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Política

Bolsonaro diz que não vai mais polemizar com ex-presidente Lula


O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse que não vai mais polemizar com o ex-presidente Lula (PT), que foi solto na semana passada após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que proíbe prisão em segunda instância.

“Não vou polemizar. Ele continua condenado”, disse Bolsonaro, segundo o jornal Folha de São Paulo. 

A declaração foi dada na manhã desta segunda-feira (11) momentos antes de entregar 4,1 mil unidades habitacionais em Campina Grande, na Paraíba. *Bahia Notícias.

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Política

MPF pede afastamento de Ricardo Salles do Ministério do Meio Ambiente


Procuradores do Ministério Público Federal (MPF) pediram hoje (06) o afastamento, em caráter liminar (urgente), de Ricardo Salles do posto de ministro do Meio Ambiente. Para os procuradores, Salles age com a intenção de desmontar a proteção ao meio ambiente no país, incorrendo no ato de improbidade administrativa.

Na ação, assinada por 12 procuradores, os profissionais pedem que Salles perca os direitos políticos durante cinco anos, além de ter de ressarcir danos e pagar multa. Também pedem que ele fique proibido de celebrar contratos com o poder público.

“A permanência do requerido Ricardo de Aquino Salles no cargo de Ministro do Meio Ambiente tem trazido, a cada dia, consequências trágicas à proteção ambiental, especialmente pelo alarmante aumento do desmatamento, sobretudo na Floresta Amazônica”, escreveram os procuradores.

“Caso não haja o cautelar afastamento do requerido do cargo de Ministro do Meio Ambiente o aumento exponencial e alarmante do desmatamento da Amazônia, consequência direta do desmonte deliberado de políticas públicas voltadas à proteção do meio ambiente, pode levar a Floresta Amazônica a um ponto de não retorno, situação na qual a floresta não consegue mais se regenerar”, diz a ação. Fonte: Metro1

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Política

Bolsonaro amplia vetos a uso de máscaras, que agora deixam de ser obrigatórias em prisões


O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ampliou hoje (6) os vetos à legislação sobre uso de máscaras durante a pandemia do novo coronavírus.

O texto publicado no Diário Oficial da União retira a obrigatoriedade do uso de máscaras em presídios. Além disso, estabelecimentos não precisarão mais afixar cartazes informando sobre o uso correto do equipamento de proteção.

Na sexta-feira (3), Bolsonaro já havia feito diversos vetos ao projeto de lei aprovado pelo Congresso em 9 de junho. Foram derrubados dispositivos que tornavam obrigatório o uso do equipamento de proteção em igrejas, comércios e escolas. (Metro1)

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Política

Sem máscaras, Bolsonaro, filho e ministros comemoram a independência dos EUA em Brasília


O presidente Jair Bolsonaro, ministros do governo e o filho dele, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), comemoram do dia da independência dos Estados Unidos em um almoço neste sábado (4), em Brasília, com o embaixador norte-americano, Todd Chapmann. Bolsonaro, os ministros e Eduardo apareceram em fotos, divulgadas pelo próprio presidente, sem usar máscaras de proteção contra a covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

Entre os ministros que acompanharam Bolsonaro no almoço estavam: Braga Netto (Casa Civil), Ernesto Araújo (Relações Internacionais), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) e Fernando Azevedo (Defesa).

Em Brasília, decreto do governo distrital obriga o uso de máscara em locais públicos, o que não era o caso do almoço deste sábado.

Na sexta-feira (3), foi publicado no “Diário Oficial da União” o veto de Bolsonaro ao trecho de uma lei que previa a obrigatoriedade do uso de máscaras em órgãos e entidades públicos e em estabelecimentos comerciais, industriais, templos religiosos e demais locais fechados em que haja reunião de pessoas. O presidente argumentou que o trecho “incorre em possível violação de domicílio”.

O uso de máscaras, assim como o distanciamento social, é recomendado pelas autoridades sanitárias, como a Organização Mundial de Saúde (OMS), como uma das principais ações de prevenção contra o contágio pelo novo coronavírus.

Desde o início da pandemia, em algumas ocasiões, Bolsonaro foi a locais públicos em Brasília, provocou aglomerações e não usou máscara.

A Advocacia-Geral da União conseguiu na Justiça uma decisão que derrubou determinação judicial que obrigava o presidente a cumprir a regra do uso de máscaras. (G1)

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