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Política

Lula pode se mudar para a Bahia se deixar a prisão


O ex-presidente Lula tem a Bahia como um dos possíveis lugares onde gostaria de morar. O petista já afirmou que deverá mudar para o Nordeste, mas ainda não deu certeza de qual seria o estado.

Lula, que está preso em Curitiba desde abril do ano passado, pode ser solto a qualquer momento, após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que anulou a validade da prisão em segunda instância, na última quinta-feira (7). Nesta sexta (8), a defesa do ex-presidente oficializou o pedido de soltura à Justiça.

A citação da Bahia como possível morada foi afirmada em entrevista ao site Brasil de Fato.

“Quando deixei a Presidência, tinha vontade de morar no Nordeste, vontade de voltar para meu Pernambuco, vontade de morar não perto da praia, mas num lugar em que pudesse ir à praia. Pensava em ir para Bahia, Rio Grande do Norte, mas a Marisa não quis ir porque ela nasceu em São Bernardo, e o mundo dela era São Bernardo. Eu não tenho mais o que fazer em São Bernardo”, disse o petista.

O Nordeste é onde a bancada petista tem a maior popularidade em todo o país. No ano passado, o candidato do partido, Fernando Haddad, venceu o presidente Jair Bolsonaro em votos na região.

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Política

Antes do resultado das eleições, Moro foi sondado para ser ministro de Bolsonaro, diz Bebianno


Em entrevista, o ex-ministro da Secretaria Geral, Gustavo Bebianno, revelou que antes do resultado das eleições, o ex-juiz Sérgio Moro teria sido sondado pelo atual ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre a possibilidade de chefiar a pasta da Justiça e Segurança Pública, que comanda atualmente. 

De acordo com Bebianno, a ideia era que ele mesmo fosse o ministro da Justiça, mas houve uma mudança de planos. “O tempo passou e aí veio o dia do segundo turno, domingo, na casa do Jair. (…) O Paulo Guedes estava na sala, me puxa, me chama, e fala assim: ‘Bebianno, eu quero conversar com você um negócio importante’. E foi a primeira vez que o Paulo Guedes mencionou que estava conversando com o Sergio Moro. Ele me contou que já tinha tido cinco ou seis conversas com Sergio Moro, e que Moro estaria disposto a abandonar a magistratura e aceitar esse desafio como ministro da Justiça. (…) Nós apertamos as mãos e combinamos o seguinte: se o Moro realmente vier, não tem problema nenhum. Isso no domingo à tarde, antes do resultado”, disse.

Bebianno garantiu, no entanto, que Moro não tinha contato direto com o presidente Jair Bolsonaro. “Até onde eu sei, o Moro não tinha contato nenhum com o Jair. (…) O que houve foram algumas conversas entre Paulo Guedes e Sergio Moro, por iniciativa de Guedes, sondando o Moro para a função”, afirmou. *Aratu On.

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Política

Bolsonaro e equipe gastam 1,2 milhão com viagens ao exterior


Levantamento obtido pelo Portal Fiquem Sabendo aponta que o presidente Jair Bolsonaro e sua equipe já gastaram R$ 1,2 milhão com viagens ao exterior.

O valor é referente ao período entre janeiro e 23 de setembro deste ano. Os dados foram fornecidos pela Presidência da República depois de solicitados por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI). Em outubro, foram revelados o gastos do mandatário com viagens nacionais. No exterior, a viagem mais cara foi para o Japão (R$ 331,3 mil), seguida pela Suíça (R$ 278,4 mil) e Nova Iorque (R$ 200,1 mil). Os valores incluem despesas com passagens, hotéis, transporte e alimentação.

Os dados específicos e notas fiscais são mantidos sob sigilo até o fim de sua gestão. *Forte na Notícia.

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Política

Bolsonaro aguarda melhora em clima político para enviar reforma administrativa


O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (18) que não há pressa para o envio da reforma administrativa e que aguarda uma melhora no clima político no Poder Legislativo para evitar uma reação negativa à proposta. A apresentação do texto, elaborado pela equipe econômica, estava prevista para os próximos dias. A articulação política do Palácio do Planalto, no entanto, recebeu sinais de resistência à medida tanto de parlamentares de direita como de esquerda.

“Está no forno. Está no forno, pô. Para que tanta pressa? Não to entendendo”, disse o presidente, ao ser perguntado pela imprensa no Palácio do Planalto. “Tem que mandar para lá para ter menos atrito possível. É só isso”, acrescentou. No domingo (17), Bolsonaro disse que a proposta deve levar mais tempo para ser concluída. Nos últimos dias, o ministro Paulo Guedes (Economia) também adotou posição de cautela e segurou a apresentação da reforma.

“Eu falei um pouco ontem e fizeram uma festa”, disse o presidente nesta segunda-feira (18) em reação à repercussão de sua declaração no final de semana. A proposta altera carreiras e salários dos servidores públicos. Ela é considerada sensível porque atinge uma categoria de trabalhadores que tem forte lobby no Legislativo. A frente parlamentar do serviço público tem 255 deputados, o que corresponde a quase metade dos 513.

Até os últimos dias, a equipe econômica trabalhava com a divulgação na próxima terça-feira (19). Diante da forte resistência, o Palácio do Planalto cogita deixá-la para o próximo ano. A principal preocupação é a de que, diante da deflagração de protestos na América do Sul, a iniciativa gere manifestações também no Brasil. Inicialmente, o pacote tinha previsão de ser apresentado junto com a proposta de pacto federativo (que propõe alteração de regras fiscais e orçamentárias), no começo do mês. Mas a reestruturação do serviço público foi adiada. *Bahia Notícias.

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