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Política

Presidente Jair Bolsonaro assina desfiliação do PSL


O presidente Jair Bolsonaro assinou na tarde desta terça-feira (19) a desfiliação do PSL. Com isso, Bolsonaro se tornou o primeiro presidente em exercício sem legenda, mesmo que momentaneamente, desde a redemocratização. A expectativa é de que a documentação seja apresentada ainda hoje ao diretório nacional do partido e à Justiça Eleitoral do Rio de Janeiro, domicílio eleitoral do presidente.

O documento foi firmado em reunião de Bolsonaro com seus consultores jurídicos Karina Kufa e Admar Gonzaga, no Palácio do Planalto. O presidente não descarta assumir a direção nacional do seu novo partido. Segundo a defesa de Bolsonaro, não há impedimento legal para que ele acumule as funções de dirigente partidário e de presidente da República. Na segunda-feira, ele afirmou que há chances de assumir o posto.

“Isso aí é página virada. O PSL, quem quiser, fique com ele. O partido do presidente será outro e, com ele, certamente, virão os leais”, afirmou Gonzaga, em uma referência ao grupo de deputados e senadores que pretende se filiar ao novo partido.

Segundo os advogados do presidente, existem elementos para que os deputados bolsonaristas aleguem justa causa para deixar o PSL sem que percam os mandatos para os quais foram eleitos. “Justa causa é o que não falta. O que se viu na postura do presidente do PSL e de todos aqueles que o acompanham é, justamente, uma flagrante falta de compromisso com a transparência e boa gestão do dinheiro público. E isso é inaceitável para o presidente”, disse o advogado. *BNews.

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Política

Deputados querem aprimorar projeto contra fake news aprovado pelo Senado


Deputados destacaram que pretendem aprimorar o Projeto de Lei 2630/20, do Senado, que cria medidas de combate à disseminação de conteúdo falso nas redes sociais e nos serviços de mensagem privada. A Câmara dos Deputados realizou, nesta segunda-feira (13/7), a primeira de 10 audiências públicas que promoverá sobre a proposta.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), disse que o debate que se iniciou no Senado precisa ser ampliado, para se chegar a um texto que garanta a liberdade dos cidadãos, mas que possibilite a punição dos que usam as ferramentas de forma indevida. Ele espera que a Câmara possa construir um texto ainda melhor do que o aprovado no Senado.

A secretária de Comunicação da Câmara, deputada Joice Hasselmann (PSL), também acredita que o texto precisa ser melhorado, mas salientou a necessidade de uma lei sobre o tema ser aprovada. “Precisamos ter regras neste bang-bang que virou a internet”, opinou. Segundo Joice, no Brasil existem verdadeiras redes montadas para destruir reputações.

Conforme ela, “fake news no Brasil dá dinheiro”, por conta das ferramentas de monetização nos serviços. “São pessoas ganhando milhares de dólares para atacar reputações de pessoas com notícias falsas. Temos que fazer com que a disseminação de fake news não seja tão lucrativa. Não podemos, como legisladores, permitir que o crime compense”, disse.

Já a deputada Tabata Amaral (PDT) defende que o debate na Câmara seja baseado no texto já aprovado no Senado. “Temos oportunidade de melhorar o texto”, disse. Além do projeto do Senado, há mais de 50 projetos sobre fake news tramitando na Câmara. Fonte: AratuOn

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Política

Bolsonaro decide manter integrantes do ‘gabinete do ódio’ no governo


O presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) pretende manter em seus postos os principais integrantes do “gabinete do ódio”, como ficou conhecido o grupo de assessores do Palácio do Planalto que estaria por trás de ataques a adversários nas redes sociais. O departamento teria como comandante o vereador do Rio Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ). De acordo com o jornal Estado de S. Paulo, a decisão do presidente se manteve mesmo após o avanço das investigações do Supremo Tribunal Federal (STF) no inquérito das fake news. 

Na semana passada, o Facebook derrubou uma rede de 73 contas e perfis ligados a integrantes do gabinete do presidente, a seus filhos, ao PSL e a aliados, por “comportamento inautêntico coordenado”. 

Ainda de acordo com a publicação, Bolsonaro se sentiu pessoalmente atingido pela ação, já que a plataforma identificou ao menos cinco funcionários e ex-auxiliares que disseminavam ataques a adversários políticos, além de conteúdo com desinformação. O relatório do Facebook indicou Tercio Arnaud Thomaz, nome de confiança de Carlos Bolsonaro, como um dos responsáveis por movimentar perfis falsos. Tercio é assessor especial do presidente e integra o “gabinete do ódio” ao lado de José Matheus Salles Gomes e Mateus Matos Diniz. 

Na live semanal da última quinta-feira, um dia depois da ação do Facebook, Bolsonaro saiu em defesa dos auxiliares e criticou a derrubada de páginas e perfis de aliados, sem se referir diretamente à empresa. “A onda agora é para dizer que as páginas da família Bolsonaro e de assessores, que ganham dinheiro público para isso, promovem o ódio. Eu desafio a imprensa a apontar um texto meu de ódio ou dessas pessoas que estão do meu lado”, disse o presidente.

Na avaliação de assessores do presidente, o fato de aliados bolsonaristas serem alvo de mandados de busca e apreensão no inquérito que apura atos antidemocráticos, é necessário moderar suas intervenções nas redes sociais. A avaliação no Planalto é que o presidente vem perdendo seguidores nas redes com o crescimento de seu discurso radical. Segundo interlocutores, o próprio Bolsonaro teria admitido, em conversa com ministros e auxiliares diretos, que essa guerra digital desgastou o governo. No Planalto, a avaliação é a de que o ambiente precisa estar mais sereno.

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Política

Se houver segurança e seguindo recomendações da saúde, diz Neto sobre adiar Carnaval 2021



O prefeito de Salvador, ACM Neto, falou hoje (12) sobre a possibilidade de adiamento do Carnaval 2021, em razão da pandemia do coronavírus. O comentário foi feito após um seguidor, em sua conta no Instagram, questionar se a festa poderia acontecer em maio.

“Ainda não temos como saber, amigo. O que eu disse foi o seguinte: vou me reunir com prefeitos das cidades que fazem Carnaval para pensar em alternativas viáveis. Uma das possibilidades é o adiamento conjunto da festa. Isso só será feito se houver segurança e, é claro, seguindo as indicações de médicos, cientistas e organizações de saúde. Abraço!”, escreveu o prefeito. Fonte: Metro1

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