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Política

Governo desbloqueia R$ 8,3 bilhões do orçamento


O presidente da República, Jair Bolsonaro, anunciou, através da sua conta pessoal no Twitter, que a Casa Civil divulgou descontingenciamento de R$ 8,3 bilhões que devem ser distribuídos à Educação e demais pastas. “Desde o início, nosso governo preza pela responsabilidade com as contas públicas. Com muito sacrifício, estamos criando condições para manter os investimentos”, disse o presidente, antes de confirmar o anúncio da Casa Civil.

Do orçamento deste ano, o governo bloqueou cerca de R$ 33 bilhões. Na terça-feira, 17, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), havia anunciado que o descontingenciamento seria anunciado até o final de setembro.

“Sempre dissemos que o contingenciamento é uma poupança. Quem vai viajar e tem mil reais no bolso para passar dez dias não gasta os mil reais nos dois primeiros dias. Guarda para terminar a viagem. O contingenciamento é uma viagem ao longo do ano. O próprio Ministério da Educação, que foi acusado injustamente, vai ter R$ 1,9 bilhão de descontingenciamento e vai poder atender as universidades. Os ataques foram motivados por questões políticas”, afirmou Onyx a O Globo ontem. O MEC vai ter praticamente R$ 1,9 bilhão de descontingenciamento. Vai poder atender às universidades, vai tudo ficar bem, como a gente disse que ia fazer”.

A meta fiscal do governo para este ano é um déficit primário de R$ 139 bilhões para o Governo Central – contando aí Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central. O déficit primário é o resultado negativo nas contas do governo sem o pagamento dos juros da dívida pública. (Correio)

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Política

Bolsonaro diz que Moro foi ‘covarde’ por dificultar sua política de armar a população


O presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) voltou a atacar publicamente o ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, hoje (1º), ao acusá-lo de dificultar a posse e o porte de armas. A falta de alinhamento do ex-juiz da Lava Jato com o governo foi evidenciada com a saída de Moro do Ministério da Justiça. Ele acusa Bolsonaro de interferir no comando da Polícia Federal em diversas vezes, chegando a apresentar como prova em um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) um vídeo de uma reunião ministerial ocorrida no mês passado.

“Para vocês entenderem um pouquinho quem estava do meu lado. Essa IN (instrução normativa) 131 é da Polícia Federal, mas por determinação do Moro. É uma instrução normativa, ignorou decretos meus e ignorou lei para dificultar a posse e porte da arma de fogo para as pessoas de bem”, afirmou Bolsonaro a apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada. A norma citada pelo presidente foi publicada em 2018, antes de Moro assumir a pasta, e trata de procedimentos relativos a registro, posse, porte e comercialização de armas de fogo e munição.

A declaração do presidente ocorreu após ele ser abordado por um apoiador em uma cadeira de rodas que se disse vítima de um assalto. Segundo o relato do homem, ele é comerciante e afirmou que, por estar desarmado, não conseguiu se defender. 

Bolsonaro ainda citou uma outra portaria, que previa prisão para quem descumprisse medidas de distanciamento social contra a covid-19, para atacar o ex-ministro, a quem chamou de covarde. “Assim como essa IN, tem uma portaria que o novo ministro revogou que, apesar de não ter força de lei, orientava a prisão de civis. Por isso que naquela reunião secreta, o Moro, de forma covarde, ficou calado. E ele queria uma portaria ainda, depois, que multasse quem estivesse na rua. Perfeitamente alinhado com outra ideologia que não era nossa”, disse Bolsonaro. (Metro1)

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Brasil

Grupo bolsonarista protesta em frente ao STF com tochas e máscaras


Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro fizeram um ato na noite de ontem (30) com tochas e máscaras em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF).

O ato reuniu cerca de 30 manifestantes, que protestaram contra o ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito que investiga disseminação de fake news e ameaças e ofensas ao Supremo. 

Usuários das redes sociais lembraram que tochas e máscaras são elementos marcantes em atos do grupo supremacista Ku Kux Klan, nos Estados Unidos. Também lembraram do uso de tochas em manifestações dos nazistas, na Alemanha da década de 1930. Fonte: Metro1

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Política

Câmara dos Deputados aprova redução de salários e suspensão de contrato durante pandemia


A Câmara dos Deputados aprovou ontem (29) a medida provisória que permite redução de salários e de jornada de trabalho ou suspensão do contrato trabalhista durante o período de paralisações de atividades em razão da pandemia de coronavírus. 

A matéria, que será enviada ao Senado para aprovação, prevê o pagamento de um benefício emergencial, pelo governo, aos trabalhadores que sofrerem alteração contratual. 

O texto foi aprovado na forma de um parecer do parlamentar Orlando Silva (PCdoB-SP). O documento prevê ainda a inclusão do prolongamento por um ano na desoneração da folha de pagamento dos 17 setores que, atualmente, mais empregam no Brasil. (Metro1)

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