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Política

Suspeito de tentar matar Bolsonaro durante evento é preso após publicação em rede social


Um homem foi preso após se tornar o principal suspeito de planejar um assassinato contra o presidente Jair Bolsonaro, na última sexta-feira (29/11). Ele trabalhava como faxineiro de uma empresa terceirizada, contratada pelo Exército de Três Corações, no sul de Minas Gerais. O jovem, de 25 anos, teria publicado um vídeo nas redes sociais mostrando detalhes do plano, um dia antes de uma solenidade na Escola de Sargentos das Armas (ESA), na qual o presidente esteve presente.

O suspeito chegou a ir quartel no dia do evento, mas foi denunciado por uma pessoa que viu o vídeo na rede sociai. Assustado, ele voltou para casa, onde foi detido pela polícia. Em uma das publicações, que já foi apagada, o suspeito escreve na legenda: “Preparando minha faca para o Bolsonaro”.

Em depoimento à polícia, ele alegou ser de centro-esquerda e disse que fez as postagens por “ironia” e “inconformismo político”. Ele será investigado por crime contra a segurança nacional e pode pegar entre 3 e 10 anos de reclusão. *Aratu On.

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Brasil

Bolsonaro sanciona com vetos projeto de socorro de R$ 60 bilhões a estados e municípios


O presidente Jair Bolsonaro sancionou com vetos o projeto que prevê ajuda financeira de R$ 60 bilhões a estados e municípios. O texto foi publicado na edição de hoje (28) do Diário Oficial da União.

Bolsonaro acolheu os vetos sugeridos pela equipe econômica do governo. Foi vetado um trecho que abria exceções em relação ao congelamento dos salários de servidores. Desta forma, não haverá reajustes para o funcionalismo até o final do ano que vem. Outro trecho vetado pelo presidente permitia a estados e municípios suspender o pagamento das dívidas com bancos e organismos internacionais.

O projeto foi aprovado pelo Congresso Nacional no último dia 6, para ajudar estados e municípios a enfrentarem os efeitos causados pela perda de arrecadação durante a pandemia do coronavírus e reforçar ações de assistência social.

O texto prevê que a União vai transferir diretamente a estados e municípios R$ 60 bilhões, divididos em quatro parcelas mensais. Além disso, estão suspensas as dívidas de estados e municípios com a União, inclusive os débitos previdenciários parcelados pelas prefeituras que venceriam este ano. Fonte: Metro1

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Brasil

Bolsonaro diz que operação da PF contra aliados é ‘sinal de algo grave acontecendo com a democracia’


O presidente Jair Bolsonaro se manifestou, no fim da noite de ontem (27), sobre os mandados de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Federal, pela manhã, contra diversos aliados do chefe do Executivo. 

“Ver cidadãos de bem terem seus lares invadidos, por exercerem seu direito à liberdade de expressão, é um sinal que algo de muito grave está acontecendo com nossa democracia”, escreveu o presidente no Twitter.

A operação foi realizada a mando do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, no âmbito do inquérito das fake news contra a Corte, e teve como alvo o empresário Luciano Hang, o ex-deputado Roberto Jefferson, o blogueiro Allan dos Santos, entre vários outros.

Também no Twitter, Bolsonaro publicou um vídeo com a seguinte legenda: “A liberdade de expressão, segundo o ministro Alexandre de Moraes”. Na gravação, o membro do STF aparece falando, entre outras coisas, que “quem não quer ser satirizado, não se ofereça para exercer cargos políticos. Querer evitar isso por meio de uma ilegítima intervenção estatal na liberdade de expressão é absolutamente inconstitucional”.

Ainda por meio da rede social, o presidente fez uma última declaração sobre o tema. “Estamos trabalhando para que se faça valer o direito à livre expressão em nosso país. Nenhuma violação desse princípio deve ser aceita passivamente!”, dizia o tweet.  Fonte: Metro1

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Política

Eduardo Bolsonaro vê ‘momento de ruptura’ e cogita adoção de ‘medida enérgica’ por presidente


Após a operação da Polícia Federal no âmbito do inquérito das fake news contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) cogitou ontem (27) a necessidade de adoção de “medida enérgica” pelo pai. O deputado falou ainda em “momento de ruptura” e disse que a questão não é de “se”, mas, sim, de “quando” isto vai ocorrer. A declaração foi dada em entrevista ao canal Terça Livre.

“Essa postura, eu até entendo quem tem uma postura mais moderada, vamos dizer, para não tentar chegar ao momento de ruptura, um momento de cisão ainda maior, um conflito ainda maior. Eu entendo essas pessoas que querem evitar esse momento de caos. Mas falando bem abertamente, opinião do Eduardo Bolsonaro, não é mais uma opinião de ‘se’, mas de ‘quando’ isso vai ocorrer”, afirmou.

Eduardo ainda cogitou a possibilidade de “medida enérgica” pelo presidente da República. “Quem que é o ditador nessa história? Vale lembrar que, antes do Bolsonaro assumir, falavam que ocorreriam tempos sombrios, perseguição a negros, a pobres, a gays, às mulheres, etc. Pergunta que eu faço: quantas imprensas fecharam no Brasil devido a ordem do presidente? Zero. Quantos presos políticos existem no Brasil? Zero. E a gente está vendo aqui uma iniciativa atrás da outra para esgarçar essa relação. E, depois, não se enganem: quando chegar ao ponto em que o presidente não tiver mais saída e for necessária uma medida enérgica, ele é que será taxado como ditador”, afirmou o filho do presidente da República.

Procurado pelo G1, o gabinete do ministro Alexandre de Moraes informou que não vai se manifestar sobre o caso.

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