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Brasil

Governo faz força para tirar do peixe a má fama que o óleo botou


Ainda governador em exercício (Rui Costa chegou ontem e reassume o governo hoje), João Leão, ao lado do secretário do Meio Ambiente, João Carlos Oliveira, e do presidente da Bahia Pesca, Marcelo Oliveira, foi ontem ao extremo sul, na área de Alcobaça e Caravelas, onde fica Abrolhos, e voltou de lá convencido de um fato: o governo precisa jogar pesado para tirar do pescado a má fama que o óleo alastrou.

O fato: o óleo que borrifou os 1.100 quilômetros do litoral baiano, por conta do bombardeio midiático, impregnou no imaginário coletivo que o pescado está contaminado e criou um caos para pescadores.

Na Prime — A Bahia Pesca está fazendo exames laboratoriais de ponta a ponta, mas ontem em Alcobaça, Leão, João Carlos e Marcelo degustaram peixes e lagostas pescados na área. E o próprio Leão atesta:

–  Normalíssimo. Peixe tinha gosto de peixe e lagosta tinha gosto de lagosta.

Segundo ele, a Prime Seafood, empresa que compra pescados na área em mãos de pescadores e exporta para os quatro cantos do mundo, inclusive para os EUA, está operando normalmente, pagando os mesmos preços de sempre, sem problemas.

 – A Prime tem mais de 400 funcionários, tem laboratórios e rigor para assegurar qualidade internacional.

Pois é. Noutros pontos, como em Camaçari, pescadores dizem que também estão consumindo o pescado. A questão é convencer o povo.

Pelegrino na Sedur? Talvez

Citado como possível futuro ocupante da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), que o deputado federal Sérgio Brito (PSD) ocupava até licenciar-se dizendo que ia voltar e não voltou, o também deputado federal Nelson Pelegrino (PT), prefeiturável em Salvador, admite que foi sondado:

– Quem convida é Rui, e o convite ainda não foi feito. Mas se a realidade impuser isso, vamos a ela.

Rui já está na área.

Caça ao Uber na terra mater

Taxistas ditam as regras em Porto Seguro, a terra mater do Brasil, em guerra aberta contra o Uber. 

Dizem  lá que na Câmara nada muda porque o vereador Robson Vinhas é taxista. Ontem, motoristas de Uber foram para a entrada do aeroporto distribuir panfletos dizendo que eles existem. Chegaram duas guarnições da PM e prenderam os tais. Numa cena, gravada em vídeo, uma mulher é abruptamente jogada no camburão.

Isidório faz a festa com Joice

Além do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a deputada federal Joice Hasselmann, que se elegeu por São Paulo na esteira da onda Bolsonaro com mais de um milhão de votos, será a estrela da festa do Avante que o Sargento Isidório fará amanhã no auditório da Assembleia.

Dizem que Joice, que na briga com o partido dela, o PSL, recebeu uma cabeça de porco ao lado de uma ameaça, casa bem com Isidório, que se autoproclama o Doido.

Com menos trambiques, a venda de etanol cresce

No acumulado de janeiro a setembro deste ano em relação ao mesmo período de 2018, as vendas de etanol por metro cúbico pelas distribuidoras na Bahia cresceram 31,9%, contra 22,9% do desempenho Brasil.

Os dados foram registrados pela ANP e revelam a retomada do combustível renovável no estado, que não é produtor. O que houve para a virada no jogo? O pessoal do ramo diz que é resultado das operações Posto Legal e Na Trilha do Álcool, envolvendo diversos órgãos estaduais, que combatem a sonegação e também a adulteração do produto. Empresários do segmento de combustíveis dizem que operações desse tipo devem acontecer com mais frequência. Com o jogo sujo, perdem eles e os consumidores.

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Brasil

Brasil tem 1.156 novas mortes por Covid em 24 h e chega a 26.754


O balanço do Ministério da Saúde desta quinta-feira (28) informa 26.754 mortos e 438.238 casos. O Brasil é o segundo país no mundo com o maior número de casos confirmados da doença, atrás dos Estados Unidos. Foram registradas 26.764 mortes provocadas pela Covid-19 e 438.812 casos confirmados da doença em todo o país. Pelo menos 193.181 pacientes se recuperaram.

