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Cidades

Homem suspeito de matar taxista e irmão morre em confronto com policiais no sudoeste da Bahia


Caso aconteceu na terça-feira (8), em Vitória da Conquista.

Um homem suspeito de envolvimento na morte de um taxista e do irmão dele morreu durante um confronto com policiais militares no início da noite de terça-feira (8), em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia.

Segundo a Polícia Militar, agentes da Companhia Independe de Policiamento Tático (CIPT)/Rondesp Sudoeste faziam rondas no bairro do Alto do Panorama, quando deram ordem de parada a um veículo. O suspeito não acatou o pedido, desceu do carro e fugiu.

Conforme a PM, o homem foi baleado após trocar tiros com os agentes. Ele foi encaminhado para o Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC), mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

De acordo com o delegado da Delegacia de Homicídios (DH) de Vitória da Conquista, Marcelo Cavalcanti, o suspeito foi identificado como Jadson Alves Silva. Ele é filho de Jacques Moraes Silva, que também é envolvido no crime e está preso no Conjunto Penal da cidade.

O corpo de Jadson Alves foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT). O caso foi registrado na Delegacia de Vitória da Conquista.

Morte de taxista e irmão

O taxista Humberto Gonzaga dos Santos, de 35 anos, e o irmão dele, Roberto Gonzaga dos Santos, foram mortos no dia 22 de setembro, em Vitória da Conquista, em frente a um bar após uma discussão com uma mulher, que não teve a identidade revelada.

Roberto Gonzaga chegou a ser encaminhado para o Hospital de Base da cidade, onde ficou internado, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Humberto morreu no local do crime.

O suspeito que morreu em confronto com a polícia, Jadson Silva é enteado da mulher envolvida na discussão, que, segundo a polícia, não participou do crime. O marido dela e pai de Jadson, Jacques Moraes é o que está preso no Conjunto Penal de Conquista. *G1 Bahia.

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Bahia

Prefeitura de Santa Inês declara situação de emergência por conta das chuvas


A prefeitura de Santa Inês, na Bahia, declarou ontem (12) situação de emergência por conta das fortes chuvas que caem na região. 

De acordo com o texto, chover 80 milímetros de chuva em apenas duas horas. “Contribuindo para o alagamento e enxurrada em áreas da cidade”, sinaliza. 

Há, ainda, pessoas desabrigadas e estrada vicinais estão prejudicadas. Com o decreto, todos os órgãos municipais estão autorizados a darem “ações de respostas necessárias” a minimizar os efeitos das chuvas. 

A prefeitura fica autorizada ainda a iniciar processos de desapropriação, por utilidade pública, e passa a dispensar licitação para aquisição de bens necessários às atividades de resposta às enchentes e demais danos. (Metro1)

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Cidades

Após denúncias de assédio, ‘Muquiranas’ fala em ‘grupo isolado’, mas reforça conscientização


Após os relatos de assédios cometidos por foliões do bloco As Muquiranas, divulgados por meio das redes sociais e também por ouvintes da Rádio Metrópole, a agremiação afirmou ontem (27) que tomará, ao longo do ano, “medidas efetivas” para combater a prática nos próximos Carnavais. O bloco considera, no entanto, que os associados que assediam e importunam sexualmente são “um grupo pequeno e isolado de pessoas”. 

Um dos casos foi relatado pela empresária Laila Falcão, através do Instagram. Na terça (24), ela contou ter sido assediada e presenciado atitudes homofóbicas contra um amigo que a acompanhava. “Perdi as contas de quantos homens vestidos de mulher me assediaram das formas mais escrotas possíveis. Um cara enfiou a arma de água contra a minha bunda com força, o outro derramou a minha cerveja no chão quando eu reagi, o outro espirrou um jato de água na cara do meu namorado quando ele pediu que parasse. Nenhum me respeitou como mulher. ASSÉDIO É CRIME! Estava com um amigo que vestia uma camisa feminina e foi importunado com um pinto de plástico no rosto. HOMOFOBIA TBM É CRIME!”, escreveu. 

Ontem, em entrevista à Rádio Metrópole, a secretária estadual de Políticas para as Mulheres, Julieta Palmeira, chegou a defender a proibição da venda das pistolas de água, usadas muitas vezes para intimidar as mulheres.

O bloco afirma que realiza campanhas de conscientização voltadas para os associados e a comunidade, “em repúdio a todo e qualquer tipo de falta de respeito, agressão física ou verbal, intolerância, assédio e preconceito”. “Mesmo tendo ciência que não pode se responsabilizar pela índole e caráter das pessoas, o bloco entende que tem responsabilidade pela segurança dos foliões durante todo o circuito”, diz o comunicado.

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Cidades

Coronel diz que encontrou Kannário em restaurante e pensou duas vezes em bater: ‘Não aguenta um tapa’


O coronel da Polícia Militar da Bahia Humberto Sturaro, em entrevista hoje (26) à Rádio Metrópole, disse que pensou duas vezes em bater no cantor Igor Kannário quando o encontrou no restaurante Boi Preto, em Salvador.

“Com todo respeito ao deputado, mas não aguenta uma tapa. Eu encontrei ele no Boi Preto e pensei duas vezes, sabia? Fiquei olhando, olhei uma, olhei duas, olhei três. O que vai acontecer? Pensei: está me devendo uma, vou cobrar agora. Assim, mas vai dizer que eu fiz porque sou coronel, porque sou polícia. Outra coisa, não é meu peso, não é meu quilo. É até uma covardia. Deixa ele seguir o caminho. Estava com a esposa. Mas pega ali, sacode pelo pescoço, vai dizer o quê? Pedir socorro?”, afirmou.

Sobre o episódio que o deputado federal provocou a PM, durante desfile no Campo Grande na última segunda-feira (24) e chamou o policial para bater nele em cima do trio, Sturaro disse que poderia conduzir o pagodeiro para a delegacia quando descesse do trio, mas que depois, na eleição, ele teria mais de 600 mil votos.

O coronel ainda pediu que o DEM, partido que Kannário faz parte, dê uma punição ao parlamentar. “Se fosse meu soldado, dentro do meu ciclo, o soldado errou. Esperando que o partido cobre isso dele. Cada ação tem uma reação”, pontuou. Fonte: Metro1

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