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Bahia

Ex-prefeito da Bahia é suspeito de matar homem que ia depor contra ele

Uma operação policial deflagrada nesta sexta-feira (3/10) em Abaré, 550 km de Salvador, busca prender o ex-prefeito do município, Delísio Oliveira da Silva, e José Ponfílio dos Santos Filho, conhecido como ‘Baiano’. De acordo com o Ministério Público da Bahia (MP-Ba), eles são acusados de participar do homicídio de Glauciano Sátrio da Silva, conhecido como Silas, pouco antes dele depor contra o prefeito.

Segundo o promotor de Justiça Leonardo Bitencourt, as investigações apontaram que ‘Silas’ foi assassinado por ter denunciado a compra de votos e o abuso de poder por parte do ex-prefeito. A vítima já tinha prestado um depoimento e iria depor novamente, dessa vez na Justiça Eleitoral, quando o crime ocorreu. “Porém, dias antes, Glauciano foi morto, impedindo assim a sua oitiva em Juízo que poderia resultar na cassação do mandato do prefeito, então reeleito”, afirmou Bitencourt. 

Ainda de acordo com o MP, Silas foi morto em dezembro de 2008 em um assentamento localizado em Abaré. O ex-prefeito e ‘Baiano’ são considerados foragidos. Quatro mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos pela polícia, inclusive na residência do ex-prefeito, para localizar a arma utilizada no crime e documentos relacionados a crimes de improbidade administrativa a que Delísio da Silva responde na Justiça. Fonte: Aratu On

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Bahia

Homem perde parte do couro cabeluno ao ser atingido por tiro de espingarda na Bahia

Um homem identificado como Ricardo Brito da Conceição, 35 anos, perdeu parte do couro cabeludo após um extenso ferimento na cabeça, provocado por um tiro de espingarda chumbeira que levara na Aldeia Mucugê, em Prado (distante a 671 km de Salvador).

De acordo com informações do site Teixeira Hoje, apesar dos fragmentos de chumbo terem arrancado parte do cabelo da vítima, não houve perfuração do crânio. O homem foi socorrido por populares.

A autoria e motivação do crime ainda são desconhecidas. *A Tarde.

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Bahia

Camaçari: Gerente de farmácia é absolvida em ação que a responsabilizava por explosão

A gerente da farmácia Pague Menos que explodiu em Camaçari, em novembro de 2016, Maria Rita dos Santos Sampaio, foi absolvida da ação que a responsabilizava pelo incidente, que matou 10 pessoas e feriu outras 17.

A decisão foi tomada pelo Juiz Waldir Viana Ribeiro Junior, da Vara do Júri e Execuções Penais da Comarca de Camaçari, que entendeu que o fato aconteceu motivado por circunstâncias consequentes de uma decisão que não cabia à acusada, mas aos seus superiores hierárquicos, mesmo ela sendo omissa em relação ao risco iminente.

Isso porque, no período do aciente, intervenções no telhado e no sistema de ar-condicionado estavam sendo feitas sem que o atendimento na loja fosse interrompido. As obras realizadas, por envolverem o uso de solda e a presença de inflamáveis nas prateleiras, provocaram a explosão.

Na sentença a Corte ressaltou: “A cultura na empresa é de não fechar as lojas para serviços de reparos ou reforma, mantendo a continuidade dos negócios de varejo, ainda que em condições inapropriadas, ou mesmo com risco de dano às integridades físicas dos empregados e consumidores”.

Maria Rita foi acusada junto com outras quatro pessoas, Luciano Santos Silva, Rafael Fabrício Nascimento de Almeida, Augusto Alves Pereira e Erick Bezerra Chianca, mas teve seu caso desmembrado, sendo julgada separadamente. *Bahia Notícias.

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Bahia

Ufba fica sem luz após roubo de cabos

Assessoria da universidade afirma que novo material já está sendo providenciado

As faculdades de Administração, Ciências Contábeis, Direito, Educação e demais cursos que funcionam no Pavilhão de Aulas do Canela (PAC) da Universidade Federal da Bahia (Ufba), ficaram sem luz na manhã de hoje (18) em decorrência de, pelo menos, 150 metros de cabos roubados do instituto.

A assessoria da universidade afirma que a Superintendência de Meio Ambiente e Infraestrutura já está providenciando material para repor e restabelecer a energia das unidades.

A Sala de Arte Cinema da Ufba, também localizada no PAC, publicou em sua página no Facebook que não funcionará nesta sexta-feira, até que a situação seja normalizada. *Metro1.

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Bahia

Vítima de bala perdida, criança que convive há três anos com bolsa de colostomia precisa de cirurgia

A pequena Maria Luiza, de 7 anos, tem convivido com um problema desde 11 de dezembro de 2016. Na ocasião, ela estava se mudando com a mãe para o bairro da Rocinha, no município de Itaberaba, a 264 km de Salvador, quando homens em um carro preto passaram atirando e balearam a criança. O alvo do ataque era um homem que, segundo a família, tinha envolvimento com o tráfico de drogas.

A menina estava brincando com o pai na rua e sofreu dois tiros, um deles na barriga e outro na vagina, que perfurou o órgão e o ânus. Ela foi socorrida para o hospital da cidade, sendo transferida em seguida para uma unidade em Feira de Santana. Os responsáveis pelo crime já foram mortos em “guerras do tráfico”, de acordo com vizinhos. 

Uma cirurgia na criança já foi realizada, mas a menina precisa agora de um novo procedimento para a retirada de uma bolsa de colostomia, além de uma cirurgia plástica em seus órgãos íntimos. “Ela está crescendo e é difícil. Estamos com medo de não conseguirem reverter o caso dela e ela ficar dependente da bolsa pelo resto da vida”, conta Naiara Pedroza, tia da vítima. 

