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Brasil

Depressão não é doença para 53% das pessoas, aponta estudo


Pesquisa divulgada pelo Ibope Conecta na última semana de agosto aponta que apenas 47% dos entrevistados definiram a depressão como um transtorno mental quando questionados sobre o tema. Os 53% restantes, entre dois mil participantes de seis estados, consideraram que depressão é um estado de espírito, doença da alma, entre outras definições.

Resultado de uma iniciativa conjunta da Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos (Abrata), do Centro de Valorização da Vida (CVV) e da Pfizer, o estudo integra a série de ações desenvolvidas em todo o Brasil para marcar o Setembro Amarelo. Mobilizando entidades civis, empresas e órgãos públicos, a campanha tem como foco a prevenção do suicídio.

Segundo a presidente da Associação Psiquiátrica da Bahia (APB), Miriam Gorender, cerca de um terço dos casos de suicídio está relacionado a transtornos de humor, como a depressão e a bipolaridade. Mais um terço teria relação com dependência química, principalmente alcoolismo, e em torno de 10% estariam ligados a transtornos de personalidade, especialmente borderline, acrescenta a psiquiatra.

Falar sobre um diagnóstico de depressão no trabalho, escola e outros meios foi apontado como barreira por 44% dos entrevistados pelo Ibope Conecta. Esse temor de falar da doença é ainda mais comum no grupo entre 18 e 24 anos, representando 56% dos participantes nessa faixa etária.

Na avaliação de Gorender, o medo das pessoas é plenamente justificável, pois frequentemente são prejulgadas. “Preconceito mata! O Setembro Amarelo é antes de tudo uma campanha antiestigma, porque diminuindo o preconceito as pessoas conseguem pedir ajuda e dar ajuda”, defende. A médica ressalta que quase 100% dos casos de suicídio têm relação com algum tipo de transtorno mental.

Leia mais: http://atarde.uol.com.br/saude/noticias/2090821-depressao-nao-e-doenca-para-53-das-pessoas-aponta-estudo

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Brasil

Mega-Sena acumula e deve pagar R$ 40 mi amanhã


Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.227 da Mega-Sena, realizado ontem (23), e o prêmio acumulado deve chegar a R$ 40 milhões amanhã (18). A estimativa é da Caixa.

A quina teve 92 apostas vencedoras, que vão ganhar R$ 27.202,90 cada. Outros 5.732 acertaram a quadra e vão levar R$ 623,73 cada. 

A sequência sorteada foi 06 – 09 – 12 – 27 – 32 – 57. A aposta mínima é de R$ 4,50 e pode ser feita até às 19h do dia do concurso.  
*Metro1.

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Brasil

Bolsonaro recua e descarta possibilidade de desmembrar ministério comandado por Moro


O presidente Jair Bolsonaro recuou e decidiu que não irá desmembrar o Ministério da Justiça e Segurança Pública, comandado por Sergio Moro. A possibilidade havia sido ventilada por ele ontem (23), após reunião com secretários estaduais da área. Com a mudança, Moro ficaria na Justiça e um outro ministro comandaria a área da segurança. Ao desembarcar em Nova Déli, na Índia, para uma viagem oficial, Bolsonaro descartou a hipótese.

“O Brasil está indo muito bem. Segurança pública, os números indicam que está indo no caminho certo, e a minha máxima é: em time que está ganhando não se mexe”, afirmou o presidente.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, na coluna Painel, o ministro Sérgio Moro chegou a se queixar com aliados e cogitou deixar o governo caso tivesse o ministério desmembrado. Hoje, Bolsonaro rechaçou a chance de mudança na pasta. “A chance no momento é zero. Tá bom ou não? Tá bom, né? Não sei amanhã. Na política, tudo muda, mas não há essa intenção de dividir [o Ministério da Justiça]. Não há essa intenção”, completou Bolsonaro. (M1)

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Brasil

Moro avisa a aliados que deixará governo se perder Segurança Pública


Chateado com o presidente Jair Bolsonaro, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, avalia deixar o governo caso as pasta que comanda seja desmembrada. Ontem (23), Bolsonaro declarou que avalia a recriação do Ministério da Segurança Pública após reunião com secretários estaduais da área. Aliados de Moro ouviram do ministro que não houve contato dele com Bolsonaro na quinta-feira.

A informação foi divulgada pelo jornal Folha de S. Paulo. De acordo com a coluna Painel, na polícia, a história é tratada como um balão de ensaio.

O episódio é mais um da série de atritos entre Bolsonaro e Moro. Tida como principal vitrine do ministro, a redução de homicídios, por exemplo, que foi iniciada no governo de Michel Temer (MDB), sairia da alçada do ex-juiz federal e passaria para a pasta da Segurança Pública. M1.

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