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Brasil

No Twitter, noiva de Lula diz que vai buscá-lo nesta sexta-feira


A noiva do ex-presidente Lula, a socióloga Rosangela da Silva, a Janja, comemorou a decisão do Supremo Tribunal Federal que colocou de lado a regra da prisão em segunda instância e que pode beneficiar o petista.

Na rede social ela escreveu: “Amanhã vou te buscar! Me espera”, referindo-se a esta sexta-feira (8), quando a defesa de Lula vai solicitar à juíza de execução penal a liberação dele. O casal já afirmou que vai se casar assim que a soltura acontecer.

Janja ainda acrescentou as hashtags #onossoamorvencera #omornosaproxima #teamoprasempre na publicação. (BNews)

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Brasil

Brasil tem 1.156 novas mortes por Covid em 24 h e chega a 26.754


O balanço do Ministério da Saúde desta quinta-feira (28) informa 26.754 mortos e 438.238 casos. O Brasil é o segundo país no mundo com o maior número de casos confirmados da doença, atrás dos Estados Unidos. Foram registradas 26.764 mortes provocadas pela Covid-19 e 438.812 casos confirmados da doença em todo o país. Pelo menos 193.181 pacientes se recuperaram.

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Brasil

Secretário da Economia diz que auxílio emergencial é caro, mas deve ser prorrogado com ‘outro perfil’


O Secretário Especial de Fazenda, Waldery Rodrigues Júnior, disse nesta quinta-feira (28) que o auxílio emergencial é um programa caro, mas que deve deve ser prorrogado com “outro perfil”. O benefício de R$ 600 começou a ser pago pelo governo em meio à pandemia do novo coronavirus.

O benefício foi criado por meio da aprovação de uma lei no Congresso. Tem direito a receber três parcelas de R$ 600 os trabalhadores autônomos, informais e famílias mais impactadas economicamente pela pandemia.

Segundo o secretário, os três meses de repasses já previstos na lei custarão, em média, R$ 51,5 bilhões por mês. O total estimado é de aproximadamente R$ 152 bilhões, de acordo com Waldery.

A terceira e última parte da ajuda deve ser paga em junho e, por isso, conversas sobre a prorrogação do benefício já circulam no governo. Líderes partidários na Câmara dos Deputados articulam a votação de uma proposta para ampliar o prazo e manter o valor do auxílio emergencial de R$ 600.

O presidente Jair Bolsonaro, no entanto, já disse ser a favor de reduzir este valor. Ele afirmou na sexta-feira (22) que haverá a quarta e “talvez” a quinta parcelas do auxílio emergencial, “mas não de R$ 600”.

Embora não tenha citado valores, Waldery disse que o programa é caro e, se prorrogado, terá um outro formato.

“O auxílio emergencial será prorrogado? Muito provavelmente sim, mas com outro perfil, com outro formato. É um programa valiosíssimo, de alta efetividade, mas também é um programa caro”, declarou.

Waldery argumentou que o custo do programa é muito alto e que não cabe “uma extensão muito prolongada” nas contas públicas. De acordo com o secretário, o Bolsa Família será usado como referência na criação de um auxílio mais efetivo.

Congresso

A discussão sobre a prorrogação do benefício de R$ 600 pode representar um novo embate com o Executivo, que tem feito gestos para atrair partidos do Centrão e formar uma base no Congresso. Essa aliança tem se dado, por exemplo, com o governo acatando indicações para cargos de chefia em ministérios.

Nos bastidores, a avaliação é que a discussão sobre o auxílio poderá servir como um termômetro da sintonia das legendas do Centrão com o Palácio do Planalto.

Inicialmente, quando o programa foi anunciado, a equipe econômica queria que a ajuda paga fosse de R$ 200. Pressionado por uma iminente derrota no plenário da Câmara, que já havia elevado o valor para R$ 500, o governo reassumiu a pauta e anunciou o valor de R$ 600.

Pelo menos dez projetos de lei sobre o tema já foram protocolados na Câmara. Alguns ampliam o prazo de pagamento por mais três meses e outros propõem estender as parcelas até o fim deste ano. Fonte: G1

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Brasil

Bolsonaro sanciona com vetos projeto de socorro de R$ 60 bilhões a estados e municípios


O presidente Jair Bolsonaro sancionou com vetos o projeto que prevê ajuda financeira de R$ 60 bilhões a estados e municípios. O texto foi publicado na edição de hoje (28) do Diário Oficial da União.

Bolsonaro acolheu os vetos sugeridos pela equipe econômica do governo. Foi vetado um trecho que abria exceções em relação ao congelamento dos salários de servidores. Desta forma, não haverá reajustes para o funcionalismo até o final do ano que vem. Outro trecho vetado pelo presidente permitia a estados e municípios suspender o pagamento das dívidas com bancos e organismos internacionais.

O projeto foi aprovado pelo Congresso Nacional no último dia 6, para ajudar estados e municípios a enfrentarem os efeitos causados pela perda de arrecadação durante a pandemia do coronavírus e reforçar ações de assistência social.

O texto prevê que a União vai transferir diretamente a estados e municípios R$ 60 bilhões, divididos em quatro parcelas mensais. Além disso, estão suspensas as dívidas de estados e municípios com a União, inclusive os débitos previdenciários parcelados pelas prefeituras que venceriam este ano. Fonte: Metro1

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