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Economia

Bolsonaro diz que taxa Selic deve chegar a 4,5%


Em evento da Caixa Econômica Federal, o presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira (2) que a taxa básica de juros, a Selic, deve sofrer um novo corte e cair de 5% para 4,5%. A próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) está marcada para o dia 10 de dezembro.
Em uma conversa de improviso, com funcionários da instituição bancária, o presidente afirmou que não entende de economia e, em uma referência à ex-presidente Dilma Rousseff, disse que no governo petista reduziram a taxa “na canetada”.

“Eu não entendo de economia, não. Aquela que entendia está pagando uma conta altíssima. Também, naquela época, reduziu a taxa de juros na canetada. Hoje, sem canetada, está em 5%, deve chegar a 4,5%”, disse.
O presidente conversou com a plateia enquanto a primeira-dama Michelle Bolsonaro não chegava a evento para discutir políticas de inclusão de pessoas com deficiência, em um hotel da capital federal.

No mesmo diálogo, ele disse apoiar projeto de lei que garante a autonomia do Banco Central, que foi enviado ao Poder Legislativo, mas ressaltou que o presidente da instituição federal, Roberto Campos Neto, não tem pressa, uma vez que já se considera independente do Poder Executivo. Em discurso, após a chegada da primeira-dama, o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, disse que caso a Selic sofra um novo corte, haverá novas reduções tanto na taxa do cheque especial como no rotativo do cartão de crédito.

“Sem qualquer interferência por parte do presidente, e por iniciativa própria, Pedro Guimarães está fazendo um bom trabalho, obrigando outros bancos a seguirem seu exemplo de administração”, disse Bolsonaro.
Na semana passada, resolução aprovada pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) criou um limite de 8% ao mês às taxas de juros cobradas pelos bancos caso o cliente precise usar o cheque especial. Na época, o presidente defendeu que as instituições bancárias do país adotem taxas de juros compatíveis com a taxa básica de juros.

No evento desta segunda-feira (2), Bolsonaro e Michelle assinaram a abertura de contas correntes na Caixa Econômica Federal. “Está faltando fundo agora”, brincou o presidente.
*Varela Notícias.

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Economia

Aplicativo Caixa Tem permite pagamento de compras em lojas físicas


Nesta quinta-feira, 28, o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, e os vice-presidentes de Varejo, Celso Leonardo Barbosa, e de Tecnologia e Digital, Cláudio Salituro, participaramm de entrevista online. Os dirigentes falaram sobre a operação de pagamento do Auxílio Emergencial e divulgaramm a nova funcionalidade do aplicavo CAIXA Tem que permite o pagamento de compras em lojas físicas. O app foi criado para facilitar o acesso de brasileiros a serviço sociais e a diversas transações bancárias.

Veja o calendário de pagamento da 2ª parcela do auxílio emergencial

Cerca de 60 milhões de pessoas estão inscritas no programa do governo federal para receber o auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mulheres mães e chefes de família). O benefício é pago a trabalhadores informais e pessoas de baixa renda, inscritos no cadastro social do governo e no Bolsa Família.

O programa foi criado pelo governo federal para garantir uma renda básica emergencial durante três meses, para o enfrentamento dos efeitos econômicos da pandemia do novo coronavírus. A primeira parcela já foi paga.

Saiba como contestar resultado do cadastro do auxílio emergencial

Quem teve o benefício negado, mas discordou dos motivos, pode contestar a análise no site ou no aplicativo da Caixa. Nesse caso, não é possível corrigir os dados. Apenas é possível confirmar as informações prestadas e pedir uma nova análise. Diferentemente da apresentação de um novo pedido, a contestação só pode ser pedida uma vez.

As pessoas que tiveram o pedido de auxílio emergencial considerado inconclusivo devem fazer um novo cadastro no site ou no aplicativo Caixa Auxílio Emergencial.

