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Polícia

Hacker diz que acessa ‘quem quiser e quando quiser’ ao invadir grupo do conselho do MP

Um hacker invadiu um grupo do aplicativo Telegram formado por conselheiros do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e afirmou que acessa “quem quiser e quando quiser”. A conversa ocorreu na noite de terça-feira (11), quando mensagens do perfil do conselheiro Marcelo Weitzel, do Ministério Público Militar, questionaram a atuação de procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato. Um dos integrantes questionou: “Marcelo essas mensagens são suas? Não está parecendo seu estilo. Checa teu celular aí”. E ele respondeu: “Hacker aqui. Adiantando alguns assuntos que vocês terão de lidar na semana, nada contra vocês que estão aqui, mas ninguém melhor que eu para ter acesso a tudo né.” As informações foram publicadas pelo “O Globo” e as conversas também foram obtidas pela TV Globo.

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Polícia

“Logo vou me apresentar e contar realmente o que aconteceu”, diz influencer Iuri Sheik

Acusado de atirar em empresário, o digital influencer Iuri Sheik publicou em sua página do Instagram na manhã desta terça-feira (25) que em breve vai apresentar sua versão do caso.

No Stories, Iuri publicou fotos dos filhos e dele chorando. Segundo informações, o influencer irá se apresentar à polícia com os advogados.

Iuri é acusado de balear o empresário Willian Santos na noite de domingo (23), na Avenida Ursicino Pinto de Queiroz. De acordo com o delegado Edilson Magalhães, já foi expedido o mandado de prisão do influencer, “Tem muita coisa a esclarecer sobre o fato e vamos passar quando terminar o inquérito. Esperamos que ele se apresente para esclarecer os fatos e não continue foragido senão vamos tentar prendê-lo”, disse ao Blog do Valente.

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Polícia

Casal é preso por manter idosa em cárcere privado por 20 anos

Mulher de 63 anos não recebia salário e não podia sair de imóvel de dois cômodos

Uma idosa de 63 anos foi libertada pela polícia, na madrugada desta terça-feira (25), depois de passar pelo menos 20 anos em cárcere privado. O caso aconteeu na cidade de Vinhedo, no interior do estado de São Paulo. 

De acordo com a Polícia Civil do estado, um casal identificado como Elcio Pires Junior e Marina Okido foi preso pelo crime. Eles começaram a ser investigados depois que a polícia recebeu uma denúncia de estelionato contra os dois. Ao chegar na casa onde moravam, os agentes encontraram a vítima. 

A idosa era mantida em situação análoga à escravidão. Segundo os policiais, ela era obrigada a cuidar da mãe da suspeita – outra idosa de 88 anos – e não recebia nenhum salário por isso. Segundo o G1, a vítima teria pedido ajuda aos agentes. 

Foi nesse momento que os policiais acharam a situação estranha e decidiram conduzir o casal à delegacia. Na unidade, descobriram que a família da vítima ja tinha registrado um boletim de ocorrência de desaparecimento.  idosa é natural de Colorado, no Paraná. 

A vítima morava em dois cômodos sem acesso à rua e não tinha contato com nenhum ambiente externo. Ela saiu do Paraná para morar em São Paulo para trabalhar como empregada doméstica na casa do casal – inicialmente em Campinas, depois em Vinhedo. Ainda de acordo com o G1, além de ter sido agredida por eles, nunca recebeu salário. Seu documento também tinha sido confiscado pelos suspeitos. 

“Ela não tinha contato com o mundo exterior. Ela tinha um isolamento social absurdo. Ela não saía da residência, não falava com ninguém a não ser com os autuados e com a senhora idosa”, disse a delegada Denise Margarido, ao G1. 

Na investigação, a Polícia Civil descobriu que o casal usava uma conta aberta no nome da idosa para aplicar golpes em comércios no bairro onde moravam. “Eles abriram a conta com a justificativa de pagar o salário dela, mas nunca pagaram e começaram a dar cheques em lojas para praticar o estelionato”, completou a delegada.

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Polícia

Mais de 100 chefes de facções criminosas de quatro estados foram transferidos para presídios federais

Aos menos 113 chefes de facções criminosas de quatro estados diferentes foram transferidos dos presídios locais para penitenciárias federais no primeiro semestre deste ano. As informações são do jornal O Globo.

De acordo com a reportagem, os últimos 30, todos do Pará, foram nesta última semana de junho, em operação que contou com o apoio da Força Aérea Brasileira (FAB), conforme anunciou o ministro da Justiça, Sergio Moro , em sua conta no Twitter. Além deles, já foram transferidos 35 do Ceará em janeiro, 22 de São Paulo em fevereiro e 26 do Amazonas, em maio.

As transferências, segundo o ministro, são importantes para isolar bandidos influentes dessas facções criminosas. “Durante a madrugada, a pedido do governo do Pará, o MJSP/DEPEN transferiu 30 lideranças criminosas daquele estado para presídios federais. Agradeço ao competente apoio da FAB. A transferência desarticulou a organização criminosa e preveniu possível rebelião prisional”, escreveu Moro. MJSP é a sigla para Ministério da Justiça e Segurança Pública e Depen é o Departamento Penitenciário Nacional.

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