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Brasil

Gleisi acena a siglas de esquerda e diz que Lula não fechou portas para alianças


A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, fez um aceno às siglas de esquerda e disse, hoje (16), que “em nenhum momento” o ex-presidente Lula fechou as portas para “alianças com partidos de uma frente ampla de oposição” ao presidente Jair Bolsonaro. A informação é da coluna Painel, da Folha.

A fala da dirigente tenta suavizar o impacto do discurso do ex-presidente durante reunião da executiva nacional do PT, em Salvador, na quinta (14). Na ocasião, Lula afirmou que o partido não deve abrir mão de seu protagonismo e que deve lançar candidatos em todas as cidades possíveis na eleição municipal de 2020 para defender o seu legado. Ainda segundo o petista, a legenda protagonizou as eleições nacionais desde 1989 e vai continuar assim em 2022.

Embora dirigentes de siglas como o PSB tenham ficado frustrados com o discurso, por esperarem a possibilidade de formação de alianças sem o PT na cabeça de chapa para as eleições municipais, Gleisi disse que o discurso de Lula foi especificamente para estimular o partido. “Lula fez um discurso para o PT, foi a primeira fala dele para o PT. Foi para estimular o partido, pedir a defesa do legado”, explica Gleisi. “Mas ele em nenhum momento fechou as portas para alianças com uma frente de oposição ao [Jair] Bolsonaro”, completou.

Ainda de acordo com a presidente do PT, a legenda vai compor alianças em locais onde houver candidatos mais fortes de outras siglas, a exemplo das capitais Rio, Porto Alegre e Florianópolis. Marcelo Freixo, do PSOL, desponta como o candidato da esquerda na primeira, e Manuela D’ávila, do PCdoB, na segunda. (Metro1)

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Brasil

Mulheres brasileiras estudam mais, mas renda é menor do que a dos homens, aponta ONU


Mesmo com maior tempo de estudo do que a de homens, as mulheres brasileiras ainda têm menor renda, de acordo com dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), divulgados hoje (9).

A entidade revelou o ranking de países em relação ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), em que o Brasil caiu da 78ª para a 79ª posição. 

Na avaliação das desigualdades entre homens e mulheres, o Pnud apresenta o Índice de Desenvolvimento de Gênero, que traz os mesmos indicadores do IDH, com detalhamento por sexo. 

O IDH para mulheres aponta que as brasileiras têm melhores condições de saúde e educação do que os homens, no entanto, ficam abaixo em termos de renda bruta.

No país, as mulheres têm mais anos esperados de escolaridade (15,8 frente a 15 dos homens) e maior média de anos de estudo (8,1 anos contra 7,6 nos homens). No entanto, a renda nacional bruta per capita da mulher é 41,5% menor que a do homem. 
*Metro1.

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Brasil

Brasil tem segunda maior concentração de renda do mundo, diz relatório da ONU


A concentração da renda no Brasil continua sendo uma das mais altas do mundo, de acordo com o Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH) da Organização das Nações Unidas (ONU), divulgado hoje (9).

O Brasil ocupa o segundo lugar em má distribuição de renda, atrás apenas do Catar, quando analisados os 1% mais ricos: essa parcela da população concentra 28,3% da renda total do país. No Catar, essa proporção é de 29%. Os 10% mais ricos no Brasil concentram 41,9% da renda.
*Metro1.

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Bahia

Pagamento do 13º salário do Bolsa Família começa nesta terça-feira (10)


O Ministério da Cidadania inicia nesta terça-feira (10) o pagamento do 13º salário do Bolsa Família dos beneficiários do programa do mês de dezembro. O pagamento vai até o dia 23 e o calendário segue o cronograma regular, conforme o número do NIS do beneficiário. Na Bahia, cerca de 1,7 milhões de famílias receberão o benefício – o valor da folha no estado chega a R$ 665.381.556,00 e o valor do benefício médio é de R$ 380,15. A folha do último mês do ano somou 13.170.607 famílias em todo o país, num valor total de R$ 2.525.746.007. Com o pagamento extra, o valor da folha chega a R$ 5.051.492.014,00.

No ano, o Bolsa Família fechou o orçamento em R$ 33,6 bilhões, cerca de 10% a mais do que em 2018 (R$ 30,6 bilhões). “Essa é uma determinação do presidente Jair Bolsonaro, que fez questão de ampliar esse recurso. É uma maneira de reforçar o Natal das famílias mais pobres do Brasil”, reforça Terra.O cumprimento da promessa de campanha do presidente Jair Bolsonaro foi garantido pela Medida Provisória 898, publicada no dia 15 de outubro de 2019. O incremento do orçamento foi assegurado pelo Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias do Primeiro Bimestre de 2019, do Ministério da Economia.

Abaixo, segue tabela com o valor do pagamento e número de famílias por estado.

UFNúmero de famíliasValor totalValor do benefício médio
Acre86.987R$ 47.689.238R$ 548,24
Alagoas387.195R$ 152.405.806R$ 393,62
Amazonas387.230R$ 180.430.928R$ 465,96
Amapá75.123R$ 34.409.050R$ 458,04
Bahia1.750.294R$ 665.381.556R$ 380,15
Ceará1.014.628R$ 389.687.314R$ 384,07
Distrito
Federal
66.683R$ 24.568.762R$ 368,44
Espírito
Santo
168.028R$ 59.813.938R$ 355,98
Goiás277.003R$ 89.616.160R$ 323,52
Maranhão927.651R$ 403.781.942R$ 435,28
Minas
Gerais
970.642R$ 359.232.100R$ 370,10
Mato Grosso
do Sul
114.397R$ 42.045.872R$ 367,54
Mato Grosso142.557R$ 49.296.268R$ 345,80
Pará925.135R$ 377.003.824R$ 407,52
Paraíba502.403R$ 205.681.340R$ 409,40
Pernambuco1.127.840R$ 420.952.068R$ 373,24
Piauí437.844R$ 186.586.528R$ 426,14
Paraná335.494R$ 111.677.552R$ 332,88
Rio de
Janeiro
818.580R$ 308.268.972R$ 376,58
Rio Grande
do Norte
339.308R$ 129.219.184R$ 380,84
Rondônia71.216R$ 22.233.020R$ 312,20
Roraima44.067R$ 19.503.112R$ 442,58
Rio Grande
do Sul
325.960R$ 114.263.026R$ 350,54
Santa Catarina106.298R$ 38.016.004R$ 357,64
Sergipe280.015R$ 96.683.774R$ 345,28
São Paulo1.378.331R$ 480.723.674R$ 348,78
Tocantins109.698R$ 42.321.002R$ 385,80
Total13.170.607R$ 5.051.492.014R$ 383,54

Os interessados em receber o Bolsa Família devem se inscrever no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. O registro pode ser feito nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) ou na gestão municipal do Bolsa Família e do Cadastro Único.

O programa atende às famílias que vivem em situação de extrema pobreza, com renda per capita de até R$ 89 mensais; e pobreza, com renda entre R$ 89,01 e R$ 178,00 mensais.

Fonte: Correio.

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