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Xand Avião e Solange Almeida são investigados por tráfico internacional de drogas

Eles também são investigados por lavagem de dinheiro, ameaças, formação de quadrilha e homicídios

O Ministério Público Federal (MPF), por meio da procuradoria regional da República, emitiu uma decisão que dá continuidade a um procedimento investigatório criminal que envolve os cantores Solange Almeida e Xand Avião. Eles estão sendo investigados por tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro, ameaças, formação de quadrilha e homicídios.

Além dos artistas, o procedimento investigatório envolve também Antonio Isaias Paiva Duarte, Zequinha Aristides Pereira, Carlos Aristides de Almeida Pereira e Francisco Claudio de Melo Lima, sócios da empresa A3 entretenimentos.

“O arquivamento do presente inquérito é prematuro, com a devida vênia à Procuradora da República oficiante”, diz um trecho do documento. 

Fonte: Correio24horas.

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Ratinho e SBT são condenados a indenizar padres em R$ 400 mil por difamação

O apresentador Ratinho terá que pagar uma indenização a dois padres da cidade de Astorga, no Paraná, por danos morais. Os clérigos receberão R$ 200 mil do apresentador e mais R$ 200 mil do SBT por causa de reportagem falsa veiculada no “Programa do Ratinho” em 1999.
 
A matéria afirmava que um morador da cidade de Astorga havia largado a mulher para ir morar com o padre que celebrou seu casamento. Além da notícia não ser verídica, o programa de Ratinho ainda exibiu a imagem de um outro padre no lugar do religioso local.

POr isso, os dois padres processaram a emissora e ganharam. O Superior Tribunal de Justiça definiu que tanto Ratinho quanto o SBT devem pagar R$ 200 mil de indenização, totalizando R$ 400 mil para a causa. (Metro1)

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Vídeo: depois de show, Ivete percorre ruas de Petrolina e Juazeiro de madrugada

A cantora Ivete Sangalo surpreende a cada dia. Depois de uma apresentação surpresa na festa junina da escola do filho Marcelo Sangalo, a artista resolveu perambular pelas ruas de Juazeiro, sua terra natal, e Petrolina, cidade vizinha com quem Ivete tem fortes laços.

A artista matou a saudade percorrendo as ruas na madrugada e registrando com vídeos esses momentos. Inicialmente, ela esteve na Praça da Catedral em Petrolina e depois circulou pela Praça Aprígio Duarte, a conhecida Praça do Jacaré em Juazeiro.

Confira abaixo:

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Com risco de perder cachê, Lambasaia está proibida de tocar músicas ofensivas às mulheres

O que era apenas uma possibilidade se concretizou em contrato assinado. A banda Lambasaia está proibida de tocar no Camaforró 2019, onde se apresenta no dia 22 de junho, músicas ofensivas às mulheres. Conforme o BNews, a minuta do contrato já apontava essa alternativa, que foi confirmada no acordo formalizado entre as partes.

A reportagem teve acesso ao contrato, que mostra no 2º parágrafo da 6ª cláusula, entre as obrigações da contratada, “não executar em suas músicas, danças ou coreografias palavras ou ações que venham a desvalorizar, incentivar a violência contra a mulher ou que possibilite a sua exposição a situação de constrangimento, conforme Lei Estadual nº 12.573/2012”.

A cláusula, inclusive, desmente a prefeitura de Camaçari, que quando procurada pela reportagem, nesta quinta-feira (13), negou a existência de qualquer probição à banda e sim uma recomendação. Aconselhamos apenas a substituição de determinados termos nas letras das musicas que possam ser ofensivas. É de responsabilidade da banda o compromisso com a lei antibaixaria e com o seu público, que grande parte é de mulheres”.

Em caso de descumprimento, a banda poderá ser penalizada com perda de parte do cachê. De acordo com a publicação no Diário Oficial do Estado, do último dia 28 de maio, o valor total da contratação é de R$ 60 mil, o que foi confirmado em contrato. “O descumprimento, parcial ou total, de qualquer das cláusulas contidas no presente contrato sujeitará a contratada às sanções previstas na Lei Federal nº 8.666/93, garantida a prévia e ampla defesa em processo administrativo” – “A multa será graduada de acordo com a gravidade da infração, sobre o valor total atualizado do contrato”, informa os parágrafos 1º e 4º da 9ª cláusula do contrato.

A decisão vem após o Grupo Mulheres Unidas de Camaçari pedir a retirada do grupo da programação alegando que o município estaria descumprindo a Lei  Lei Estadual 12.573/2012, conhecida como ‘Lei Antibaixaria’. Na época, o grupo emitiu nota de repúdio ao grupo alegando que “suas letras de músicas incentivam a violência contra as mulheres e as expõem ao constrangimento”.

*Bnews

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