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Brasil

Paredão de fogo destrói área equivalente a 10 campos de futebol no interior do Acre


A equipe da Rede Amazônica flagrou, na noite de sexta-feira (23), um paredão de fogo que se estendeu por mais de 100 metros. A vegetação seca e o vento ajudavam as labaredas a se espalhar por uma área equivalente a 10 campos de futebol no município de Senador Guiomard, a 24 km de Rio Branco. De acordo com matéria publicada pelo portal G1, o fogo durou cerca de 4 horas e foi extinto ainda na noite de sexta.

A Secretaria do Meio Ambiente do Acre informou que o número de queimadas aumentou consideravelmente no estado, quando comparado ao ano passado. De janeiro até 22 de agosto do ano passado, foram registradas 852 queimadas. Este número saltou para 2.498 entre janeiro até 20 de agosto deste ano – um aumento de mais de 190%. Na sexta, o governo decretou estado de emergência devido às queimadas para reforçar as ações de combate e fiscalização.

A Amazônia Legal, que inclui 8 estados e parte do maranhão, teve aumento de 110% no número de queimadas, de janeiro até agora. Foram mais de 56 mil focos de incêndio contra 26.609 no mesmo período do ano passado. Os estados com mais queimadas são Mato Grosso (14.640), Pará, (10.258) e Amazonas (7.294). (bahia.ba)

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Brasil

Índice de aprovação do governo Bolsonaro volta a subir, aponta pesquisa


O presidente Jair Bolsonaro recuperou nos últimos meses parte de sua popularidade, que havia perdida no início de seu agitado governo, de acordo com uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 22, pelo Instituto MDA da Confederação Nacional dos Transportes (CNT).

O índice de aprovação do presidente, que assumiu o cargo em janeiro de 2019, caiu de 57,5% em fevereiro para 41% em agosto, mas voltou a subir para 47,8% este mês, segundo a pesquisa. Sua desaprovação, que passou de 28% para 54% entre fevereiro e agosto, foi reduzida para 47%, acrescenta o estudo.

A avaliação do governo também mostra melhorias: as opiniões positivas subiram de 29% em agosto para 35% em janeiro, as negativas caíram de 39% para 31% e os que julgam regular passaram de 29% para 32%.

O primeiro ano do governo Bolsonaro foi marcado por ajustes fiscais em uma economia quase anêmica e por iniciativas controversas no campo da proteção ambiental e nas áreas de segurança, educação e cultura.

Nos três anos restantes, 48,8% dos brasileiros têm expectativas positivas (“excelente” para 14,9% e “boa” para 33,9%).

Aqueles que se preparam para três anos “ruins” ou “péssimos” somam 22,5%; e 24,3% esperam que sejam anos com desempenho “regular”.

As áreas de governo mais bem avaliadas são o combate à corrupção (30,1%), economia (22%) e segurança (22%), de acordo com uma pesquisa.

No final da lista estão saúde (5,4%), direitos humanos (3,9%), relacionamento com o Congresso (3,2%) e meio ambiente (2,6%).

A pesquisa foi realizada entre 15 e 18 de janeiro com uma amostragem de 2.002 entrevistas e uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

*A Tarde.

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Brasil

Brasil é um dos países com menor mobilidade social do mundo


O Brasil está na 60ª posição, entre 82 economias, em um ranking de mobilidade social divulgado nesta semana pelo Fórum Econômico Mundial.

O Índice Global de Mobilidade Social considera 10 pilares: qualidade e equidade da educação, acesso à edução, saúde, instituições inclusivas, proteção social, condições de trabalho, distribuição justa de salários, oportunidades de trabalho, acesso à tecnologia e aprendizado ao longo da vida.

“Crianças nascidas em famílias menos abastadas tendem a experimentar maiores barreiras para chegar ao sucesso do que aquelas nascidas em famílias mais abastadas. Essa desigualdade de oportunidades podem se tornar arraigadas e promover desigualdades econômicas de longo prazo, bem como profundas divisões econômicas e sociais”, diz trecho do texto.

Os cinco primeiros países do ranking são: Finlândia, Noruega, Suécia, Dinamarca e Islândia.
*Metro1.

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Brasil

Governo de Minas investiga caso suspeito de coronavírus em Belo Horizonte


A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais investiga suspeita de coronavírus em Belo Horizonte. Trata-se de uma mulher de 35 anos que veio de Xangai, na China. Os exames capazes de confirmar ou descartar a hipótese diagnóstica estão em andamento.

Subiu para 17 o número de mortes provocadas pelo coronavírus que já infectou 444 pessoas na província de Hubei, na China, de acordo com balanço divulgado pela TV estatal, citando autoridades locais.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) se reúne hoje em Genebra, na Suíça, e pode decretar “emergência de saúde pública de interesse internacional”.
*Metro1.

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