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Brasil

Secretário da Economia diz que auxílio emergencial é caro, mas deve ser prorrogado com ‘outro perfil’


O Secretário Especial de Fazenda, Waldery Rodrigues Júnior, disse nesta quinta-feira (28) que o auxílio emergencial é um programa caro, mas que deve deve ser prorrogado com “outro perfil”. O benefício de R$ 600 começou a ser pago pelo governo em meio à pandemia do novo coronavirus.

O benefício foi criado por meio da aprovação de uma lei no Congresso. Tem direito a receber três parcelas de R$ 600 os trabalhadores autônomos, informais e famílias mais impactadas economicamente pela pandemia.

Segundo o secretário, os três meses de repasses já previstos na lei custarão, em média, R$ 51,5 bilhões por mês. O total estimado é de aproximadamente R$ 152 bilhões, de acordo com Waldery.

A terceira e última parte da ajuda deve ser paga em junho e, por isso, conversas sobre a prorrogação do benefício já circulam no governo. Líderes partidários na Câmara dos Deputados articulam a votação de uma proposta para ampliar o prazo e manter o valor do auxílio emergencial de R$ 600.

O presidente Jair Bolsonaro, no entanto, já disse ser a favor de reduzir este valor. Ele afirmou na sexta-feira (22) que haverá a quarta e “talvez” a quinta parcelas do auxílio emergencial, “mas não de R$ 600”.

Embora não tenha citado valores, Waldery disse que o programa é caro e, se prorrogado, terá um outro formato.

“O auxílio emergencial será prorrogado? Muito provavelmente sim, mas com outro perfil, com outro formato. É um programa valiosíssimo, de alta efetividade, mas também é um programa caro”, declarou.

Waldery argumentou que o custo do programa é muito alto e que não cabe “uma extensão muito prolongada” nas contas públicas. De acordo com o secretário, o Bolsa Família será usado como referência na criação de um auxílio mais efetivo.

Congresso

A discussão sobre a prorrogação do benefício de R$ 600 pode representar um novo embate com o Executivo, que tem feito gestos para atrair partidos do Centrão e formar uma base no Congresso. Essa aliança tem se dado, por exemplo, com o governo acatando indicações para cargos de chefia em ministérios.

Nos bastidores, a avaliação é que a discussão sobre o auxílio poderá servir como um termômetro da sintonia das legendas do Centrão com o Palácio do Planalto.

Inicialmente, quando o programa foi anunciado, a equipe econômica queria que a ajuda paga fosse de R$ 200. Pressionado por uma iminente derrota no plenário da Câmara, que já havia elevado o valor para R$ 500, o governo reassumiu a pauta e anunciou o valor de R$ 600.

Pelo menos dez projetos de lei sobre o tema já foram protocolados na Câmara. Alguns ampliam o prazo de pagamento por mais três meses e outros propõem estender as parcelas até o fim deste ano. Fonte: G1

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Brasil

Bolsonaro sanciona com vetos projeto de socorro de R$ 60 bilhões a estados e municípios


O presidente Jair Bolsonaro sancionou com vetos o projeto que prevê ajuda financeira de R$ 60 bilhões a estados e municípios. O texto foi publicado na edição de hoje (28) do Diário Oficial da União.

Bolsonaro acolheu os vetos sugeridos pela equipe econômica do governo. Foi vetado um trecho que abria exceções em relação ao congelamento dos salários de servidores. Desta forma, não haverá reajustes para o funcionalismo até o final do ano que vem. Outro trecho vetado pelo presidente permitia a estados e municípios suspender o pagamento das dívidas com bancos e organismos internacionais.

O projeto foi aprovado pelo Congresso Nacional no último dia 6, para ajudar estados e municípios a enfrentarem os efeitos causados pela perda de arrecadação durante a pandemia do coronavírus e reforçar ações de assistência social.

O texto prevê que a União vai transferir diretamente a estados e municípios R$ 60 bilhões, divididos em quatro parcelas mensais. Além disso, estão suspensas as dívidas de estados e municípios com a União, inclusive os débitos previdenciários parcelados pelas prefeituras que venceriam este ano. Fonte: Metro1

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