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Brasil

Governo confirma pagamento de auxílio emergencial para pescadores afetados por manchas de óleo


O governo publicou nesta sexta-feira (29/11) no Diário Oficial da União uma medida provisória (MP) que institui o auxílio emergencial a pescadores de municípios afetados pelas manchas de óleo que atingiram o litoral brasileiro.

O auxílio é de R$ 1.996,00 e o pagamento será feito em duas parcelas iguais. A MP define que o pagamento contemplará pescadores de municípios listados no site do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). De acordo com o instituto, atualmente são 126 municípios afetados pelas manchas de óleo, em 803 localidades.

Segundo a medida provisória, o pagamento do auxílio será devido ainda que o beneficiário tenha direito a outro valor pago pela União no mesmo período e seu recebimento não impedirá o recebimento cumulativo de benefícios financeiros de outras políticas públicas.

A parcela do auxílio emergencial poderá ser sacada no prazo de até 90 dias, contado da data da disponibilização do crédito ao beneficiário.

O auxílio emergencial será pago pelo Ministério da Cidadania aos beneficiários identificados pelo Número de Identificação Social (NIS), por meio da Caixa Econômica Federal.

Manchas

As primeiras manchas de óleo apareceram no litoral da Paraíba no fim de agosto. A substância atingiu trechos de praias em nove estados do Nordeste e já foram detectados fragmentos de óleo cru em praias dos estados do Espírito Santo e do Rio de Janeiro, na Região Sudeste.

Até o momento, a origem do óleo não foi identificada. O impacto da contaminação para a saúde humana e a economia das cidades litorâneas ainda é incalculável.
*Aratu On.

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Brasil

“Sem Rumo”, diz ex-ministro da saúde, Henrique Mandetta, sobre o Brasil no combate à pandemia


O ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, utilizou seu perfil no Twitter para fazer comentários sobre o governo, com relação ao enfrentamento da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Em uma publicação na rede social, ele afirmou que o Brasil está “sem rumo” e exaltou o uso da ciência.

“Mais de 60.000 pessoas perdidas. Nau sem rumo. Força SUS. Força Minas, Região Centro Oeste e Regiao Sul. Governos passam. Quem preserva A VIDA pode ter a chance de comemorar o que a CIÊNCIA trará!”, escreveu o médico, que deixou o cargo de titular da pasta no dia 16 de abril, após ser demitido pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

No início desta semana, o também ex-ministro da Saúde, Nelson Teich, comentou sobre o momento pelo qual o Brasil está passando e defendeu uma reforma completa nas ações de combate ao vírus.

“Não temos um aprendizado com o que está acontecendo. O isolamento vai e volta, mas não vejo ninguém explicando porque deu certo ou errado. A discussão do lockdown é pobre, cada vez mais difícil de conseguir. A reação é cada vez mais difícil. Todo mundo deveria tentar criar um programa único (de medidas de distanciamento) e recomeçar do zero. Essa situação da pandemia não tem hora para acabar”, declarou Teich, durante entrevista à Rádio Eldorado.

Após deixar a pasta, ambos os ex-ministros alegaram que tiveram algumas divergências com o presidente sobre a maneira de conduzir as ações de combate na pandemia. (Varela)

Confira a publicação de Mandetta:

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Brasil

OMS vê sinais de estabilização dos contágios de Covid-19 no Brasil


O diretor de operações da Organização Mundial de Saúde (OMS), Michael Ryan, afirmou hoje (3) em coletiva de imprensa, que vê “sinais de estabilização” do crescimento da curva de pessoas contaminadas no Brasil pelo coronavírus, mas pediu cautela. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo.

Ryan reforçou que a percepção não significa que o país esteja chegando ao fim da crise e nem que os números não possam voltar a subir.

Sobre a abertura da economia em tempos de contaminação, o diretor afirmou que há o desafio de garantir a renda de trabalhadores no período, mas que é preciso ficar atento a dados científicos na hora de governos tomarem as “escolhas difíceis” que precisam fazer. (Metro1)

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Brasil

Brasil tem 1290 novas mortes nas últimas 24 horas


O Brasil bateu a marca de 1,5 milhão de casos confirmados acumulados desde o início da pandemia de covid-19. O número foi divulgado na atualização diária do Ministério da Saúde. Com 42.223 novos casos, o total hoje (3) chegou a 1.539.081, um aumento de 2,8% em relação a ontem(2), quando eram contabilizados 1.496.858 casos.

O balanço também registrou 1.290 novas mortes nas últimas 24 horas, chegando ao total de 63.174. O aumento no número de mortes cresceu 3,7% em relação a ontem, quando o painel do Ministério da Saúde trazia 61.884 óbitos.

Do total de infectados até o momento, 868.372 já se recuperaram e 607.535 pacientes estão em acompanhamento. Ainda há 3.968 mortes em investigação. (AgênciaBrasil)

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