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Política

Filhos de Bolsonaro provocam Joice Hasselmann nas redes sociais; deputada responde


Os filhos do presidente Jair Bolsonaro (PSL) usaram as redes sociais para provocar a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), recentemente destituída do cargo de líder do governo na Câmara dos Deputados. Eduardo Bolsonaro (PSL) começou postando a foto de uma nota de R$ 3 com o rosto da parlamentar, acusando ela de trabalhar contra “o cara que a elegeu”. 

O filho Zero Três do presidente, Carlos Bolsonaro (PSL), também entrou na provocação. No Twitter, colocou um emoji de um porco. As postagens dos irmãos aconteceu depois que Joice disse, em entrevista a um portal, que “o presidente tem inteligência emocional de ‘-20′”.

No final da tarde desta sexta-feira (18/10), Joice respondeu às provocações. Em sua conta no Instagram, a deputada usou a mesma nota de R$ 3 e chegou a ameaçar a família Bolsonaro. 


*Aratu On.

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Política

Saída do PSL é uma ‘separação amigável’, diz Bolsonaro


O presidente Jair Bolsonaro afirmou em sua live no Facebook, ocorrida ontem (14), a desfiliação do PSL deve ocorrer já nos próximos dias. Ele considerou sua saída do partido como uma “separação amigável” e desejou a correligionários boa sorte aos que permanecerão na sigla.

“A única certeza é que me desfilio, nos próximos dias, do PSL. Agradeço todo apoio e consideração que tive até o momento no partido. É uma separação amigável. Boa sorte ao presidente do partido, aqueles que apoiaram o presidente do partido, bem como o líder antigo, vão ser felizes todo mundo, cada um segue seu destino. É como uma separação, infelizmente acontece na vida da gente”, afirmou o presidente. Bolsonaro ainda mencionou a criação de um novo partido, o Aliança pelo Brasil, que havia sido anunciada na última terça-feira (12). (m1)

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Política

‘Há desequilíbrio em desfavor do Brasil no banco dos Brics’, diz Bolsonaro


O presidente Jair Bolsonaro argumentou nesta quinta-feira (14) que existe um “desequilíbrio em desfavor do Brasil” na carteira de investimentos do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), o banco dos Brics.

“Os números mostram que é preciso trabalharmos juntos para superar o desequilíbrio em desfavor do Brasil na carteira de investimentos do NDB”, declarou o presidente, numa sessão em que foram entregues relatórios das atividades da instituição financeira para os chefes de governo dos cinco países que compõem os Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). 

Estavam presentes na reunião com Bolsonaro, realizada no Palácio do Itamaraty em Brasília, os presidentes Vladimir Putin (Rússia) e Cyril Ramaphosa (África do Sul), além do premiê Narendra Modi (Índia) e do dirigente da China, Xi Jinping.  

“O banco [NDB] é um dos resultados mais visíveis dos Brics e um aliado importante no esforço por um adequado financiamento de infraestrutura sustentável”, acrescentou Bolsonaro. 

O Brasil é o país que menos recebe financiamentos do Novo Banco de Desenvolvimento. Os cinco países dos Brics aportaram o mesmo valor no NDB, US$ 2 bilhões cada um, dos quais a metade já foi integralizada.

No entanto, a concessão de crédito tem sido desproporcional. China e Índia receberam cerca de 30% dos repasses cada um, África do Sul, 16%, e Rússia, 14%. 

Para o Brasil, foi destinado um total de US$ 1,12 bilhão, equivalente a 9% do total emprestado pelo banco.

O banco oferece crédito por prazos longos, de até 30 anos, a juros que estão muito abaixo dos cobrados no mercado.

A presidência da instituição atualmente é exercida pelo indiano K. V. Kamath, também presente na reunião dos Brics em Brasília. 

Pelas regras estabelecidas pelos cinco países, um brasileiro deverá assumir o cargo em meados do próximo ano. 

“Estejam certos do nossos especial empenho em indicar alguém que possa trabalhar ativamente para que o banco se consolide definitivamente e cumpra suas funções institucionais”, declarou o presidente Bolsonaro sobre tema. *Bahia Notícias.

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Política

‘Eu não estou livre. Estou em processo de libertação provisória’, diz Lula em Salvador

Foto: Reprodução / Twitter

Em um encontro com a Executiva nacional do partido em Salvador, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta quinta-feira (14), que “não está livre”, mas sim “em processo de libertação provisória”. Também pediu que os aliados cuidem do “legado na Bahia”.

“O PT tem que ter em conta que eu não estou livre. Estou em processo de libertação provisória. […]”, declarou, em discurso. “Ainda tenho fé que haverá justiça nesse país. Eles estão com dificuldade porque a Rede Globo criou esse monstro [processo do triplex] e eles não têm uma rota de fuga. Eles são responsáveis pelo Bolsonaro e estão com vergonha”, acrescentou.

Lula pediu atenção para que os adversários não destruam o legado da sigla. “Não podemos aceitar a ideia que eles tentam nos diminuir. Quando falamos no nosso legado é porque somos o único partido que temos um legado com orgulho. Vocês tomem conta do legado de vocês na Bahia”, ressaltou. “Esse partido faz parte da minha vida. Eu estou esperançoso da minha inocência. Eu tenho direitos e o PT têm que trabalhar muito o seu legado”, acrescentou.

O ex-presidente deixou claro que era contra o seu partido abrir mão de uma candidatura em 2018 para apoiar Ciro Gomes (PDT) ao Palácio do Planalto. “O Ciro foi leal comigo no governo, tive uma boa relação com o Ciro. Agora dizer que o PT deveria ter saído para ele, que o Lula trabalhou para não deixar”, pontuou.

Lula voltou a atacar o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). “Bolsonaro é um desses desastres que acontecem de vez em quando. Eu duvido que ele acreditasse que seria eleito. Isso demonstra que a gente deveria se arriscar”, salientou. “Eu sai [da prisão] com muita vontade de brigar. Sinceramente, estou convencido – não é que estou mais radical – é que estou mais confiante. Eu sei que eles não querem que a gente exista. Sei que a disputa que eles querem é com algum tucano, talvez o Dória, e com o Huck”, emendou. *Bahia Notícias.

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