Conecte-se agora


Política

MPF entra com pedido de liminar contra indicação de Eduardo Bolsonaro a embaixada

O Ministério Público Federal (MPF) entrou com um pedido de liminar para barrar a indicação de Eduardo Bolsonaro (PSL), filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), para a embaixada brasileira nos Estados Unidos.

A justificativa da ação civil é que o governo respeite critérios como reconhecido mérito em atividades diplomáticas, relevantes serviços diplomáticos prestados ao país e ao menos três anos de experiência neste sentido.

O MPF quer que a Justiça vete qualquer tipo de trâmite de nomeação de alguém que não cumprir estes requisitos. A ação do MPF não cita nepotismo na indicação.

A juíza federal Flávia de Macêdo Nolasco deu prazo de até 10 dias para que a União se manifeste antes de tomar uma decisão.

*Bahia.Ba

Publicidade
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

ONGs podem estar por trás de queimadas na Amazônia, diz Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) declarou hoje (21) que Organizações Não Governamentais (ONGs) podem estar por trás das queimadas que atingem a Amazônia, já que teriam perdido recursos e gostariam de atingi-lo. Ele não citou evidência das suposições. 

“O crime existe e nós temos que fazer o possível para que não aumente, mas nós tiramos dinheiro de ONGs, repasses de fora, 40% ia para ONGs, não tem mais. De modo que esse pessoal está sentindo a falta de dinheiro. Pode estar havendo, não estou afirmando, a ação criminosa desses ‘ongueiros’ para chamar a atenção contra minha pessoa contra o governo do Brasil”, sugeriu Bolsonaro, de acordo com o UOL. 

O mandatário disse ainda que conversa com os ministérios da Defesa e do Meio Ambiente para encontrar soluções para sanar o problema.

 “Vamos fazer o possível e o impossível para conter esse incêndio criminoso, cada árvore queimada eu sinto aqui em mim o que está acontecendo”, afirmou.

Dados do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indicam que o número de focos de queimadas aumentou 70% até o último sábado (18), em relação ao mesmo período de 2018. (Metro1)

Continue Lendo

Política

‘Se for para ser um banana, um poste, estou fora’, diz Bolsonaro

O presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou nesta quarta-feira (21) ser um mandatário que pode “interferir mesmo” em alguns órgãos federais se for preciso. O presidente participou brevemente no período da manhã do Congresso Aço Brasil 2019, realizado em Brasília. Aos empresários, disse acreditar no Brasil e afirmou estar confiante de que a economia está dando sinais de recuperação.

Em uma fala contraditória, Bolsonaro afirmou primeiro não ter interferido em órgãos como a Polícia Federal e a Receita, mas logo em seguida disse ser presidente “para interferir mesmo se é isso que vocês querem”. 

“Se for para ser um banana, um poste, estou fora”, disse o presidente da República.

Para exemplificar que não tem interferido, Bolsonaro afirmou que fez uma sugestão no episódio da troca de comando na superintendência da Polícia Federal no Rio. Na semana passada, ele disse que Ricardo Saadi, titular do cargo, seria substituído pelo chefe da PF no Amazonas, Alexandre Silva Saraiva. 

No mesmo dia, a corporação reagiu e sinalizou que não aceitaria uma indicação “de cima para baixo”. Horas depois, Bolsonaro foi obrigado a baixar o tom e aceitar a indicação do superintendente de Pernambuco, Carlos Henrique Oliveira Sousa. 

O presidente afirmou ainda que o Estado brasileiro está “todo aparelhado, enfrentando muita coisa errada”.

Meio ambiente
Bolsonaro repetiu aos empresários a sua avaliação de que as queimadas na região Norte do País podem estar sendo potencializadas pelas Organizações Não Governamentais que perderam dinheiro. 

Mais cedo, ele afirmou a jornalistas que as ONGs que recebiam recursos do exterior podem estar por trás do aumento dessas queimadas na floresta amazônica. De acordo com ele, o objetivo seria fazer uma “campanha” contra o governo federal. 

“Do dinheiro que vinha para o Fundo Amazônia, 40% ia direto para ONGs. Cortamos essa grana deles. A Alemanha não vai querer comprar à prestação essa área mais rica do mundo. O que eles querem é nossa riqueza e nossa soberania”, disse.

