemos uma agricultura muito forte, com o café e legumes, mas muitas áreas agrícolas foram vendidas para o plantio de eucaliptos e isso enfraqueceu a atividade por aqui”, diz. Segundo o prefeito, mesmo com a exploração do vanádio o município enfrenta  dificuldades na área econômica. 

“A nossa cidade cresceu demais após o início da operação da mina. A Vanádio nos ajuda demais. Se hoje temos uma série de dificuldades com a empresa aqui, não quero nem imaginar como seria se não tivéssemos ela”, reconhece Uilson Venâncio. 

Além da renda para os 800 trabalhadores diretos e movimentar a economia local, a empresa atual em projetos sociais, como o Jequiriça, que oferece aulas de judô e jiu jitsu para crianças. Além disso, apoia o  Mulheres Ativas, com cursos e projeto de confecção, corte e costura, além de uma associação para a produção de mel. 

O município a aproximadamente 370 quilômetros de Salvador tem pouco mais de 24 mil habitantes. Até a chegada da mineração, vivia da produção agrícola, pecuária e a produção de flores. 

Longa história
Apesar do início da produção ter se dado há apenas cinco anos, a presença do vanádio em Maracás já era conhecida quatro décadas atrás. O mineral foi identificado pela Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM) e o projeto chegou a ser alvo de pesquisas de outras mineradoras. Mas foi apenas com a chegada da canadense Largo Resources que a potencial pôde ser aproveitado. 

“Esta é mais uma história vitoriosa que começou com a CBPM”, destacou o presidente empresa estadual de pesquisa, Antonio Carlos Tramm. Segundo ele, o objetivo da empresa é encontrar produtos como o vanádio em outras cidades baianas. 

Acionista majoritário e presidente do conselho da Largo, Alberto Aras ressaltou a qualidade do produto disponível na Bahia. A mina no interior baiano é a única de vanádio nas Américas. “A nossa fé estava correta”, comemorou, durante um evento para comemorar os cinco anos de operação na Bahia. Antes de colher os frutos, a empresa enfrentou dois anos difíceis – 2015 e 2016 – logo após a implantação.


Titânio e ferro estão na mira da Largo
Após o anúncio da expansão na produção de vanádio, que passou de 800 toneladas por ano para mil toneladas, a Largo Resources planeja iniciar a produção de titânio e de ferro-vanádio em sua unidade de Maracás. O projeto de produção do titânio é o mais adiantado e pode ser iniciado em fase piloto até o final deste ano, adianta o CEO da Largo Resources, Paulo Misk. 

“O projeto para começarmos a recuperar o titânio e o ferro-vanádio é mais uma evolução em nosso esforço para agregar valor à nossa produção” destaca Misk. Segundo ele, a atividade de extração do minério do solo representa apenas 25% do que a Vanádio de Maracás realiza na cidade do interior baiano. A estrutura montada lá conta com estruturas para processos de  transformação física e química.

É graças a esta estrutura que a Largo produz na Bahia o produto que é reconhecido mundialmente como o melhor do planeta. “Depois de passar por uma unidade de pirometalurgia e por uma planta química, nós temos um produto que não é mais simplesmente um mineral, é um produto químico com 92,5% de pureza”, diz. 

Além do elevado nível de pureza, o material produzido na Bahia se destaca pelo 2º menor custo de produção do mundo – perdendo apenas para o da China – e por um elevado nível de recuperação do produto, de 80%. Antes de Maracás, o melhor já registrado era de 72%. 

Se a planta-piloto de titânio confirmar as expectativas da Largo, a estimativa da empresa é que o início da operação comercial do produto se dê entre dois anos e dois anos e meio. A empresa calcula a possibilidade de produzir até 46 mil toneladas do produto por ano. 

“Nós temos muito o que crescer em Maracás”, acredita Misk. Segundo ele, atualmente a mineradora utiliza apenas 3,6% da área disponível na cidade. A área sob a concessão da empresa tem extensão de 26 quilômetros (km). 

Segundo Misk, levando-se em conta apenas as reservas que já foram identificadas, a produção mineral na região vai até o ano de 2040. “Nós acreditamos que podemos ampliar este horizonte nos próximos anos. A nossa história por aqui está apenas começando”, avalia.  (Correio24horas)

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