A menina está sendo acompanhada pelo Hospital Martagão Gesteira, em Salvador, mas ainda não há previsão de quando será feita a cirurgia. Maria Luiza vai à escola, como qualquer garota da sua idade, mas tem enfrentado problemas.

“Ela fica recebendo críticas, sofrendo bullying no colégio por causa da bolsa que precisa usar. As outras crianças reclamam do cheiro, não querer brincar com ela. Temos medo que depois disso tudo ela possa desenvolver depressão”, sustenta a tia.

A mãe da criança, Ludmylla Romão, conta que já fez diversos pedidos ao secretário de Saúde do município e ao prefeito, pois até o fornecimento das bolsas usadas pela menina não tem sido constante. A reportagem entrou em contato com a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), já que a criança está na fila de espera da regulação, mas não obteve retorno. 

Quem quiser ajudar a família, pode fazer uma doação nos dados abaixo:
Caixa Econômica FederalAgência:0949 / Operação: 013 Conta poupança: 00076436-3Ataide Arruda de Oliveira Junior (Pai da menina)

*Aratu On.

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Bahia

“É inadmissível esse silêncio do Governo Federal”, afirma Rui Costa sobre vazamento de óleo

Em reunião nesta quinta-feira, 17, com prefeitos e dirigentes da Defesa Civil de oito municípios baianos atingidos por manchas de óleo, o governador Rui Costa criticou a atuação do Governo Federal no caso. Até agora, cerca de 155 toneladas já foram recolhidas nas praias das mais de 10 cidades afetadas. O número pode ser maior com as manchas que chegaram aos manguezais e pedras no litoral que ainda não foram retiradas.

“A grande preocupação do estado e das autoridades municipiais é a falta de informação das autoridades federais competentes. A responsabilidade das águas oceânicas no sentido ambiental pertence ao Ibama e de seguranca, a Marinha. Além disso, temos um grande especialista em petróleo que é a Petrobras. Até agora, nem os municípios ou os estados tem qualquer informação sobre o que já foi feito ou ainda está sendo feito para descobrir a fonte primária do óleo”, afirmou.

Ao reforçar o pedido de ajuda ao governo federal, Rui Costa comparou a limpeza das praias ao ato de “enxugar gelo”, visto que, novas manchas voltam a surgir logo após a retirada. “É uma sensação de estar enxugando gelo, porque você toda dia tira óleo, e todo dia chega óleo, então não vamos ter como resolver se não soubermos de onde está vindo esse óleo”, disse.

Ainda na ocasião, o governador disse que nesta quinta-feira irá conversar com os outros nove governadores da região do Nordeste e que teme pela quantidade de óleo encontrada nos outros estados. “Imagine se cada um dos nove estados tiver uma quantidade igual a da Bahia? Podendo estar falando de mais de 1 milhão de toneladas de óleo”, explica.

Questionado sobre o investimento às ações de limpeza, Rui voltou a falar sobre a ausência do governo federal e a falta de orientação sobre os recursos adequados. O estado também entrou na ação do Ministério Público Federal (MPF) contra a União. 

“Nenhum de nós, nem municípios ou estado tem especialidade em cuidar de petróleo no mar. Qual a tecnologia a ser aplicada? Soubemos que a bóia usada em Sergipe não segurou o óleo. Até para fazer um investimento, seja qual for o valor, precisamos de um parecer para dizer se a tecnologia vai funcionar. Não temos especialista para isso”, conta.

“Equipe está pronta e preparada”

Substituindo o prefeito de Salvador ACM Neto, que deve retornar à capital na sexta-feira, 18, o chefe da Casa Civil Luiz Antônio Carreira afirmou que a equipe de limpeza da capital baiana está pronta e preparada para lidar com o óleo. Sobre a atuação do governo federal pontuada por Rui, o representante acredita que na verdade se trata de um “desconhecimento geral”.

“O que existe é um desconhecimento geral do que está acontecendo. Ninguém sabe, nem o governo do estado, nem os municípios, nem o governo federal. O que o governo federal está fazendo é tentando investigar e claro que algumas dessas investigações também são sigilosas, nem sempre é comunicada. Porém, os municípios tem razão em reclamar da falta de informação”, disse.

Diferente de outros munícipios, a capital baiana não chegou a aderir ao estado de emergência. Segundo Luiz uma das principais causas foi a relação com o turismo. 

“A gente tem que olhar que Salvador é uma capital com infraestrutura turística muito grande e ficamos muito preocupados com o turismo”, contou. O chefe da Casa Civil não deu qualquer índicio de que Salvador iria aderir ao decreto.

Até o momento, Salvador já conseguiu coletar 40 toneladas de óleo. O próximo passo, segundo Luiz, é passar o pente fino e retirar os resquícios das prais já limpas.

A todo vapor

Na tarde desta quinta, cerca de três toneladas do óleo foram retirados por bombeiros militares, somente na Praia do Conde. Além da região, as equipes também seguem atuando em Porto Sauípe, Subauma, Imbassahy e Praia do Forte. Eles estão realizando a remoção do material e depositando em locais adequados para o descarte.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA), cerca de 75 bombeiros estão distribuídos nas praias mais criticas, realizando a remoção do óleo de forma manual. O objetivo é fazer toda a coleta de forma segura.

Segundo o coronel Francisco Telles, o agrupamento começou com 50 pessoas por dia e precisou ser aumentado devido a necessidade. No entanto, caso seja necessário, este número pode crescer ainda mais. O intuito da operação é identificar os pontos de maior impacto e atuar com mais eficácia.

Fonte: ATarde.

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