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Bahia

Duas toneladas de cigarros são apreendidas em São Gonçalo do Campos


Duas toneladas de cigarros contrabandeados foram apreendidas nesta segunda-feira, 18, em São Gonçalo dos Campos (a 115 km de Salvador). A operação foi realizada pela Polícia Federal em uma junto com a Companhia Independente de Policiamento Especializado – Litoral Norte (Cipe/LN).

De acordo com informações da Polícia Militar (PM), a carga é avaliada em quase 3 milhões e estava escondida em uma oficina no município. A outra parte do material foi apreendido em depósitos de Feira de Santana (a 109 km de Salvador).

Quatro homens entre 36 e 52 anos, que não tiveram os nomes revelados, foram encaminhados junto com a carga apreendida ao posto da Polícia Federal (PF), em Feira de Santana.

Os policiais ainda apreenderam um caminhão, um veículo utilitário e quatro aparelhos celulares. A polícia investiga o caso. *A Tarde.

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Bahia

Bahia registra mais de 4 mil casos de Covid-19 em 24h


A Bahia registrou nas últimas 24 horas 4.348 casos de coronavírus e 58 mortes em decorrência da Covid-19, de acordo com boletim divulgado pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab). Ao todo, o estado tem 179.737 casos confirmados desde o início da pandemia e 3.736 óbitos confirmados.

Os casos confirmados ocorreram em 410 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (33,67%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram Almadina (3.971,45%), Dário Meira (3.912,23%), Gandu (3.647,81%), Itajuípe (3.543,02%) e Ipiaú (3.287,34%).

Ao todo, 162.838 já estão curados da doença e 80.151 continuam em investigação. Na Bahia, 15.986 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.

No estado, dos 2.791 leitos disponíveis do Sistema Único de Saúde (SUS) exclusivos para coronavírus, 1.523 possuem pacientes internados, o que representa uma taxa de ocupação de UTI adulto de 67%. Vale lembrar que o número de leitos é flutuante, representando o quantitativo exato de vagas disponíveis no dia.  (Metro1)

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Bahia

Casos ativos de Covid na Bahia crescem após cinco dias de queda


O número de casos ativos da Covid-19 na Bahia voltou a crescer nesta terça (4) e quarta-feira (5) após cinco dias de queda. O boletim desta quarta traz a informação de que 13.163 pessoas seguem doentes no estado.

O número baixou da casa dos 20 mil em 18 de julho, desde então tem se mantido entre 12 mil e 14 mil. No último mês o menor patamar foi registrado em 21 de julho, quando o estado registrava 11.704 casos ativos da Covid-19. 

O total de infectados na Bahia desde o início da pandemia é de 179.737 e os mortos pela infecção do coronavírus são 3.736. Até o dia anterior eram 175.389 casos confirmados e 3.678 óbitos.

Quanto aos recuperados, são 162.838 de acordo com a Secretaria da Saúde.

Os casos confirmados ocorreram em 410 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (33,67%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram Almadina (3.971,45%), Dário Meira (3.912,23%), Gandu (3.647,81%), Itajuípe (3.543,02%) e Ipiaú (3.287,34%). BahiaNoticias.

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Bahia

Bahia deve aplicar R$ 1 bilhão no combate ao coronavírus, prevê chefe da Fazenda

Foto: Manu Dias/GOVBA

Secretário da Fazenda do governo Rui Costa, Manoel Vitória estima que o Estado gaste mais de R$ 1 bilhão no combate ao coronavírus. “O gasto total com Covid-19 deve ir pra casa de um R$ 1 bilhão. Mais da metade do que se gastou hoje foi do tesouro. Não poderíamos esperar os repasses federais. É um planejamento que precisa ser renovado sempre. No caso da covid, olhamos a partir do ano passado, os mercados começaram a dar sinalização antes do tamanho do problema. Em fevereiro, o governador fez uma reunião com os Poderes e me pediu uma exposição para falar das ações preventivas. Isso se mostrou necessário para a gente superar esse momento agora”, afirmou, em entrevista a Mário Kertész, na Rádio Metrópole

Vitório disse ainda que a arrecadação de impostos tem se recuperado mês após mês, mas ainda não alcança a dotação do ano de 2019. “A queda veio gradual. Estamos trabalhando agora… está melhorando, mas para a gente alcançar 2019. Meu custeio é 2020. Chegou a cair 30% e mês a mês está recuperando. Esse mês de julho não batemos o que arrecadamos no ano passado, mas quase chegamos. A perda total, que a gente teve nos últimos 3 meses, foi de R$ 1,5 bilhão em relação a 2019”, calculou. 

Com a queda de arrecadação e crescimento de gastos na saúde, com a pandemia, Manoel Vitório ressaltou o trabalho que tem feito para diminuir o custeio de pastas da “área meio”. “Criamos uma secretaria de qualificação de gasto público. Quando o secretário vem pra mim, ele vinha com as reivindicações e eu apresentava uma série de medidas para melhorar a gestão e o gasto público. A Fazenda ganhou muito em termo de performance. Quando cheguei, você tinha ações de fiscalização muito presenciais, substituímos por batimentos, ganhamos em produtividade e diminuímos nosso custo. As áreas finalísticas, como segurança, saúde, educação, embora ganhem performance, a necessidade agora de mais investimentos, precisamos de mais recursos”, apontou. 

Líder de uma das áreas mais difíceis da administração pública, Vitório brincou e disse dormir “como um bebê”: “Acordo de três em três horas e choro muito”. “Infelizmente ultimamente temos dificuldade no Brasil de trabalhar com planejamento de médio e longo prazo. Com a pandemia, ficou mais difícil. Eu fiz amizade com um representante de um executivo do governo canadense, ele começou a me perguntar o que me fazia perder o sono. Eu disse a ele que eu dormia como um bebê, acordava a cada 3h e chorava pra caramba. Eu tenho me feito essa pergunta todo dia e toda noite. Qual o prognóstico para 2021? estamos vendo uma recuperação para patamares de 2019. É insatisfatório. O Congresso aprovou e tivemos uma ajuda para os Estados, é pequena, não cobre tudo, mas talvez 2021 seja ainda mais desafiador. Eu não acredito muito em ajuda nenhuma, mas não sabemos o patamar de arrecadação. Estamos revendo sempre nossas despesas, programando mais o combate ao crime contra a ordem tributária”, indicou. (Metro1)

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