Conecte-se agora

Política

Rui vai ‘pagar preço alto’ por ‘silêncio conivente’ sobre reforma, diz ACM Neto

O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), disse, nesta terça-feira (9), que o governador da Bahia, Rui Costa (PT), “vai pagar alto” por ter um “silêncio conivente” sobre a reforma da Previdência.  O petista se manifestou contra quatro pontos do texto, mas nunca disse publicamente se apoiava ou não a reforma.

“Em relação ao silêncio do governador, é de uma irresponsabilidade inacreditável. Diante de um tema tão relevante para o futuro do país e claro com uma importância extraordinária para o estado da Bahia, o governador mantém um silêncio conivente, mas acho que na verdade, ele vai acabar pagando preço alto por isso. As pessoas não aceitam esse tipo de dissimulação na política. Não aceita mais essas atitudes de esperteza. [Ele] está tendo uma atitude de esperteza, mas fica claro para as pessoas que isso não é uma atitude responsável. Depois, ele tenta se vangloriar de que é gestor. Ora, gestor coisa alguma. Gestor tem posição clara sobre tema desta relevância. Não fica nesta posição de esperteza política”, declarou ACM Neto, em entrevista ao Bahia Notícias. 

Presidente nacional do DEM, Neto afirmou que conversou com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), e o líder do DEM na Câmara, o baiano Elmar Nascimento, sobre a reforma e a expectativa é que o texto-base seja votado nesta terça. Os destaques devem ser apreciados nesta quarta-feira (10).

Entre os destaques, há o debate sobre a inclusão ou não dos estados e municípios na reforma.  O governador Rui Costa deve se reunir, nesta quarta, com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM), em Brasília, para tratar do assunto. O prefeito ACM Neto também vai embarcar na manhã desta quarta para capital federal para acompanhar a discussão. 

Rui Costa era contra, na reforma, as mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC) e na aposentadoria rural, a desconstitucionalização do texto e a capitalização. Os quatro pontos foram retirados do relatório final. Fonte: Bahia Notícias

Publicidade
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Filhos de Bolsonaro provocam Joice Hasselmann nas redes sociais; deputada responde

Os filhos do presidente Jair Bolsonaro (PSL) usaram as redes sociais para provocar a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), recentemente destituída do cargo de líder do governo na Câmara dos Deputados. Eduardo Bolsonaro (PSL) começou postando a foto de uma nota de R$ 3 com o rosto da parlamentar, acusando ela de trabalhar contra “o cara que a elegeu”. 

O filho Zero Três do presidente, Carlos Bolsonaro (PSL), também entrou na provocação. No Twitter, colocou um emoji de um porco. As postagens dos irmãos aconteceu depois que Joice disse, em entrevista a um portal, que “o presidente tem inteligência emocional de ‘-20′”.

No final da tarde desta sexta-feira (18/10), Joice respondeu às provocações. Em sua conta no Instagram, a deputada usou a mesma nota de R$ 3 e chegou a ameaçar a família Bolsonaro. 


*Aratu On.

Continue Lendo

Política

Bolsonaro insinua que óleo no mar pode ter sido ação para afetar leilão de petróleo

O presidente Jair Bolsonaro, em uma live na manhã desta sexta-feira (18) o presidente Jair Bolsonaro insinuou que o derramamento de petróleo que atinge o litoral do Nordeste poderia ter alguma relação com o leilão de petróleo. 

“Poderia – os senhores não precisam responder não – ser uma ação criminosa para prejudicar esse leilão?”, disse dirigindo-se ao ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, e representantes da Marinha.

Após o almirante Leonardo Puntel fazer uma rápida explicação sobre as ações do Grupo de Acompanhamento e Avaliação, composto por representantes da Marinha, do Ibama e da Agência Nacional do Petróleo, frisando que os trabalhos ocorrem desde o dia 2 de setembro, Bolsonaro questionou sobre as investigações, segundo o Estadão.

De acordo com ele, já se sabe que o petróleo não é fabricado no Brasil nem importado pelo País. “Com toda certeza, não vou bater o martelo aqui, esse petróleo seria da Venezuela?”, perguntou a Puntel. “É uma possibilidade”, respondeu o almirante.

Nesta quinta-feira, pesquisadores da Coppe/UFRJ divulgaram um estudo com modelagem computacional que estimou o ponto de origem das machas de óleo em uma região entre 600 km e 700 km da costa, na altura de Sergipe e Alagoas. Trabalhando com uma técnica de imagem reversa, eles estabeleceram trajetórias para trás das manchas encontradas nas praias do Nordeste entre 2 e 22 de setembro no litoral.

O governo tem sido questionado por ter demorado a reagir. Ministério Público, técnicos ambientais e cientistas têm dito que o Plano Nacional de Contingência para Incidentes de Poluição por Óleo em Águas sob Jurisdição Nacional (PNC), estabelecido por decreto em 2013, não foi acionado. O governo nega. *Bahia Notícias.

Continue Lendo

Política

MEC anuncia liberação de todo orçamento bloqueado de universidades e institutos

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, anunciou nesta sexta-feira (18) que vai liberar todo o orçamento das universidades e institutos federais bloqueados neste ano. Os valores liberados nesta sexta, que somam R$ 1,1 bilhão, virão de remanejamentos internos do MEC e devem garantir a execução integral dos recursos discricionários das instituições. Não fazem parte, portanto, de um novo descontingenciamento do orçamento.

