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Vídeo flagra momento em que militares morrem ao cair de helicóptero durante desfile


Um vídeo feito por um cinegrafista amador registrou o momento que militares da Força Aérea Colombiana morrem após cair do helicóptero onde estavam, durante uma apresentação no último domingo (11/8), em Medellín.

De acordo com informações da imprensa colombiana, eles estavam segurando uma bandeira do país que deveria sobrevoar o Festival das Flores, quando a corda que os mantinha presos à aeronave se rompeu.

Aparentemente não havia outra proteção para os soldados, identificados como Jesús Mosquera, e Sebastián Gamboa Ricaurte. A Força Aérea da Colômbia informou que os motivos “deste doloroso acidente” estão sendo investigados pela instituição. *AratuOnline.

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Mundo

Trump anuncia fechamento de ‘fase 1’ do acordo comercial com a China


Após meses de negociações, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira (13) o fechamento da primeira fase de um acordo comercial com a China.

A decisão de concluir ao menos parte das conversas acontece em meio ao desgaste que a disputa com Pequim tem causado à sua popularidade às vésperas da eleição de 2020.

Em entrevista às 23h do horário de Pequim, oficiais chineses também anunciaram o acordo, mas com termos dissonantes dos divulgados pelo presidente americano.

Em seu Twitter, Trump afirmou que “tarifas de 25% permanecerão como estão”, assim como taxas de 7,5%. O presidente disse ainda que vai suspender taxas em cima de US$ 156 bilhões em bens de consumo chineses que entrariam em vigor no domingo (15).

Segundo comunicado do escritório do representante comercial dos EUA, as tarifas de 25% serão mantidas sobre cerca de US$ 250 bilhões de importações chinesas, junto a 7,5% ?de tarifas a US$ 120 bilhões de demais produtos da China.

Em troca, diz Trump, a China prometeu comprar mais produtos agrícolas, de energia e bens manufaturados dos americanos, o que seria um afago aos fazendeiros que apoiaram o republicano em 2016 mas estavam insatisfeitos com os prejuízos nas plantações de soja e milho, por exemplo, desde que a guerra de tarifas começou, em 2018.

“Concordamos em uma grande primeira fase do acordo com a China. Eles [chineses] concordaram com muitas mudanças estruturais e compras maciças de produtos agrícolas, energia e bens manufaturados, além de muito mais. As tarifas de 25% permanecerão como estão, com 7,5% sobre o restante”, escreveu o presidente.

“Vamos começar as negociações da fase dois imediatamente, ao invés de esperar até depois das eleições de 2020. É um acordo maravilhoso para todos. Obrigado.”

O anúncio aconteceu no mesmo momento em que o Comitê Judiciário da Câmara aprovou as duas acusações de impeachment contra Trump. A votação agora vai para o plenário da Casa, na próxima semana.

Na coletiva em Pequim, oficiais chineses não responderam a perguntas de jornalistas sobre o valor exato das importações agrícolas americanas, uma das maiores partes do acordo. Estimava-se US$ 50 bilhões (R$ 205 bilhões), mas oficiais apenas disseram que as compras serão ampliadas por uma “margem notável”.

O texto do acordo tem nove capítulos e ainda precisa ser revisito legalmente pelos países para ser assinado e entrar em vigor. Segundo os chineses, parte das tarifas já impostas seriam retiradas pelos Estados Unidos gradualmente, o que vai contra a declaração do presidente americano de manter 25% das tarifas.

Com a falta de clareza quanto à natureza do acordo, índices acionários americanos passaram de forte alta a queda. Dow Jones chegou a subir 0,5%, a nível recorde logo depois do anúncio, mas virou para queda de 0,4% por volta das 13h30. No Brasil, Ibovespa opera perto da estabilidade e o dólar virou de queda para alta de 0,36%, a R$ 4,109.

As Bolsas asiáticas, por sua vez, encerraram o pregão desta sexta em forte alta. O índice CSI 300, que reúne as Bolsas de Xangai e Shenzhen, subiu 2%.

Na manhã de quinta-feira (12), o presidente dos EUA havia dito em seu Twitter que estava “muito próximo” de um “grande acordo” com Pequim, e o mercado financeiro reagiu com otimismo.

