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Polícia

Suspeito de liderar facção no Recôncavo é morto a tiros em Salvador

Um homem suspeito de liderar facção no Recôncavo baiano foi morto após troca de tiros com a polícia na tarde desta segunda-feira, 10, no bairro de Itapuã, em Salvador.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), Luís Carlos de Souza Santos, o ‘Pai Lula de Cachoeira’ era suspeito de casos de assalto, homicídio, tráfico de drogas e de chefiar uma quadrilha na cidade de Cachoeira.

A vítima foi encontrada em um imóvel em Itapuã e começou a atirar com a chegada dos policiais. Luís Carlos foi atingido e socorrido para o Hospital Menandro de Faria, mas não resistiu.

Com ele foram apreendidos um revólver calibre 38, munições, 1 kg de maconha, porções de cocaína e uma balança.  (ATarde)

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Amargosa

Amargosa: vice-prefeito relata arrombamento em sua residência

O vice-prefeito da cidade de Amargosa, Eliseu Mercês, relatou em seu perfil no Facebook um arrombamento em sua residência durante a madrugada desta terça-feira(25).

Segundo o relato, alguns pertences foram levados, como aparelhos eletrônicos. O crime ocorreu durante a última noite do São João de Amargosa. Confira o relato aqui.

Da Redação.

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Polícia

“Logo vou me apresentar e contar realmente o que aconteceu”, diz influencer Iuri Sheik

Acusado de atirar em empresário, o digital influencer Iuri Sheik publicou em sua página do Instagram na manhã desta terça-feira (25) que em breve vai apresentar sua versão do caso.

No Stories, Iuri publicou fotos dos filhos e dele chorando. Segundo informações, o influencer irá se apresentar à polícia com os advogados.

Iuri é acusado de balear o empresário Willian Santos na noite de domingo (23), na Avenida Ursicino Pinto de Queiroz. De acordo com o delegado Edilson Magalhães, já foi expedido o mandado de prisão do influencer, “Tem muita coisa a esclarecer sobre o fato e vamos passar quando terminar o inquérito. Esperamos que ele se apresente para esclarecer os fatos e não continue foragido senão vamos tentar prendê-lo”, disse ao Blog do Valente.

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Polícia

Casal é preso por manter idosa em cárcere privado por 20 anos

Mulher de 63 anos não recebia salário e não podia sair de imóvel de dois cômodos

Uma idosa de 63 anos foi libertada pela polícia, na madrugada desta terça-feira (25), depois de passar pelo menos 20 anos em cárcere privado. O caso aconteeu na cidade de Vinhedo, no interior do estado de São Paulo. 

De acordo com a Polícia Civil do estado, um casal identificado como Elcio Pires Junior e Marina Okido foi preso pelo crime. Eles começaram a ser investigados depois que a polícia recebeu uma denúncia de estelionato contra os dois. Ao chegar na casa onde moravam, os agentes encontraram a vítima. 

A idosa era mantida em situação análoga à escravidão. Segundo os policiais, ela era obrigada a cuidar da mãe da suspeita – outra idosa de 88 anos – e não recebia nenhum salário por isso. Segundo o G1, a vítima teria pedido ajuda aos agentes. 

Foi nesse momento que os policiais acharam a situação estranha e decidiram conduzir o casal à delegacia. Na unidade, descobriram que a família da vítima ja tinha registrado um boletim de ocorrência de desaparecimento.  idosa é natural de Colorado, no Paraná. 

A vítima morava em dois cômodos sem acesso à rua e não tinha contato com nenhum ambiente externo. Ela saiu do Paraná para morar em São Paulo para trabalhar como empregada doméstica na casa do casal – inicialmente em Campinas, depois em Vinhedo. Ainda de acordo com o G1, além de ter sido agredida por eles, nunca recebeu salário. Seu documento também tinha sido confiscado pelos suspeitos. 

“Ela não tinha contato com o mundo exterior. Ela tinha um isolamento social absurdo. Ela não saía da residência, não falava com ninguém a não ser com os autuados e com a senhora idosa”, disse a delegada Denise Margarido, ao G1. 

Na investigação, a Polícia Civil descobriu que o casal usava uma conta aberta no nome da idosa para aplicar golpes em comércios no bairro onde moravam. “Eles abriram a conta com a justificativa de pagar o salário dela, mas nunca pagaram e começaram a dar cheques em lojas para praticar o estelionato”, completou a delegada.

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