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Política

Lula pode se mudar para a Bahia se deixar a prisão


O ex-presidente Lula tem a Bahia como um dos possíveis lugares onde gostaria de morar. O petista já afirmou que deverá mudar para o Nordeste, mas ainda não deu certeza de qual seria o estado.

Lula, que está preso em Curitiba desde abril do ano passado, pode ser solto a qualquer momento, após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que anulou a validade da prisão em segunda instância, na última quinta-feira (7). Nesta sexta (8), a defesa do ex-presidente oficializou o pedido de soltura à Justiça.

A citação da Bahia como possível morada foi afirmada em entrevista ao site Brasil de Fato.

“Quando deixei a Presidência, tinha vontade de morar no Nordeste, vontade de voltar para meu Pernambuco, vontade de morar não perto da praia, mas num lugar em que pudesse ir à praia. Pensava em ir para Bahia, Rio Grande do Norte, mas a Marisa não quis ir porque ela nasceu em São Bernardo, e o mundo dela era São Bernardo. Eu não tenho mais o que fazer em São Bernardo”, disse o petista.

O Nordeste é onde a bancada petista tem a maior popularidade em todo o país. No ano passado, o candidato do partido, Fernando Haddad, venceu o presidente Jair Bolsonaro em votos na região.

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Política

Bolsonaro diz que Moro foi ‘covarde’ por dificultar sua política de armar a população


O presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) voltou a atacar publicamente o ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, hoje (1º), ao acusá-lo de dificultar a posse e o porte de armas. A falta de alinhamento do ex-juiz da Lava Jato com o governo foi evidenciada com a saída de Moro do Ministério da Justiça. Ele acusa Bolsonaro de interferir no comando da Polícia Federal em diversas vezes, chegando a apresentar como prova em um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) um vídeo de uma reunião ministerial ocorrida no mês passado.

“Para vocês entenderem um pouquinho quem estava do meu lado. Essa IN (instrução normativa) 131 é da Polícia Federal, mas por determinação do Moro. É uma instrução normativa, ignorou decretos meus e ignorou lei para dificultar a posse e porte da arma de fogo para as pessoas de bem”, afirmou Bolsonaro a apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada. A norma citada pelo presidente foi publicada em 2018, antes de Moro assumir a pasta, e trata de procedimentos relativos a registro, posse, porte e comercialização de armas de fogo e munição.

A declaração do presidente ocorreu após ele ser abordado por um apoiador em uma cadeira de rodas que se disse vítima de um assalto. Segundo o relato do homem, ele é comerciante e afirmou que, por estar desarmado, não conseguiu se defender. 

Bolsonaro ainda citou uma outra portaria, que previa prisão para quem descumprisse medidas de distanciamento social contra a covid-19, para atacar o ex-ministro, a quem chamou de covarde. “Assim como essa IN, tem uma portaria que o novo ministro revogou que, apesar de não ter força de lei, orientava a prisão de civis. Por isso que naquela reunião secreta, o Moro, de forma covarde, ficou calado. E ele queria uma portaria ainda, depois, que multasse quem estivesse na rua. Perfeitamente alinhado com outra ideologia que não era nossa”, disse Bolsonaro. (Metro1)

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Brasil

Grupo bolsonarista protesta em frente ao STF com tochas e máscaras


Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro fizeram um ato na noite de ontem (30) com tochas e máscaras em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF).

O ato reuniu cerca de 30 manifestantes, que protestaram contra o ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito que investiga disseminação de fake news e ameaças e ofensas ao Supremo. 

Usuários das redes sociais lembraram que tochas e máscaras são elementos marcantes em atos do grupo supremacista Ku Kux Klan, nos Estados Unidos. Também lembraram do uso de tochas em manifestações dos nazistas, na Alemanha da década de 1930. Fonte: Metro1

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Política

Câmara dos Deputados aprova redução de salários e suspensão de contrato durante pandemia


A Câmara dos Deputados aprovou ontem (29) a medida provisória que permite redução de salários e de jornada de trabalho ou suspensão do contrato trabalhista durante o período de paralisações de atividades em razão da pandemia de coronavírus. 

A matéria, que será enviada ao Senado para aprovação, prevê o pagamento de um benefício emergencial, pelo governo, aos trabalhadores que sofrerem alteração contratual. 

O texto foi aprovado na forma de um parecer do parlamentar Orlando Silva (PCdoB-SP). O documento prevê ainda a inclusão do prolongamento por um ano na desoneração da folha de pagamento dos 17 setores que, atualmente, mais empregam no Brasil. (Metro1)

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