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Saúde

Anvisa autoriza registro e produção de remédio à base de maconha no Brasil


Os diretores da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovaram nesta terça-feira (3/12) o registro e a produção de remédios à base de maconha no Brasil. Com isso, a medicação poderá ser comprada em farmácias mediante apresentação de receita médica. A regulamentação entra em vigor em 90 dias após sua publicação no Diário Oficial da União.

O regulamento proíbe a manipulação de qualquer produto derivado da planta. A comercialização no país ocorrerá exclusivamente em farmácias e drogarias sem manipulação. Os diretores ainda discutem nesta terça a permissão para que uma pessoa possa plantar maconha em casa para tratamento médico.

A regulamentação do uso dos remédios deverá ser revisada em até três anos e as regras para prescrever o produto, variam de acordo com a concentração de THC (Tetrahidrocanabidiol), a parte alucinógena da erva. Em concentrações menores de 0,2%, o remédio deverá ser prescrito com numeração fornecida pela vigilância sanitária e exige renovação da receita em até 60 dias.

Já os produtos com concentrações de THC acima de 0,2% só poderão ser prescritos a pacientes terminais ou que tenham se esgotado as alternativas terapêuticas. Os fabricantes que optarem por importar o substrato da cannabis para fabricação do produto deverão realizar a importação da matéria-prima semielaborada, e não da planta ou parte dela.

O regulamento é específico para o tratamento médico de humanos, não de animais. Os diretores decidem ainda hoje se o plantio da maconha será autorizada no Brasil.
*Aratu On.

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Saúde

Cientistas relatam novos casos de reinfecção pelo coronavírus; homem teve sintomas piores na segunda vez

Foto: ilustrativa/Pexels

Dois artigos publicados na revista científica Clinical Infectious Diseases (Doenças Infecciosas Clínicas, em tradução literal) ligada à Universidade de Oxford, sinalizam novos casos de reinfecção pelo novo coronavírus. Os pesquisadores destacam que todos esses exemplos, que incluem brasileiros, ainda levantam dúvidas sobre a imunidade de quem já teve a Covid-19. As informações são do Estadão.

O primeiro relato, publicado no fim de semana por cientistas dos Estados Unidos, é de um homem de 42 anos, militar na área da saúde. Ele testou positivo pela primeira vez em março, quando sentiu febre, tosse e dores musculares, mas se recuperou e voltou a um estado de saúde considerado excelente. Porém, após 51 dias, em 24 de maio, além da febre e tosse, ele apresentou falta de ar e sintomas gastrointestinais. 

Um exame de raio-X indicou infiltração pulmonar e um novo exame RT-PCR deu, novamente, positivo para o coronavírus. “Notadamente, os sintomas foram significativamente piores quando comparados com a síndrome inicial”, escreveram os pesquisadores. Análises do genoma do Sars-CoV-2 das duas ocasiões identificaram “diversas variações potenciais”, o que sugere que os vírus eram distintos e, portanto, tratava-se de uma reinfecção.

Neste caso, a segunda infecção foi mais grave do que a primeira, diferente de outros casos já relatados. Segundo a publicação científiva, a gravidade ocorreu “potencialmente devido ao aprimoramento imunológico, aquisição de uma cepa mais patogênica, ou talvez um inóculo maior de infecção, visto que a segunda exposição foi de dentro da casa”.

ÍNDIA

O segundo estudo, publicado nesta quarta-feira (23/9), no mesmo periódico, relatou o caso de dois profissionais de saúde da Índia que apresentaram reinfecção, mas dessa vez assintomática. “O relatório destaca a possibilidade de reinfecções por Sars-CoV-2 não detectadas e a necessidade de vigilância nos sistemas de saúde”, destacaram.

As vítimas são um homem de 25 anos e uma mulher de 28, que testaram positivo nos dias 5 e 17 de maio, respectivamente. Embora estivessem sem sintomas, foram hospitalizados e, posteriormente, testaram negativo em 13 e 27 de maio. Após seguirem normalmente com o trabalho em hospitais, o homem foi diagnosticado novamente com o novo coronavírus em 21 de agosto e a mulher, em 5 de setembro. Novamente, ambos não tiveram sintomas, mas apresentaram uma alta carga viral nesse segundo episódio.

Segundo a reportagem, o sequenciamento do genoma das cepas da primeira e da segunda infecção também apontaram diferenças, o que indica, de fato, uma reinfecção. “Em conjunto, nossa análise sugere que a reinfecção assintomática pode ser uma entidade potencialmente subnotificada”, disseram os pesquisadores. Eles destacam, ainda, que “uma variante genética encontrada durante a reinfecção na mulher possivelmente confere resistência a anticorpos neutralizantes”. (AratuOn)

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Saúde

Bahia passa dos 300 mil casos confirmados de Covid-19; 1.833 foram registrados nas últimas 24 horas

Foto: Elói Corrêa/GOVBA

Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 1.833 casos de Covid-19 e, com isso, o total passou dos 300 mil. São 301.248 casos confirmados desde o início da pandemia, conforme divulgado pela Secretaria da Saúde (Sesab), nesta quinta-feira (24/9).

Das confirmações, 7.307 encontram-se com o vírus ativo, 25.507 são referentes a profissionais da saúde contaminados e 6.455 morreram, das quais 47 foram contabilizadas nas últimas 24 horas. 

Em relação a curados, já são 287.486 em todo o estado.

A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível em https://bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.

Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.

NOTIFICAÇÕES

Os casos confirmados ocorreram em todos os 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (28,38%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100 mil habitantes foram: Ibirataia (6.432,86), Almadina (6.314,06), Madre de Deus (5.892,95), Itabuna (5.860,06), Dário Meira (5.088,70).

O boletim epidemiológico contabiliza, ainda, 596.056 casos descartados e 74.522 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17h desta quinta-feira (24/0). (AratuOn)

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Saúde

Brasil tem 138.410 mortes por Covid-19, diz consórcio de imprensa

Foto : Guilherme Gandolfi/ Fotos Públicas

O Brasil contabiliza 138.410 óbitos e 4.602.241 contaminações em decorrência da Covid-19, de acordo com boletim das 13h divulgado hoje (23) pelo do consórcio de veículos de imprensa formado por O Globo, Extra, G1, Folha de S.Paulo, Uol e O Estado de S. Paulo.

A análise dos dados reúne informações das secretarias estaduais de Saúde. O último levantamento havia sido divulgado às 8h e contabilizava 138.174 mortes e 4.595.960 casos confirmados.

Desde o balanço das 20h de ontem (22), 8 estados atualizaram seus dados: BA, CE, ES, GO, MG, MS, PE e RR. (Metro1)

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