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Política

‘Bolsonaro não suporta o processo democrático’, diz Frota


O deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) fez duras críticas ao presidente Jair Bolsonaro, em entrevista publicada hoje (8) no jornal O Estado de S. Paulo. Segundo o parlamentar, o chefe do Executivo nacional não é afeito à democracia.

“Bolsonaro não suporta muito esse processo da Câmara e do Senado, o processo democrático”, disse Frota, acrescentando que a reação do presidente à reportagem do Jornal Nacional, da TV Globo, que o associou às investigações do caso Marielle Franco, “mostrou mais uma vez a descompensação emocional dele quando ele se vê acuado por situações que podem de alguma forma incriminá-lo ou a um filho dele”.

O deputado ainda considerou que a ex-líder do governo no Congresso, a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), demonstrou “fraqueza” ao chorar durante discurso no plenário da Câmara.

“Quem está nesse jogo não pode chorar. Esse jogo é violento e brutal. Mostraram nas redes que ela no passado também chamou a ex-presidente Dilma Rousseff de “gorda”, de “vaca”. Ela foi chamada agora de “gorda” e de “porca”. Em uma situação dessa você tem de estar muito seguro do que está falando e sabendo também o que fez no passado, porque seu passado é revirado. (…) Então, a partir do momento que ela chora, mostra que ela está sendo atingida. Está sentida com o que está acontecendo”, disse. *Metro1.

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Política

Antes do resultado das eleições, Moro foi sondado para ser ministro de Bolsonaro, diz Bebianno


Em entrevista, o ex-ministro da Secretaria Geral, Gustavo Bebianno, revelou que antes do resultado das eleições, o ex-juiz Sérgio Moro teria sido sondado pelo atual ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre a possibilidade de chefiar a pasta da Justiça e Segurança Pública, que comanda atualmente. 

De acordo com Bebianno, a ideia era que ele mesmo fosse o ministro da Justiça, mas houve uma mudança de planos. “O tempo passou e aí veio o dia do segundo turno, domingo, na casa do Jair. (…) O Paulo Guedes estava na sala, me puxa, me chama, e fala assim: ‘Bebianno, eu quero conversar com você um negócio importante’. E foi a primeira vez que o Paulo Guedes mencionou que estava conversando com o Sergio Moro. Ele me contou que já tinha tido cinco ou seis conversas com Sergio Moro, e que Moro estaria disposto a abandonar a magistratura e aceitar esse desafio como ministro da Justiça. (…) Nós apertamos as mãos e combinamos o seguinte: se o Moro realmente vier, não tem problema nenhum. Isso no domingo à tarde, antes do resultado”, disse.

Bebianno garantiu, no entanto, que Moro não tinha contato direto com o presidente Jair Bolsonaro. “Até onde eu sei, o Moro não tinha contato nenhum com o Jair. (…) O que houve foram algumas conversas entre Paulo Guedes e Sergio Moro, por iniciativa de Guedes, sondando o Moro para a função”, afirmou. *Aratu On.

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Política

Bolsonaro e equipe gastam 1,2 milhão com viagens ao exterior


Levantamento obtido pelo Portal Fiquem Sabendo aponta que o presidente Jair Bolsonaro e sua equipe já gastaram R$ 1,2 milhão com viagens ao exterior.

O valor é referente ao período entre janeiro e 23 de setembro deste ano. Os dados foram fornecidos pela Presidência da República depois de solicitados por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI). Em outubro, foram revelados o gastos do mandatário com viagens nacionais. No exterior, a viagem mais cara foi para o Japão (R$ 331,3 mil), seguida pela Suíça (R$ 278,4 mil) e Nova Iorque (R$ 200,1 mil). Os valores incluem despesas com passagens, hotéis, transporte e alimentação.

Os dados específicos e notas fiscais são mantidos sob sigilo até o fim de sua gestão. *Forte na Notícia.

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Política

Bolsonaro aguarda melhora em clima político para enviar reforma administrativa


O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (18) que não há pressa para o envio da reforma administrativa e que aguarda uma melhora no clima político no Poder Legislativo para evitar uma reação negativa à proposta. A apresentação do texto, elaborado pela equipe econômica, estava prevista para os próximos dias. A articulação política do Palácio do Planalto, no entanto, recebeu sinais de resistência à medida tanto de parlamentares de direita como de esquerda.

“Está no forno. Está no forno, pô. Para que tanta pressa? Não to entendendo”, disse o presidente, ao ser perguntado pela imprensa no Palácio do Planalto. “Tem que mandar para lá para ter menos atrito possível. É só isso”, acrescentou. No domingo (17), Bolsonaro disse que a proposta deve levar mais tempo para ser concluída. Nos últimos dias, o ministro Paulo Guedes (Economia) também adotou posição de cautela e segurou a apresentação da reforma.

“Eu falei um pouco ontem e fizeram uma festa”, disse o presidente nesta segunda-feira (18) em reação à repercussão de sua declaração no final de semana. A proposta altera carreiras e salários dos servidores públicos. Ela é considerada sensível porque atinge uma categoria de trabalhadores que tem forte lobby no Legislativo. A frente parlamentar do serviço público tem 255 deputados, o que corresponde a quase metade dos 513.

Até os últimos dias, a equipe econômica trabalhava com a divulgação na próxima terça-feira (19). Diante da forte resistência, o Palácio do Planalto cogita deixá-la para o próximo ano. A principal preocupação é a de que, diante da deflagração de protestos na América do Sul, a iniciativa gere manifestações também no Brasil. Inicialmente, o pacote tinha previsão de ser apresentado junto com a proposta de pacto federativo (que propõe alteração de regras fiscais e orçamentárias), no começo do mês. Mas a reestruturação do serviço público foi adiada. *Bahia Notícias.

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