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Economia

Petrobras nega demissão em massa após desocupação da Torre Pituba


A Petrobras afirmou, em comunicado divulgado à imprensa ontem (11), que “não é verdadeira a informação sobre demissão em massa de prestadores de serviços” com a desocupação do edifício Torre Pituba, em Salvador. A informação sobre o desligamento de terceirizados havia sido divulgada pelo Sindicato dos Petroleiros da Bahia, Sindipetro.

A estatal informou ainda que o imóvel possui taxa de ocupação de 20% e “elevados custos de aluguel e manutenção”. Segundo a empresa, a desocupação ocorre “dentro de uma estratégia de redução de custos em todos os seus processos e atividades, inclusive a ocupação predial”. – Anúncio –

“A Torre Pituba abriga hoje não apenas atividades de apoio às operações na Bahia, como atende outras áreas administrativas da Petrobras, que estão avaliando as melhores soluções para alocação de suas equipes e atividades, não implicando necessariamente em transferências para outros estados e regiões”, disse a Petrobras.  

Ainda conforme a estatal, também são realizados estudos para readequação de contratos de prestação de serviços conforme necessidades da companhia no estado. A empresa também nega o argumento do sindicato de que a desocpuação faria parte de uma estratégia “política”, para reduzir a presença no Nordeste do país.

“Esse movimento de adequação para redução de custos de ocupação predial não é pontual em uma região específica. Esse ano já foi desocupado o Edisp, em São Paulo, contratadas novas instalações e realocadas algumas equipes, gerando uma economia anual de cerca de R$ 20 milhões para a companhia. Com o mesmo intuito, estão sendo desocupados o Edifício Ventura, no Centro do Rio de Janeiro, e o Edifício Novo Cavaleiros, em Macaé”, afirma o comunicado.  

(Metro1)

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Economia

Previsão do PIB para 2020 sobe a 2,31%


A estimativa do mercado financeiro para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deste ano é de 2,31% de crescimento. Isso é o que aponta o Boletim Focus desta semana, divulgado hoje (20) pelo Banco Central. 

A previsão da semana passada era pouco menor, de 2,3%. Já o governo federal aponta expectativa de aumento de 2,4%. 

Quanto à inflação, os economistas consultados pelo BC esperam uma redução de 3,56%. No último boletim a estimativa era de 3,56%.
*Metro1.

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Economia

Governo quer obter R$ 150 bilhões com privatizações em 2020, diz secretário


O Ministério da Economia anunciou nesta terça-feira (14) que o governo pretende vender cerca de 300 ativos públicos em 2020. A meta inclui empresas controladas pelo governo, como a Eletrobras, além de subsidiárias, coligadas e participações societárias. Com as transações, o governo espera obter R$ 150 bilhões.

O anúncio foi feito pelo secretário-especial de Desestatização e Desinvestimento, Salim Mattar. Segundo ele, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e a Petrobras não serão privatizadas. Os Correios estão na lista de privatizações, mas a venda é prevista para o fim de 2021, de acordo com o G1.

“Em 2020, vamos ter uma meta ousada para atingir em termos de valor e de empresas”, disse. Para isso, o governo deve enviar um projeto ao Congresso Nacional em fevereiro propondo um “fast track” (caminho rápido) para a venda dos ativos públicos.

“É uma forma de acelerar esse processo de venda. A meta [para 2020] depende de o ‘fast track’ passar. O ‘fast track’ é fundamental para atingirmos essa meta. Seria como se fosse um atalhozinho, é um projeto de lei. Já esta pronto. Esperando o Congresso abrir, e a melhor forma de conseguir apoio”, diz Salim.

Segundo o secretário de Desestatização, o projeto colocaria as empresas a serem privatizadas diretamente no Programa Nacional de Desestatização (PND). O texto reduziria, também, o tempo de atuação de escritórios de advocacia e de bancos no processo de modelagem dessas vendas.
*Bahia Notícias

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Economia

Guedes avalia autorizar recomposição do salário mínimo deste ano


O ministro da Economia, Paulo Guedes, estuda autorizar uma recomposição do salário mínimo no país para valor acima dos R$ 1.039 já definidos. O objetivo é recompor integralmente a inflação de 2019.

O tema foi tratado em reunião de abertura do ano com secretários nesta segunda-feira (13). Ainda não há definição sobre como esse aumento seria operacionalizado. Uma das possibilidades é enviar uma sugestão ao Congresso, que ainda vai votar a Medida Provisória que definiu o valor do mínimo e pode fazer alterações no texto.

A Constituição determina que o salário mínimo tenha reajustes periódicos que preservem o poder aquisitivo do trabalhador.

Neste ano, a estimativa do governo que levou ao aumento de R$ 998 para R$ 1.039 considerou uma inflação mais baixa do que a anunciada oficialmente na última semana.

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou o INPC (Índice Nacional de Preços ao Mercado) de 2019 , que ficou em 4,48%. O percentual veio acima dos 3,86% estimados no fim de dezembro pelo governo ao determinar o valor de R$ 1.039 para o mínimo.

Levando em conta o cálculo usado pela equipe econômica, que parte de R$ 999,91 ao considerar um resíduo de inflação de 2018, o valor chegaria a R$ 1.044,70 usando o INPC integral de 2019. Como a cifra é arredondada ao entrar em vigor, o salário mínimo em 2020 deveria ser de R$1.045.

No caso de o reajuste ter sido feito sobre R$ 998, valor anterior do mínimo que desconsidera esse resíduo, a cifra ficaria em R$ 1.043.

Pelos cálculos da equipe econômica, para cada R$ 1 de aumento no salário mínimo, os gastos públicos federais são elevados em R$ 319 milhões. Isso porque o governo amplia despesas atreladas ao mínimo, como benefícios previdenciários, abono salarial, seguro-desemprego e benefícios assistenciais a idosos e deficientes. O valor também considera um pequeno aumento de arrecadação.
*Bahia Notícias.

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