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Golpe do WhatsApp promete liberar 13º do Bolsa Família

Um novo golpe na internet tem circulado pelo país e cerca de 180 mil pessoas já acessaram um site classificado como malicioso. O golpe da vez consiste em uma mensagem recebida pelo WhatsApp prometendo liberar o 13º salário para beneficiários do programa Bolsa Família. 

A mensagem enviada para os celulares apresenta um link que supostamente revelaria se a pessoa tem direito ao 13º salário do programa social. Ao clicar no link, o usuário é levado para uma tela com a logomarca do programa. No site, o internauta é instruído a preencher um formulário de uma pesquisa com informações pessoais, como nome completo, endereço e CPF.

No passo seguinte, o site informa que, para acessar o benefício, é preciso compartilhar o link com os contatos e grupos do WhatsApp, espalhando o golpe para terceiros, e conceder permissão para receber notificações, o que permitiria o recebimento de outros golpes. Por fim, o usuário é direcionado a uma página com pedido para que ele faça o download de aplicativos, possivelmente infectados.

De acordo com a Polícia Federal (PF), que emitiu um alerta sobre o perigo do golpe, os cerca de 180 mil acessos ao site malicioso ocorreram em um período aproximado de uma semana. “Essa não é a primeira vez que criminosos utilizam programas do governo federal como plano de fundo para seus golpes, pois, como esses temas costumam ter bastante apelo com a população, eles facilmente viralizam”, diz a comunição da PF.

O esquema afeta tanto o sistema Android quanto o iOS. No iPhone, entretanto, o golpe induz apenas a vítima a permitir o envio de novas notificações. Segundo a PF, os dados podem ser usados para golpes com cartões de crédito, constituição de empresas falsas, abertura de contas bancárias e realização de empréstimos. A Polícia Civil deve investigar a origem das mensagens. (Leiamaisba)

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Tecnologia

Falhas em apps de mensagens abrem espaço para manipulação de arquivos

Arquivos de mídia do WhatsApp e do Telegram podem ser expostos e manipulados por hackers devido falhas dos aplicativos em versão Android, de acordo com uma pesquisa da Symantec, empresa especializada em proteção de sistemas operacionais.

De acordo com o estudo, aplicativos em sistemas Android podem ser usar o armazenamento externo e interno para salvar arquivos. No primeiro caso, o arquivo fica legível e pode ser modificado por outros aplicativos ou usuários. No segundo, ele é acessado apenas pelo próprio aplicativo. 

O problema, chamado de “Media File Jacking”, decorre de um intervalo de tempo entre o momento em que arquivos recebidos pelos aplicativos são gravados no armazenamento interno e quando eles são acessados por outros aplicativos, no armazenamento externo. 

Essa janela é uma oportunidade para hackers intervirem e manipularem arquivos de mídia sem o conhecimento do usuário. Fotos, vídeos, documentos corporativos, faturas e áudios podem ser acessados.

É, segundo a pesquisa, semelhante a uma corrida entre o invasor e o aplicativo que está carregando os arquivos. Caso o hacker tenha acesso às fotos e vídeos, por exemplo, o usuário verá os arquivos manipulados antes de ter acesso aos originais. Os dados podem ser alterados tanto no envio como no recebimento de arquivos. 

Por padrão, o Whatsapp salva arquivos de mídia recebidos no armazenamento externo, como na galeria de fotos. No Telegram, o usuário precisa ativar recursos do aplicativo para que isso aconteça. 

É possível evitar os ataques ao alterar algumas configurações nos aplicativos. No Whatsapp, usuários podem impedir que fotos, vídeos e áudios fiquem salvos no armazenamento externo ao desativaram a visibilidade de mídia. O mesmo pode ser feito no Telegram ao optar por não salvar os arquivos nas galerias do aplicativo. 

Em resposta, o Whatsapp disse que analisou o problema mencionado pela pesquisa. De acordo com a nota, o aplicativo “segue as melhores práticas vigentes fornecidas pelos sistemas operacionais para armazenamento de mídia”. 

Para a empresa, as alterações sugeridas na pesquisa podem “criar complicações de privacidade para os usuários e limitar a maneira como fotos e arquivos podem ser compartilhados”. 

Até a conclusão deste texto, o Telegram não respondeu à reportagem sobre os efeitos da falha no aplicativo.

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Tecnologia

Conteúdo violento no Facebook aumenta quase 10 vezes em um ano

O número de publicações com conteúdo violento punidos por violar as regras do Facebook aumentou quase 10 vezes em um ano, saindo de 3,4 milhões no primeiro trimestre de 2018 para 33,6 milhões entre janeiro e março de 2019. O balanço foi divulgado pela plataforma no documento Relatório de Transparência, que traz números relativos a providências tomadas em relação a posts de usuários a partir de suas regras internas.

Do total de 33,6 milhões conteúdos violentos punidos, 171 mil foram objeto de reclamações questionando a retirada e solicitando a retomada. Cerca de 70 mil mensagens foram republicadas, sendo 24 mil após o recebimento de reclamação e 45 mil por iniciativa própria do Facebook.

As sanções foram tomadas com base nos “Padrões da Comunidade”, uma das normas internas da rede social, juntamente com os “Termos de Serviço” e as “Políticas de Privacidade”. Os “Padrões da Comunidade” são formados por um conjunto de regras que definem o que é proibido e o que é passível de sanção pela companhia.

São vetados, por exemplo, posts com nudez, imagens de violência extrema, de suicídio ou auto-mutilação, vendas não autorizadas, mensagens de apoio a causas ou grupos terroristas e discurso de ódio. Com base nesses parâmetros, o Facebook monitora as publicações de seus usuários, bem como recebe denúncias dos usuários apontando violações às regras.

Entre as providências tomadas estão a cobertura de publicações com avisos (como indicando que se trata de conteúdo violento), a remoção de um conteúdo, a suspensão de uma conta ou até mesmo o repasse da denúncia para autoridades quando se tratar de um crime. No caso de notícias falsas, não há remoção, mas limitação do alcance no newsfeed dos usuários.

Além dos conteúdos violentos, a empresa também puniu mensagens com discursos de ódio. O número de publicações removidas, marcadas ou cujos autores tiveram as contas suspensas saiu de 2,5 milhões para 4 milhões na comparação entre o primeiro trimestre de 2018 e de 2019.

Os posts de propaganda terrorista punidos com medidas deste tipo também subiram no mesmo período: saíram e 1,9 milhão no primeiro trimestre de 2018 para 6,4 milhões nos primeiros três meses de 2019. Quase a totalidade das medidas foi resultante de iniciativa própria do Facebook a partir da filtragem que realiza dos conteúdos publicados. (AgênciaBrasil)

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