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Ator mirim e seus pais são mortos ao visitar família da namorada dele em SP

O ator Rafael Henrique Miguel , de 22 anos, e seus pais morreram após serem baleados por volta das 13h55 deste domingo (9) na Estrada do Alvarenga, no bairro da Pedreira, na Zona Sul da capital paulista. Ele interpretou o personagem Paçoca, na novela Chiquititas e trabalhou no comercial em que uma criança pede brócolis à mãe. 

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, Rafael, acompanhado de seus pais, João Alcisio Miguel, de 52 anos, e Miriam Selma Miguel, de 50, foram conversar com o pai da namorada dele sobre o namoro. Eles foram recebidos pela jovem e sua mãe. 

Durante a conversa, o comerciante Paulo Curpertino Matias, de 48 anos, chegou ao local armado e atirou nas três vítimas, que morreram no local. O autor fugiu. Foi solicitada perícia ao local e carro de cadáver. O caso foi registrado como homicídio consumado no 98º DP.

Repercussão

Fãs e amigos de Rafael se manifestaram nas redes sociais. 

A apresentadora Maísa escreveu no Twitter: ““Bizarro saber q uma crueldade dessas aconteceu, ainda mais com uma pessoa que eu conhecia. Mais vidas foram interrompidas pelas mãos de um homem. Rafael & família, descansem em paz. Que Deus conforte todos os corações. Que a justiça seja feita. Chega de assassinato. “ 

“Vai em paz meu irmão…. vai fazer mt falta aqui @rafaelmiguelreal”, escreveu Filipe Cavalcante, ator de Chiquititas. 

“Meu Deus…..tentando entender o que não quero e não consigo entender…Assassinaram o Rafael Miguel….um menino…um garoto com a vida…”, escreveu Carla Fioroni, que contracenou com Rafael em Chiquititas. 

“Os sets do céu estarão mega iluminados com a nova estrela que acaba de chegar. @Rafaelmiguelreal Vamos sempre nos lembrar dos momentos de…”, disse o ator Victor Aguiar.

Fonte: G1

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Ratinho e SBT são condenados a indenizar padres em R$ 400 mil por difamação

O apresentador Ratinho terá que pagar uma indenização a dois padres da cidade de Astorga, no Paraná, por danos morais. Os clérigos receberão R$ 200 mil do apresentador e mais R$ 200 mil do SBT por causa de reportagem falsa veiculada no “Programa do Ratinho” em 1999.
 
A matéria afirmava que um morador da cidade de Astorga havia largado a mulher para ir morar com o padre que celebrou seu casamento. Além da notícia não ser verídica, o programa de Ratinho ainda exibiu a imagem de um outro padre no lugar do religioso local.

POr isso, os dois padres processaram a emissora e ganharam. O Superior Tribunal de Justiça definiu que tanto Ratinho quanto o SBT devem pagar R$ 200 mil de indenização, totalizando R$ 400 mil para a causa. (Metro1)

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Vídeo: depois de show, Ivete percorre ruas de Petrolina e Juazeiro de madrugada

A cantora Ivete Sangalo surpreende a cada dia. Depois de uma apresentação surpresa na festa junina da escola do filho Marcelo Sangalo, a artista resolveu perambular pelas ruas de Juazeiro, sua terra natal, e Petrolina, cidade vizinha com quem Ivete tem fortes laços.

A artista matou a saudade percorrendo as ruas na madrugada e registrando com vídeos esses momentos. Inicialmente, ela esteve na Praça da Catedral em Petrolina e depois circulou pela Praça Aprígio Duarte, a conhecida Praça do Jacaré em Juazeiro.

Confira abaixo:

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Com risco de perder cachê, Lambasaia está proibida de tocar músicas ofensivas às mulheres

O que era apenas uma possibilidade se concretizou em contrato assinado. A banda Lambasaia está proibida de tocar no Camaforró 2019, onde se apresenta no dia 22 de junho, músicas ofensivas às mulheres. Conforme o BNews, a minuta do contrato já apontava essa alternativa, que foi confirmada no acordo formalizado entre as partes.

A reportagem teve acesso ao contrato, que mostra no 2º parágrafo da 6ª cláusula, entre as obrigações da contratada, “não executar em suas músicas, danças ou coreografias palavras ou ações que venham a desvalorizar, incentivar a violência contra a mulher ou que possibilite a sua exposição a situação de constrangimento, conforme Lei Estadual nº 12.573/2012”.

A cláusula, inclusive, desmente a prefeitura de Camaçari, que quando procurada pela reportagem, nesta quinta-feira (13), negou a existência de qualquer probição à banda e sim uma recomendação. Aconselhamos apenas a substituição de determinados termos nas letras das musicas que possam ser ofensivas. É de responsabilidade da banda o compromisso com a lei antibaixaria e com o seu público, que grande parte é de mulheres”.

Em caso de descumprimento, a banda poderá ser penalizada com perda de parte do cachê. De acordo com a publicação no Diário Oficial do Estado, do último dia 28 de maio, o valor total da contratação é de R$ 60 mil, o que foi confirmado em contrato. “O descumprimento, parcial ou total, de qualquer das cláusulas contidas no presente contrato sujeitará a contratada às sanções previstas na Lei Federal nº 8.666/93, garantida a prévia e ampla defesa em processo administrativo” – “A multa será graduada de acordo com a gravidade da infração, sobre o valor total atualizado do contrato”, informa os parágrafos 1º e 4º da 9ª cláusula do contrato.

A decisão vem após o Grupo Mulheres Unidas de Camaçari pedir a retirada do grupo da programação alegando que o município estaria descumprindo a Lei  Lei Estadual 12.573/2012, conhecida como ‘Lei Antibaixaria’. Na época, o grupo emitiu nota de repúdio ao grupo alegando que “suas letras de músicas incentivam a violência contra as mulheres e as expõem ao constrangimento”.

*Bnews

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