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Brasil

Bolsonaro após soltura de Lula: ‘Não dê munição ao canalha’


Depois de ficar em silêncio ontem (9) e não comentar a soltura de Lula, o presidente Jair Bolsonaro publicou uma mensagem na manhã de hoje (9), em que afirma aos seus seguidores para não darem “munição ao canalha”.

Mesmo sem citar o ex-presidente, o atual chefe do Planalto publicou um texto em que se refere a alguém que estaria “momentaneamente livre, mas carregado de culpa”.

“Amantes da liberdade e do bem, somos a maioria. Não podemos cometer erros. Sem um norte e um comando, mesmo a melhor tropa, se torna num bando que atira para todos os lados, inclusive nos amigos. Não dê munição ao canalha, que momentaneamente está livre, mas carregado de culpa”, escreveu, em seu perfil no Twitter.

A mensagem foi publicada junto com um vídeo de um discurso em que o presidente faz elogios ao ministro da Justiça Sérgio Moro, responsável pela condenação de Lula no caso do Triplex no Guarujá (SP). A gravação foi durante formatura de policiais federais em Sobradinho (DF) ontem (8). (Metro1)

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Brasil

Bolsonaro pede desculpas por críticas feitas à China


O presidente Jair Bolsonaro (PSL) pediu desculpas por críticas feitas à China durante as eleições presidenciais no ano passado. A retratação ocorreu em encontro reservado com os líderes do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), em Brasília. A informação foi divulgada pelo jornal Folha de S. Paulo.

No encontro, Bolsonaro disse ter falado mal do país asiático em 2018, na condição de candidato. No entanto, ele afirmou que hoje todos sabem que isso não reflete a verdade. O encontro aconteceu na manhã de ontem (14), durante a sessão fechada da 11ª Cúpula de Líderes do Brics, no Palácio do Itamaraty, na capital federal.

Além de Bolsonaro, estavam presentes os líderes da Rússia, Vladimir Putin, da China, Xi Jinping, da África do Sul, Cyril Ramaphosa, e da Índia, Narendra Modi. (m1)

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Brasil

Brasil e China firmam acordos em áreas como política, comércio e saúde; confira


Brasil e China assinaram acordos e memorandos de entendimento nas áreas de política, economia, comércio, agricultura, inspeção sanitária, transporte, saúde e cultura nesta quarta-feira (13/11). O presidente chinês, Xi Jinping, está em Brasília, para participar da 11ª Reunião de Cúpula do Brics e se reuniu na manhã de hoje com o presidente Jair Bolsonaro, no Palácio do Itamaraty.

Em declaração à imprensa, Bolsonaro disse que o governo e o empresariado brasileiro querem ampliar e diversificar o comércio com a China. Para o presidente, os atos assinados dão impulso a essas relações. “Essa relação bilateral em várias áreas, inclusive com aceno do governo chinês em agregar valor naquilo que nós produzimos, tudo isso é muito bem-vindo”, disse.

O presidente Xi Jinping avaliou como positivos os esforços do governo brasileiro para o desenvolvimento socioeconômico do Brasil e disse que a China quer fortalecer a amizade e cooperação, bem como aumentar e melhorar o comércio e os investimentos no país. Segundo ele, os dois países concordaram em intensificar os contatos de alto nível e fazer bom uso da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban) e de outros mecanismos bilaterais.

Além disso, a expectativa da China é continuar o alinhamento entre as políticas de desenvolvimento e investimento dos dois países: o Programa de Parceria de Investimento (PPI) do Brasil e a Iniciativa do Cinturão e da Rota da China.

Para Xi Jinping, Brasil e China são os maiores mercados emergentes do mundo, em um contexto de mudanças do comércio global, e devem se esforçar juntos para que a cúpula do Brics obtenha resultados e emita um sinal positivo de que seus membros – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – consolidam essa parceria estratégica e apoiam o multilateralismo, a equidade e a justiça internacional.

O encontro entre os dois chefes de Estado ocorre menos de um mês depois de o presidente Jair Bolsonaro visitar a China. Na ocasião, também foram assinados atos em política, ciência e tecnologia e educação, economia e comércio, energia e agricultura.

A China é o maior parceiro comercial do Brasil. Em 2018, o fluxo de comércio entre os dois países alcançou a marca de US$ 98,9 bilhões. O país asiático também é um dos principais investidores em áreas cruciais, como infraestrutura e energia.

ACORDOS

Entre os atos assinados hoje estão protocolos sanitários para exportação de pera da China ao Brasil e de melão do Brasil para a China. Também foi firmado um plano de ação na área de agricultura, de 2019 a 2023, nas áreas de políticas agrícolas; inovação científica e tecnológica; investimento agrícola; comércio agrícola; entre outras.