Segundo a vice-presidente de Governo da Caixa, Tatiana Thomé, o pedido de novo cadastro deve ser preenchido em duas situações: quando o requerimento é considerado inconclusivo (quando o cadastro não consegue ser avaliado) ou quando o benefício é negado. Nos dois casos, o usuário pode corrigir informações mais de uma vez, mas a análise e a liberação do benefício depende da Dataprev, estatal de tecnologia que verifica as informações em 17 bases de dados. (A Tarde)

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Brasil

Secretário da Economia diz que auxílio emergencial é caro, mas deve ser prorrogado com ‘outro perfil’


O Secretário Especial de Fazenda, Waldery Rodrigues Júnior, disse nesta quinta-feira (28) que o auxílio emergencial é um programa caro, mas que deve deve ser prorrogado com “outro perfil”. O benefício de R$ 600 começou a ser pago pelo governo em meio à pandemia do novo coronavirus.

O benefício foi criado por meio da aprovação de uma lei no Congresso. Tem direito a receber três parcelas de R$ 600 os trabalhadores autônomos, informais e famílias mais impactadas economicamente pela pandemia.

Segundo o secretário, os três meses de repasses já previstos na lei custarão, em média, R$ 51,5 bilhões por mês. O total estimado é de aproximadamente R$ 152 bilhões, de acordo com Waldery.

A terceira e última parte da ajuda deve ser paga em junho e, por isso, conversas sobre a prorrogação do benefício já circulam no governo. Líderes partidários na Câmara dos Deputados articulam a votação de uma proposta para ampliar o prazo e manter o valor do auxílio emergencial de R$ 600.

O presidente Jair Bolsonaro, no entanto, já disse ser a favor de reduzir este valor. Ele afirmou na sexta-feira (22) que haverá a quarta e “talvez” a quinta parcelas do auxílio emergencial, “mas não de R$ 600”.

Embora não tenha citado valores, Waldery disse que o programa é caro e, se prorrogado, terá um outro formato.

“O auxílio emergencial será prorrogado? Muito provavelmente sim, mas com outro perfil, com outro formato. É um programa valiosíssimo, de alta efetividade, mas também é um programa caro”, declarou.

Waldery argumentou que o custo do programa é muito alto e que não cabe “uma extensão muito prolongada” nas contas públicas. De acordo com o secretário, o Bolsa Família será usado como referência na criação de um auxílio mais efetivo.

Congresso

A discussão sobre a prorrogação do benefício de R$ 600 pode representar um novo embate com o Executivo, que tem feito gestos para atrair partidos do Centrão e formar uma base no Congresso. Essa aliança tem se dado, por exemplo, com o governo acatando indicações para cargos de chefia em ministérios.

Nos bastidores, a avaliação é que a discussão sobre o auxílio poderá servir como um termômetro da sintonia das legendas do Centrão com o Palácio do Planalto.

Inicialmente, quando o programa foi anunciado, a equipe econômica queria que a ajuda paga fosse de R$ 200. Pressionado por uma iminente derrota no plenário da Câmara, que já havia elevado o valor para R$ 500, o governo reassumiu a pauta e anunciou o valor de R$ 600.

Pelo menos dez projetos de lei sobre o tema já foram protocolados na Câmara. Alguns ampliam o prazo de pagamento por mais três meses e outros propõem estender as parcelas até o fim deste ano. Fonte: G1

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Economia

Mega-Sena acumula e prêmio deve ir a R$ 38 mi


Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.265 da Mega-Sena, realizado na noite de ontem (27), em São Paulo (SP). Com isso, o prêmio deve ir a R$ 38 milhões. 

A sequência sorteada foi: 14 – 20 – 23 – 39 – 46 – 50. Já a quina teve 50 ganhadores e cada um receberá R$ 51.863,40. Outras 2.926 pessoas acertaram a quadra e vão levar R$ 1.266,07. 

O próximo sorteio será no sábado (30), às 20h. As apostas podem ser feitas até as 19h do dia do concurso e o valor mínimo para participar é R$ 4,50. Fonte: Metro1

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