A pasta da Educação do governo Jair Bolsonaro (PSL) ainda sofre um bloqueio de recursos, atualmente de R$ 2,9 bilhões, que atinge ações que vão da educação básica à pós-graduação.Os valores foram liberados agora, segundo o ministério, para que haja tempo de as universidades empenharem os recursos ainda neste ano e garantirem sua execução.

“Acho que a gente tem tudo para terminar este ano em situação oposta do que foi alardeada”, disse Weintraub em entrevista coletiva nesta sexta em Brasília. O contingenciamento de recursos é prática recorrente realizada pelo governo federal em todos anos, em diferentes gestões. Em 2019, no entanto, Weintraub iniciou uma crise ao afirmar em entrevista que algumas universidades teriam cortes porque praticavam o que ele chamou de balbúrdia.

Após repercussão negativa, a pasta divulgou que o percentual de congelamento, de 30% dos recursos discricionários, seria aplicado de forma isonômica a todas as instituições.Questionado, Weintraub disse que não se arrepende da fala, que provocou reação de reitores e manifestações por todo país. Ao fim da entrevista, ele ainda colocou um óculos de plásticos usado em vídeos de memes na internet para indicar que alguém lacrou.

“Não estou falando que todo mundo esta errado, estou pedindo transparência [das ações e contas das universidades], se isso for polêmico, vou ser polemico”, disse. “Universidade não é lugar para produzir festa com gente bêbada, para produzir metanfetamina e plantar maconha”, completou ele, sem especificar a quais casos se referia. O ministro repete em várias ocasiões críticas às universidades e já disse que a prioridade para expansão de vagas no ensino superior está no setor privado.

O MEC teve no início do ano um congelamento de R$ 5,8 bilhão e depois desbloqueou, no fim de setembro, R$ 1,9 bilhão. A pasta ainda sofreu um corte de R$ 926 milhões, como a Folha revelou, em um remanejamento orçamentário feito par atender negociações de emendas parlamentares no trâmite da reforma da Previdência.

A liberação anunciada nesta sexta-feira, de R$ 1,1 bilhão, será divida assim: R$ 771 milhões para universidades e R$ 336 milhões para institutos federais. Em setembro, R$ 1,15 bilhão dos R$ 1,9 bilhão desbloqueados haviam sido direcionados para as federais. O ministro insiste que o bloqueio de recursos não atrapalhou as atividades nas instituições. Mas houve reflexos como a suspensão de serviços de limpeza e de aulas noturnas por falta de vigilância. *Bahia Notícias.

Continue Lendo

Política

Se eu sair do PSL, maioria do partido continua comigo, diz Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que não pretende sair do PSL, mas que, caso saia, levará consigo a maioria do partido. “Não gostaria de sair mas se for necessário eu vou seguir a minha linha e tenho certeza que a maioria do partido continua comigo caso eu venha a sair do partido”, afirmou em entrevista à RICTV Record, de Santa Catarina, nesta quinta-feira (17). “A maioria honra o compromisso de campanha. Infelizmente uma minoria não, já se enveredou por outro caminho”, disse. 

Em meio à crise que assola o PSL, Bolsonaro disse que o problema é grave e que quer transparência da sigla. “Estamos com problema no momento, bastante grave. O que eu quero é transparência, nada mais além disso”, disse. Sem citar nomes, afirmou que “um lado” não quer abrir as contas do partido. 

“E eu não posso ficar num partido se nós não tomarmos conhecimento de tudo que acontece lá. Porque qualquer caso envolvendo alguém do PSL no Brasil, quem é o responsável? Eu. Eu nem conheço o cara, nunca vi o vereador, o deputado estadual, ou aquele filiado e vêm pra cima de mim”, afirmou. “Esperamos oito meses, o partido não se arrumou ainda, espero que se arrume.”

Bolsonaro não citou nominalmente o presidente da legenda, Luciano Bivar (PSL-PE), e tampouco o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (GO), que foi gravado em áudio dizendo que implodiria o presidente.  A crise do PSL se acirrou nesta quinta-feira (17), com a decisão de Bolsonaro de retirar a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) da liderança do governo no Congresso e a vitória da ala ligada a Bivar ao manter o Delegado Waldir como líder da bancada na Câmara. 

Bolsonaro havia atuado pessoalmente ligando para parlamentares para pedir que assinassem lista destituindo o parlamentar goiano, que chegou a ser brevemente substituído por seu filho, Eduardo Bolsonaro.  *Bahia Notícias.

Continue Lendo

Política

Bolsonaro diz que indicação do filho para embaixada dos EUA está mantida

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse, nesta sexta-feira (18), que a indicação do filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), para embaixada dos EUA está mantida. 

“Por enquanto, sem alteração”, afirmou o presidente da República, ao ser provocado por jornalistas. Nesta semana, o presidente e Eduardo sofreram uma derrota no PSL, partido que vive uma crise interna, ao tentarem substituir o líder da legenda na Câmara.

A ideia era que Eduardo ocupasse o posto do deputado Delegado Waldir (PSL-GO). No entanto, o grupo ligado ao presidente perdeu a disputa e Waldir se manteve líder. *Bahia Notícias.

Continue Lendo

Mais Lidas