Conecte-se agora

Política

Procurador que reclamou de salário ‘miserê’ recebeu mais de R$ 100 mil em dois meses


O procurador de Justiça Leonardo Azeredo dos Santos, do Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG), em dois meses, recebeu R$ 100 mil líquidos de salário, após reclamar em agosto que vivia com um “miserê” de R$ 24 mil. Os vencimentos totais em agosto e setembro chegaram a R$ 124 mil.

Após a repercussão da reclamação, a Procuradoria mineira informou que o procurador tirou licença médica. Ele retornou às atividades no dia 7 de novembro. O portal da Transparência do MP de Minas não informa o vencimento do período de afastamento. No mês de julho, ao salário de R$ 24 mil somou indenizações e remunerações retroativas ou temporárias que elevaram o vencimento para R$ 65 mil. No mês de agosto, quando reclamou dos salários, o procurador recebeu R$ 35,4 mil, mais indenizações, que totalizaram R$ 76 mil. Em setembro, o vencimento total foi de R$ 47,2 mil.
*Bahia Notícias.

Publicidade
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Guedes diz que não há razão para pessimismo no país


O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que não há razão para pessimismo no Brasil. Na visão dele, o país passa por um período de desenvolvimento institucional extraordinário. “Estou vendo instituições brasileiras robustas, florescendo e se aperfeiçoando. Não há nenhuma razão para pessimismo. O Brasil está avançando institucionalmente”, disse ao participar da abertura do encontro BNDES com ‘S’ de Social e de Saneamento, na sede do banco, no centro do Rio de Janeiro: “[O Brasil] vai voltar a crescer fazendo a coisa certa, aperfeiçoando as suas instituições”.

Guedes voltou a defender a desoneração da folha de pagamento. Segundo ele, um país que tem imposto sobre folha de pagamento e duplica o custo da mão de obra não quer gerar emprego. “Os impostos sobre folha de pagamento são o imposto mais cruel, armas de destruição em massa de empregos. Dezenas de milhões de empregos são destruídos por estes impostos excessivos sobre a folha de pagamento. É um crime contra o trabalhador brasileiro”, afirmou.
*Aratu On.

Continue Lendo

Política

Bivaristas querem Joice Hasselman como líder do PSL na Câmara, diz colunista


A parte bivarista do PSL quer a deputada federal Joice Hasselman (SP) como líder do partido na Câmara dos Deputados. Atualmente, o cargo é ocupado por Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), mas o filho do presidente e mais 17 deputados foram suspensos das atividades partidárias por uma decisão da Executiva Nacional da legenda. Para que as suspensões passem a ser válidas, é necessário que o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), efetive as punições propostas pela Executiva da legenda. A informação é do blog da Andréia Sadi.

Os deputados ligados ao presidente do partido, Luciano Bivar, querem emplacar Joice, ex-líder do governo no Congresso Nacional e atual desafeto da família Bolsonaro, no comando da segunda maior bancada da Casa contando com 52 deputados.

O líder orienta as votações no plenário, indicando deputados para comissões na Câmara. A intenção dos bivaristas é substituir os deputados bolsonaristas na Comissão Parlamentar Mista de Investigação (CPMI) das Fake News por parlamentares ligados ao presidente do partido.
*BNews.

Continue Lendo

Política

Bolsonaro recua e revoga edital que excluiu ‘Folha de S. Paulo’ de licitação da Presidência


O presidente Jair Bolsonaro revogou o edital que excluia o jornal Folha de São Paulo da concorência para renovar assinaturas digitais de veículos de mídia para o governo.

A decisão foi publicada pela Secretaria-Geral da Presidência nesta sexta-feira (6) no Diário Oficial da União.

O edital prevê gastos de R$ 194.393,64 para acesso digital de órgãos do governo aos maiores jornais do País. Em outubro, Bolsonaro declarou, em postagem no Facebook, que boicotaria “Folha” e seus anunciantes.

Na semana passada, o subprocurador-geral junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), Lucas Furtado, apresentou representação em que pedia a adoção de uma medida cautelar para que o governo fosse proibido de excluir a publicação do processo de licitação.

Segundo o subprocurador, a exclusão do jornal do processo licitatório contraia os “estreitos limites da via discricionária do ato administrativo” e os “princípios constitucionais da impessoalidade, isonomia, motivação e moralidade”.

As ameaças do presidente também foram alvo de críticas por parte de entidades de defesa da imprensa.

Em nota, à época, a Associação Nacional de Jornais (ANJ) declarou que “a Presidência da República de uma nação democrática não pode se mover por impulsos, preferências ou favoritismos, mas sim pela impessoalidade que se espera do cargo”.
*BNews.

Continue Lendo

Mais Lidas