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Política

‘Lamento a morte de inocentes’, diz Bolsonaro sobre tragédia em Paraisópolis



O presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira (2) que lamenta a morte de inocentes em ação policial que deixou nove mortos na favela de Paraisópolis, em São Paulo, no domingo (1).

“Eu lamento a morte de inocentes”, afirmou Bolsonaro, ao parar para cumprimentar um grupo de eleitores na entrada do Palácio do Alvorada.

Nas redes sociais, o governador de São Paulo, João Doria, também afirmou lamentar a tragédia.

Doria disse ainda que determinou ao secretário da Segurança Pública do Estado, general Campos, apuração “para esclarecer quais foram as circunstâncias e responsabilidades deste triste episódio”. *BNews.

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Política

Guedes diz que não há razão para pessimismo no país


O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que não há razão para pessimismo no Brasil. Na visão dele, o país passa por um período de desenvolvimento institucional extraordinário. “Estou vendo instituições brasileiras robustas, florescendo e se aperfeiçoando. Não há nenhuma razão para pessimismo. O Brasil está avançando institucionalmente”, disse ao participar da abertura do encontro BNDES com ‘S’ de Social e de Saneamento, na sede do banco, no centro do Rio de Janeiro: “[O Brasil] vai voltar a crescer fazendo a coisa certa, aperfeiçoando as suas instituições”.

Guedes voltou a defender a desoneração da folha de pagamento. Segundo ele, um país que tem imposto sobre folha de pagamento e duplica o custo da mão de obra não quer gerar emprego. “Os impostos sobre folha de pagamento são o imposto mais cruel, armas de destruição em massa de empregos. Dezenas de milhões de empregos são destruídos por estes impostos excessivos sobre a folha de pagamento. É um crime contra o trabalhador brasileiro”, afirmou.
*Aratu On.

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Política

Bivaristas querem Joice Hasselman como líder do PSL na Câmara, diz colunista


A parte bivarista do PSL quer a deputada federal Joice Hasselman (SP) como líder do partido na Câmara dos Deputados. Atualmente, o cargo é ocupado por Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), mas o filho do presidente e mais 17 deputados foram suspensos das atividades partidárias por uma decisão da Executiva Nacional da legenda. Para que as suspensões passem a ser válidas, é necessário que o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), efetive as punições propostas pela Executiva da legenda. A informação é do blog da Andréia Sadi.

Os deputados ligados ao presidente do partido, Luciano Bivar, querem emplacar Joice, ex-líder do governo no Congresso Nacional e atual desafeto da família Bolsonaro, no comando da segunda maior bancada da Casa contando com 52 deputados.

O líder orienta as votações no plenário, indicando deputados para comissões na Câmara. A intenção dos bivaristas é substituir os deputados bolsonaristas na Comissão Parlamentar Mista de Investigação (CPMI) das Fake News por parlamentares ligados ao presidente do partido.
*BNews.

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Política

Bolsonaro recua e revoga edital que excluiu ‘Folha de S. Paulo’ de licitação da Presidência


O presidente Jair Bolsonaro revogou o edital que excluia o jornal Folha de São Paulo da concorência para renovar assinaturas digitais de veículos de mídia para o governo.

A decisão foi publicada pela Secretaria-Geral da Presidência nesta sexta-feira (6) no Diário Oficial da União.

O edital prevê gastos de R$ 194.393,64 para acesso digital de órgãos do governo aos maiores jornais do País. Em outubro, Bolsonaro declarou, em postagem no Facebook, que boicotaria “Folha” e seus anunciantes.

Na semana passada, o subprocurador-geral junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), Lucas Furtado, apresentou representação em que pedia a adoção de uma medida cautelar para que o governo fosse proibido de excluir a publicação do processo de licitação.

Segundo o subprocurador, a exclusão do jornal do processo licitatório contraia os “estreitos limites da via discricionária do ato administrativo” e os “princípios constitucionais da impessoalidade, isonomia, motivação e moralidade”.

As ameaças do presidente também foram alvo de críticas por parte de entidades de defesa da imprensa.

Em nota, à época, a Associação Nacional de Jornais (ANJ) declarou que “a Presidência da República de uma nação democrática não pode se mover por impulsos, preferências ou favoritismos, mas sim pela impessoalidade que se espera do cargo”.
*BNews.

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