No setor de transporte, foi assinado memorando de entendimento para o compartilhamento de boas práticas, políticas públicas e estratégias para o seu desenvolvimento. Prioritário para o Brasil, o governo entende que pode se beneficiar da experiência dos chineses, considerando que a China é uma das líderes mundiais no setor.

SAÚDE

O Ministério da Saúde e a Administração Nacional de Medicina Tradicional Chinesa também pretendem estabelecer cooperação ampla no campo de saúde, com foco em medicina tradicional, complementar e integrada. As Práticas Integrativas e Complementares (PICS) são tratamentos que utilizam recursos terapêuticos baseados em conhecimentos tradicionais, voltados para prevenir diversas doenças como depressão e hipertensão. Em alguns casos, também podem ser usadas como tratamentos paliativos em algumas doenças crônicas.

AMBIENTE FAVORÁVEL

Brasil e China querem ainda criar um ambiente favorável para o comércio e investimento no setor de serviços e encorajar o investimento do setor privado. Outro ato assinado hoje estabelece uma plataforma de intercâmbio de informações e cooperação para fomentar investimentos. A China é uma das principais origens de Investimentos Estrangeiros Diretos (IEDs) no Brasil, que se concentraram nas áreas de energia (geração e transmissão elétrica, além de óleo e gás) e infraestrutura (portuária e ferroviária).

Também foi assinado um tratado que permitirá a transferência de pessoas condenadas para o território do outro país. Nesse caso, cumpridos certos requisitos, brasileiros condenados na China poderão cumprir a pena no Brasil e vice-versa.

Na área cultural, o Ministério da Cidadania e o China Media Group (CMG) querem promover o intercâmbio de filmes e programas televisivos, bem como festivais de cinema brasileiro na China e festivais de cinema chinês no Brasil, para divulgação recíproca de filmes. De acordo com o governo brasileiro, pretende-se, ainda, iniciar conversas sobre a possibilidade de se estabelecer um canal de televisão por assinatura dedicado exclusivamente a programas e filmes sino-brasileiros.

BRICS

A bilateral entre Bolsonaro e Jinping acontece no âmbito da 11ª reunião de cúpula do Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. A programação do evento começa nesta tarde com o encerramento do Fórum Empresarial do Brics. Antes, Bolsonaro também se encontra, no Palácio do Planalto, com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi.

À noite, de volta a Itamaraty, o governo brasileiro oferecerá um jantar em homenagem aos líderes do bloco e amanhã, também na sede do Ministério das Relações Exteriores, serão feitos as sessões plenárias e o almoço de encerramento da cúpula.

Presidida pelo Brasil, a reunião do Brics tem como lema “Crescimento Econômico para um Futuro Inovador”. Segundo o Itamaraty, serão discutidos, prioritariamente, temas relacionados à ciência, tecnologia e inovação, economia digital, saúde e combate à corrupção e ao terrorismo.

Esta é a segunda vez que Brasília sedia a conferência – a primeira vez foi em 2010. Em 2014, o Brasil também organizou a cúpula, que aconteceu em Fortaleza, no Ceará. Juntos, Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (cujas iniciais, em inglês, deram nome ao grupo) reúnem uma população de cerca de 3,1 bilhões de pessoas, o que equivale a aproximadamente 41% da população mundial, e responde por 18% do comércio mundial.

Fonte: AgênciaBrasil.

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Brasil

Lula é recepcionado por Wagner ao chegar em Salvador: “de volta”


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva já está em Salvador. Ele chegou na noite desta quarta-feira (13/11) e foi recepcionado pelo ex-governador da Bahia, Jaques Wagner, com quem compartilhou uma foto (acima) nas redes sociais. “De volta ao Nordeste. Revendo o amigo…”, diz a legenda da imagem.

Ainda nesta noite, Lula participa de um jantar com o governador Rui Costa, no Palácio de Ondina, e reunião com a liderança do partido . 

SOLTURA DE LULA

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi solto na tarde da última sexta-feira (8/11), na sede da Polícia Federal, em Curitiba, onde estava preso desde abril de 2018. Após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) – de derrubar a prisão após condenação em segunda instância -, o juiz Danilo Pereira Júnior, da 12ª Vara Criminal Federal de Curitiba, aceitou nesta sexta-feira (8/11) o pedido da defesa do ex-presidente da República. 

Condenado a 8 anos, 10 meses e 20 dias, em segunda instância, no caso do triplex do Guarujá, Lula ficou 1 ano e 7 meses preso na Superintendência da Polícia Federal (PF) de Curitiba. Agora, poderá recorrer em liberdade e a pena só voltará a ser cumprida após o trânsito em julgado. (AratuOn)

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