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Política

Após críticas a Bolsonaro, Alexandre Frota é expulso do PSL


O PSL decidiu expulsar o deputado Alexandre Frota (SP), após críticas ao governo do presidente Jair Bolsonaro, integrante do partido, a quem apoiou durante campanha eleitoral do ano passado.

A informação é da coluna Painel, da Folha de S. Paulo. A decisão foi tomada hoje (13), em reunião da sigla, por unanimidade. 

O presidente nacional da legenda, Luciano Bivar, era o principal apoiador da expulsão. Ele se engajou em angariar votos a favor da medida.

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Política

‘Há desequilíbrio em desfavor do Brasil no banco dos Brics’, diz Bolsonaro


O presidente Jair Bolsonaro argumentou nesta quinta-feira (14) que existe um “desequilíbrio em desfavor do Brasil” na carteira de investimentos do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), o banco dos Brics.

“Os números mostram que é preciso trabalharmos juntos para superar o desequilíbrio em desfavor do Brasil na carteira de investimentos do NDB”, declarou o presidente, numa sessão em que foram entregues relatórios das atividades da instituição financeira para os chefes de governo dos cinco países que compõem os Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). 

Estavam presentes na reunião com Bolsonaro, realizada no Palácio do Itamaraty em Brasília, os presidentes Vladimir Putin (Rússia) e Cyril Ramaphosa (África do Sul), além do premiê Narendra Modi (Índia) e do dirigente da China, Xi Jinping.  

“O banco [NDB] é um dos resultados mais visíveis dos Brics e um aliado importante no esforço por um adequado financiamento de infraestrutura sustentável”, acrescentou Bolsonaro. 

O Brasil é o país que menos recebe financiamentos do Novo Banco de Desenvolvimento. Os cinco países dos Brics aportaram o mesmo valor no NDB, US$ 2 bilhões cada um, dos quais a metade já foi integralizada.

No entanto, a concessão de crédito tem sido desproporcional. China e Índia receberam cerca de 30% dos repasses cada um, África do Sul, 16%, e Rússia, 14%. 

Para o Brasil, foi destinado um total de US$ 1,12 bilhão, equivalente a 9% do total emprestado pelo banco.

O banco oferece crédito por prazos longos, de até 30 anos, a juros que estão muito abaixo dos cobrados no mercado.

A presidência da instituição atualmente é exercida pelo indiano K. V. Kamath, também presente na reunião dos Brics em Brasília. 

Pelas regras estabelecidas pelos cinco países, um brasileiro deverá assumir o cargo em meados do próximo ano. 

“Estejam certos do nossos especial empenho em indicar alguém que possa trabalhar ativamente para que o banco se consolide definitivamente e cumpra suas funções institucionais”, declarou o presidente Bolsonaro sobre tema. *Bahia Notícias.

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Política

‘Eu não estou livre. Estou em processo de libertação provisória’, diz Lula em Salvador

Foto: Reprodução / Twitter

Em um encontro com a Executiva nacional do partido em Salvador, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta quinta-feira (14), que “não está livre”, mas sim “em processo de libertação provisória”. Também pediu que os aliados cuidem do “legado na Bahia”.

“O PT tem que ter em conta que eu não estou livre. Estou em processo de libertação provisória. […]”, declarou, em discurso. “Ainda tenho fé que haverá justiça nesse país. Eles estão com dificuldade porque a Rede Globo criou esse monstro [processo do triplex] e eles não têm uma rota de fuga. Eles são responsáveis pelo Bolsonaro e estão com vergonha”, acrescentou.

Lula pediu atenção para que os adversários não destruam o legado da sigla. “Não podemos aceitar a ideia que eles tentam nos diminuir. Quando falamos no nosso legado é porque somos o único partido que temos um legado com orgulho. Vocês tomem conta do legado de vocês na Bahia”, ressaltou. “Esse partido faz parte da minha vida. Eu estou esperançoso da minha inocência. Eu tenho direitos e o PT têm que trabalhar muito o seu legado”, acrescentou.

O ex-presidente deixou claro que era contra o seu partido abrir mão de uma candidatura em 2018 para apoiar Ciro Gomes (PDT) ao Palácio do Planalto. “O Ciro foi leal comigo no governo, tive uma boa relação com o Ciro. Agora dizer que o PT deveria ter saído para ele, que o Lula trabalhou para não deixar”, pontuou.

Lula voltou a atacar o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). “Bolsonaro é um desses desastres que acontecem de vez em quando. Eu duvido que ele acreditasse que seria eleito. Isso demonstra que a gente deveria se arriscar”, salientou. “Eu sai [da prisão] com muita vontade de brigar. Sinceramente, estou convencido – não é que estou mais radical – é que estou mais confiante. Eu sei que eles não querem que a gente exista. Sei que a disputa que eles querem é com algum tucano, talvez o Dória, e com o Huck”, emendou. *Bahia Notícias.

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Política

PSL analisa expulsão de Eduardo Bolsonaro


Em reação à desfiliação do presidente Jair Bolsonaro e ao anúncio de um novo partido, a cúpula do PSL vai analisar, no próximo dia 26, cinco pedidos de expulsão do deputado Eduardo Bolsonaro (SP) por infidelidade partidária. Dirigentes ligados ao presidente da legenda, Luciano Bivar (PE), avaliam que “há elementos suficientes” para que o filho de Bolsonaro perca o mandato parlamentar.

Eduardo pode ser o primeiro de uma lista de deputados que devem ser punidos por terem ficado ao lado de Bolsonaro na disputa pelo comando do PSL. Anteontem, em reunião com um grupo de parlamentares no Palácio do Planalto, Bolsonaro anunciou que ele e o senador Flávio Bolsonaro (RJ) deixariam o partido para fundar uma nova sigla, batizada de ‘Aliança pelo Brasil’.

O PSL destituiu ontem os diretórios do Rio e de São Paulo e afastou Flávio e Eduardo do comando do partido no Estados. Uma série de medidas ainda serão tomadas para afastar a influência de Bolsonaro e sua família da legenda. O partido ainda vai tirar Eduardo da liderança da bancada na Câmara.

Dos 53 deputados do PSL, 27 anunciaram que pretendem acompanhar Bolsonaro. Mas, ao contrário do presidente, que deve ficar sem partido até a Aliança pelo Brasil sair do papel, os bolsonaristas precisam permanecer no PSL e migrar apenas quando a nova sigla for aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Se anteciparem a saída, correm o risco de perder o mandato.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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