Analistas que acompanham as negociações há quase dois anos afirmam que o anúncio da conclusão de uma primeira parte do processo está longe de ter o tamanho ideal para o acordo, mas o saldo ainda é positivo.

Com essa etapa, além de fazer o afago a produtores de estados-chave para sua reeleição, como Iowa e Illinois, Trump evita punir consumidores nos EUA, visto que as tarifas que entrariam em vigor no dia 15 de dezembro eram sobre produtos chineses de bens de consumo, como smartphones. E, por fim, mostra que ainda tem capacidade de chegar a um acordo após meses de conversas improdutivas.

Durante toda a quinta-feira, o republicano teve reuniões com conselheiros de comércio do seu governo e viu surgirem boas reações no mercado, como o índice MSCI, que mede o desempenho global de ações, que bateu recorde no início da tarde. As empresas americanas tiveram alta na Bolsa, assim como os títulos do Tesouro.

O presidente havia dito que a batida de martelo com a China deveria sair somente após a eleição de novembro do ano que vem, mas tem sido aconselhado por integrantes de seu governo a agir diante dos custos que o prolongamento da disputa com os chineses poderia trazer para sua campanha.

Na semana passada, o republicano chegou a anunciar imposição de tarifas sobre o aço e o alumínio que chegam nos EUA pelo Brasil e Argentina, pegando de surpresa o governo Jair Bolsonaro. A avaliação foi a de que Trump precisava fazer um aceno ao seu eleitorado e mostrar insatisfação com o brasileiro, que mantém uma relação cordial com os chineses.

Os agricultores americanos perderam vendas para os brasileiros e argentinos, que passaram a exportar produtos com preço mais vantajoso a Pequim.

De 2018 para cá, os EUA impuseram tarifas de 25% sobre US$ 250 bilhões em produtos importados da China, e mais 15% em cima de outros US$ 110 bilhões em itens. As novas tarifas, que começariam à meia-noite de domingo, incidiriam sobre US$ 160 bilhões em produtos de consumo, como smartphones e brinquedos.
*Bahia Notícias.

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Ex-presidente do Inpe Ricardo Galvão é eleito um dos dez cientistas do ano pela revista Nature


Ex-presidente do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Ricardo Galvão foi um dos 10 especialistas escolhidos para a edição deste ano do “Nature’s 10”, da renomada revista britânica Nature. O anúncio oficial será feito ainda hoje (13). 

Galvão se envolveu em julho em episódio de atrito com o presidente Jair Bolsonaro e o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, após divulgar dados oficiais do desmatamento na Floresta Amazônica, mostrando um aumento da atividade. 

Bolsonaro chegou a sugerir que o Inpe e seu então presidente estavam a serviço de alguma ONG e que os números apresentados não eram verdadeiros. Galvão acabou sendo exonerado em agosto. 
*Metro1.

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Mundo

Catador de lixo encontra âmbar de baleia avaliado em R$2,9 milhões


Surachet Chanchu estava vasculhando o lixo na praia de Songkhla (Tailândia) quando encontrou acidentalmente um tesouro. O catador de lixo se deparou com uma peça de âmbar cinza, considerado um produto de luxo, avaliado em nada menos que R$ 2,9 milhões.

O âmbar cinza, que estava solidificado, é uma substância produzida pela baleia cachalote quando ela sofre indigestão. Tecnicamente, trata-se de vômito de baleia. O líquido então solidifica no oceano e amadurece por muitos anos. Especialistas dizem que pedaços de âmbar-cinza às vezes flutuam no oceano por mais de 100 anos.

O catador está esperando autoridades do governo para decidir o que será feito com o âmbar-cinza, que pesa 16,7 quilos, contou o “Daily Mail”. A substância, que contém múltiplos compostos aromáticos, é usada pela indústria como fixador de perfumes. Além da perfumaria, o âmbar também é usado como produto afrodisíaco. Neste fim, ele é ingerido em solução alcoólica. A utilização como aromatizante de vinho e chás é registrada na Ásia.

Para se certificar de que se tratava de âmbar de baleia, Surachet pôs fogo em uma pequena parte da peça. O resultado foi positivo. O material autêntico é inflamável. (iBahia)

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