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Política

Bolsonaro demite secretário de imprensa recém-nomeado no Palácio do Planalto


O presidente Jair Bolsonaro demitiu na noite desta terça-feira (13) o recém-nomeado secretário de imprensa do Palácio do Planalto, Paulo Fona.

Ele foi o terceiro a ocupar a cadeira desde que o presidente assumiu o mandato. Antes de a nomeação dele ter sido publicada no Diário Oficial da União, na semana passada, o cargo estava vago havia mais de um mês.

O secretário anterior, Fernando Diniz, ficou menos de trinta dias na função. Procurado pela reportagem, Fona disse que a decisão o “pegou de surpresa”.

Segundo a reportagem apurou, a exoneração se deveu ao histórico do profissional, que atuou para quadros do MDB, do PSDB e do PSB. “A decisão da minha exoneração pelo presidente me pegou de surpresa. Fui convidado para assumir a Secretária de Imprensa, alertei-os de meu histórico e minha postura profissional e a intenção de ajudar na melhoria do relacionamento com a mídia em geral”, disse.

Ele ressaltou que sempre soube que o desafio “era imenso”, mas que “esperava maior profissionalismo”. “O que não encontrei”, ressaltou.
“Construí minha carreira profissional com meus próprios méritos e defeitos. Obrigado a todos os jornalistas que me acolheram de maneira calorosa e esperançosa de que o relacionamento mudaria”, afirmou. (Varela)

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Política

Em Brasília, Bolsonaro participa de comemoração do Dia do Marinheiro


O presidente Jair Bolsonaro participou hoje (13) da celebração ao Dia do Marinheiro, lembrado neste 13 de dezembro, e disse que o governo precisa dar meios para que os militares cumpram seu papel na defesa do país.

“Em todos os momentos que a história assim desejou, os militares cumpriram com seu papel. Nós precisamos cada vez mais, prezado Davi Alcolumbre, dar meios para que eles realmente possam fornecer a segurança devida para o progresso da nossa nação”, disse, se referindo ao presidente do Congresso Nacional, presente na cerimônia no Grupamento dos Fuzileiros Navais, em Brasília.

Durante seu discurso, Bolsonaro agradeceu o apoio dos poderes Legislativo e Judiciário nesse primeiro ano de seu governo.

“Os nossos desafios são muitos, ninguém pode nada sozinho, aí eu tenho a gratidão às Forças Armadas, à população como um todo e à Câmara e ao Senado que tem nos ajudado a construir esse futuro. Sem se esquecer do Poder Judiciário, em especial o nosso Supremo Tribunal Federal [STF], que em muitas medidas tem nos ajudado a garantir a governabilidade”, disse.

O presidente ainda citou o trabalho e os desafios das Forças Armadas na região amazônica e nas fronteiras marítimas do país. “Os senhores da Marinha têm pela frente a Amazônia Azul, um pouco diferente da nossa Amazônia verde, mas igualmente rica”, disse.

“Não existe honra maior a um chefe de Estado do que estar em uma solenidade como essa dirigindo a palavra a pessoas tão comprometidas com o futuro da pátria.”

O Dia do Marinheiro foi instituído em homenagem à data de nascimento do Almirante Joaquim Marques Lisboa, o Marquês de Tamandaré, em 13 de dezembro de 1807.

Durante a cerimônia de hoje também foi entregue a Medalha Mérito Tamandaré. Segundo a Marinha, a condecoração é destinada a “homenagear autoridades, instituições, civis e militares, brasileiros ou estrangeiros, que tenham prestado relevantes serviços, no sentido de divulgar ou fortalecer as tradições navais e realçar seus vultos históricos”.
*BNews.

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Política

Dilma critica “voucher” de novo programa habitacional do Governo: “Política dos puxadinhos”


A ex-presidenta Dilma Rousseff criticou a reformulação do programa habitacional que substitui o Minha Casa Minha Vida, criado no governo Lula e mantido em seu mandato. Segundo a petista, o voucher prometido pelo Governo Federal à população não será suficiente para arcar com novos imóveis, e, na prática, vai servir para reformar a casa onde já vivem “precariamente”.

“É a volta da política dos puxadinhos”, escreveu a candidata derrotada ao Senado em 2018 na tarde desta sexta-feira (13), em seu perfil oficial no Twitter.

De acordo com o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, o programa é voltado para as famílias com renda mensal de até R$ 1,2 mil por mês, mas que o valor exato será determinado de acordo com cada região. Em entrevista concedida ao Estadão em outubro, o líder da pasta garantiu que não vai “enganar” os beneficiados com um voucher que não seja suficiente para “construir”.

Nos seus posts, Dilma cita a ex-ministra do mesmo ministério em seu governo, Miriam Belchior, que diz que a iniciativa do Governo Federal deve atender apenas “7 mil famílias”.
*BNews.

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Política

‘Faz tudo, menos estudar’, diz Bolsonaro sobre estudantes de universidades federais


O presidente Jair Bolsonaro, durante um discurso ontem (12) em Tocantins, criticou o resultado da avaliação dos alunos de universidades públicas na Prova Internacional do Estudante (Pisa).

“Entre as 200 melhores universidades do mundo, tem algum brasileira? Não tem! Isso é um vexame! O que que se faz em muitas universidades e faculdades do Brasil, o [que o] estudante faz? Faz tudo, menos estudar”, disse ele.

A avaliação a que ele faz referência indica o desempenho dos estudantes de cerca de 80 países nas áreas de ciência, literatura e matemática. A edição mais recente do Pisa foi divulgada no início de dezembro. 

“A China está em primeiro lugar, nós estamos nos últimos. Qual a tendência, que poucos falam? Têm vergonha de falar, porque é desrespeito. Não é desrespeito, é uma realidade. São melhores, vão viver melhores”, completou ele.
*Metro1.

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