O presidente também afirmou aos empresários que o governo quer investir mais em pesquisas para o setor, mas ressaltou que falta dinheiro para isso. “Não posso desrespeitar a lei de responsabilidade fiscal, não posso pedalar”, disse.

Continue Lendo

Política

Deputados do PSL derrubam homenagem para Glenn Greenwald

A bancada do PSL na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro impediu que fosse votada pela casa a concessão da Medalha Tiradentes ao jornalista Glenn Greenwald, que foi chamado de “vagabundo” pelo deputado estadual Rodrigo Amorim, conhecido por destruir uma placa de rua que homenageava Marielle Franco.

“Doloroso ser insultado por um partido que não acredita em uma imprensa livre ou em instituições democráticas básicas, liderado pelo monstro que orgulhosamente destruiu a placa de Marielle semanas após o assassinato brutal dela e pior”, disse Greenwald no Twitter. A proposta era da deputada Zaidan (PT). (M1)

Continue Lendo

Política

Haddad é condenado a 4 anos e meio em regime semiaberto por caixa dois de empreiteira baiana

O ex-prefeito de São Paulo e candidato à Presidência em 2018 Fernando Haddad (PT) foi condenado por suposto caixa dois da empresa baiana UTC Engenharia na campanha eleitoral de 2012, quando foi eleito. 

De acordo com o Estadão, a Justiça Eleitoral determinou uma pena de 4 anos e 6 meses em regime semiaberto por falsidade ideológica eleitoral. A decisão cabe recurso. 

O antigo gestor da capital paulista foi denunciado por suposto caixa dois de R$ 2,6 milhões da companhia. Na acusação, o promotor eleitoral Luiz Henrique Dal Poz afirmou que o petista “deixou de contabilizar valores, bem como se utilizou de notas inidôneas para justificar despesas”. 

A empreiteira teria repassado os valores diretamente às gráficas de Francisco Carlos de Souza, ex-deputado estadual e líder sindical do partido de Haddad, conhecido na legenda como “Chico Gordo”. Ele confessou ter recebido os pagamentos, mas disse que não eram destinados à campanha e sim a outros candidatos da sigla cujos nomes não foram revelados à Polícia Federal. (Metro1)

Continue Lendo

Política

PSL terá triagem eletrônica para evitar ex-petistas como seus candidatos e dirigentes

O programa de compliance do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, terá um controle para evitar que pessoas antes ligadas a siglas de esquerda sejam candidatos ou integrem diretórios regionais da legenda.

Levantamento feito pela Folha de S. Paulo com base em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e publicado em uma reportagem na semana passada mostrou que, dos 271 mil filiados ao PSL, cerca de 10,6 mil (4%) já estiveram em siglas identificadas com a esquerda, como PT, PDT, PSB, PSOL, PC do B, PCB, PSTU e PCO. Já entre os 145 políticos que o PSL elegeu nas eleições de 2018, 78 estiveram em outras siglas antes, sendo que 19 passaram por partidos de esquerda.

O compliance representa uma série de procedimentos e normas para assegurar a conduta ética e é comum no mundo corporativo. O partido pretende implementar o modelo nos próximos 15 dias.

Embora o programa inclua um sistema eletrônico para fazer uma triagem ideológica dos membros do PSL, a medida não vai impedir a filiação, caso os integrantes tenham sido de outros partidos. 

Com a intenção do presidente do partido, Luciano Bivar (PE), de fazer o número de filiados chegar a um milhão até 2020, a direção partidária não pretende controlar rigorosamente todos os membros, mas haverá regras para aqueles que quiserem se candidatar ou fazer parte dos diretórios. Nesses casos, a triagem analisará dois fatores: não poderão estar filiados a outro partido que não o PSL (há casos de membros de diretórios filiados a outras siglas) e não poderão ter sido filiados ou terem tido qualquer envolvimento com partidos de esquerda nos últimos cinco anos. 

Outra regra, que vai valer para filiados, pré-candidatos e dirigentes partidários, é que não sejam condenados em segunda instância por crimes como estelionato, latrocínio, pedofilia, assédio sexual ou agressão à mulher. Fonte: Metro1

Continue Lendo

Mais Lidas