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Polícia

Baiano Zé de Lessa, líder da facção BDM, é morto pela polícia em Mato Grosso do Sul


Apontado pela Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) como o bandido mais procurado do estado da Bahia, o baiano  José Francisco Lumes, o Zé de Lessa, foi morto na manhã desta quarta-feira (04) pela polícia no estado do Mato Grosso do Sul. A informação foi confirmada ao CORREIO pela SSP-BA, que foi informada pelo Batalhão de Operações Policiais Especiais da PM do MS que Zé de Lessa havia sido morto em confronto. 

Ele era o ás de ouros do Baralho do Crime da SSP, um arquivo que reúne os principais criminosos do estado da Bahia. A SSP-BA destacou que Zé de Lessa tinha envolvimento com ataques a banco.

Além de Zé de Lessa outros três homens foram mortos e um foi preso na operação da polícia sulmatogrossense que aconteceu em uma chácara localizada entre as cidades de Aral Moreira e Coronel Sapucaia. PUBLICIDADE

Segundo a polícia do MS todos são suspeitos de integrar a quadrilha que atacou um carro-forte da empresa Brink’s na fronteira com o Paraguai na segunda-feira (2).

Zé de Lessa começou na vida do crime fazendo assalto a instituições financeiras. Foi preso algumas vezes e a última vez que saiu da prisão foi para terminar de cumprir a pena no regime domiciliar. Desde então, foi morar na cidade de Coronel Sapucaia, no Mato Grosso do Sul, divisa com o Paraguai, de onde começou a enviar carregamentos de drogas para abastecer sua quadrilha na Bahia.

Ele criou o BDM dentro da cadeia e logo sua facção passou a ganhar destaque. Tornou-se o principal rival da facção Katiara, comandada por Roceirinho, e passou a disputar pontos de droga com o rival. Ele tem entre seus principias comparsas alguns parentes. Fonte: Correio24horas.

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Polícia

Mulher é presa ao tentar enviar 3 kg de pasta base de cocaína por meio de transportadora na Bahia


 Uma mulher foi presa em flagrante ao tentar enviar três quilos de pasta base de cocaína por meio de uma transportadora, na cidade de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, na tarde de sexta-feira (18). A droga seria enviada para Salvador.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), as equipes da polícia descobriram a tentativa de envio através de ações de inteligência. A SSP não detalhou como a situação aconteceu.

A suspeita não teve identidade revelada. Ao ser presa, ela contou à polícia que o material seria enviado para um comparsa. A SSP não informou se o homem foi identificado. Junto à droga, a mulher também embalou R$ 650.

A suspeita presa, a droga e o dinheiro apreendidos foram levados para a Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE) de Vitória da Conquista. A mulher foi autuada em flagrante por tráfico de drogas. (G1)

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Polícia

Polícia Federal deflagra operação contra desvio de verba pública em Jequié

Foto: Marcelo Camargo/Arquivo Agência Brasil

A Polícia Federal-PF deflagrou na manhã desta terça-feira (15), a Operação Guilda de Papel, que visa à repressão aos crimes de fraude à licitação, fraude a direitos trabalhistas e desvio de verbas públicas em Jequié, segunda maior cidade do sudoeste baiano. Um dos endereços é o Edifício Mansão Avenida, na Avenida Rio Branco, onde está localizado a sede da Ativacoop,  cooperativa que presta serviço de contratação de pessoal para a Prefeitura de Jequié.  

Conforme a PF, as investigações iniciaram em 2019, a partir de representações formuladas por vereadores de Jequié, relatando que uma “Cooperativa” teria vencido uma licitação para o fornecimento de mão de obra terceirizada para prestação de serviço a diversas secretarias do município de Jequié. Segundo as representações, a aludida “Cooperativa” na verdade seria uma empresa intermediadora de mão de obra, travestida de Cooperativa, e estaria cobrando do município de Jequié valores bastante superiores àqueles que eram pagos para os prestadores de serviço, inclusive verbas fictícias, além de estar cobrando pela prestação de serviços de pessoas que jamais teriam integrado os quadros da Cooperativa. 

Após a análise pela Polícia Federal do Pregão Presencial 016/2018, A PF apurou que o município de Jequié celebrou com a “Cooperativa” um contrato no importe de R$ 29.264.658,72 (vinte e nove milhões, duzentos e sessenta e quatro mil, seiscentos e cinquenta e oito reais e setenta e dois centavos), para o fornecimento de profissionais para todas as secretarias do município. 

Ainda de  acordo com a investigação, o pregão previu em seu edital que a licitação seria realizada na modalidade “Lote Único”, em contrariedade ao que preceituam a CGU e o TCU, tendo sido constatado um manifesto direcionamento da licitação, de maneira a favorecer a “Cooperativa”, que acabou se sagrando vencedora do referido certame. E, após a colheita das provas reunidas ao longo da investigação, restou apurado ainda que a pessoa jurídica investigada: A) não se tratava de uma cooperativa, mas sim de uma empresa intermediadora de mão de obra, fato reconhecido inclusive formalmente pela fiscalização da Gerência Regional do Trabalho e Emprego (nova denominação do antigo MTE); B) possuía como “cooperados” pessoas de todas as ocupações possíveis, tais como técnicos de nível superior, pedreiros, cuidadores em saúde, auxiliares de serviços gerais, merendeiras, etc.; C) não efetuava o pagamento do mínimo das verbas trabalhistas impostas pela legislação aos seus supostos “cooperados” – sendo que alguns deles chegavam a receber uma remuneração inferior a um salário mínimo – e nem fornecia EPIs aos trabalhadores; D) cobrava junto ao município verbas ilegais, a título de “seguro”, “avanços sociais”, “reserva desligamento cooperado”; E) cobrou do município de Jequié pela prestação de serviços de pessoa que nunca integrou os quadros da suposta Cooperativa. 

Prefeito afastado

Segundo análises pela CGU foi constado que determinadas verbas cobradas pela “Cooperativa” junto ao município de Jequié eram de fato ilegais. Todos esses aspectos apontam a ocorrência de fraude à licitação, frustração a direitos trabalhistas e superfaturamento e desvio de verbas públicas em Jequié, no que diz respeito a essa contratação. 
Nesta terça estão sendo cumpridos 10 mandados de busca, e seis medidas cautelares diversas da prisão, inclusive o afastamento do prefeito de Jequié pelo prazo de 60 dias, expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região. A ação ocorre no próprio município de Jequié e em Feira de Santana, com a participação de cerca de 45 policiais federais.

O nome da operação, Guilda de Papel, remete ao conceito histórico de “guildas”, que eram associações que, na Idade Média, agrupavam indivíduos de mesma profissão ou ofício, visando a assistência e proteção aos seus membros, sendo, em certo sentido, precursoras das atuais cooperativas. E Guilda de Papel porque, muito embora a principal pessoa jurídica investigada se denomine como cooperativa, não se enquadra em tal conceito, sendo na verdade uma empresa intermediadora de mão de obra e uma cooperativa apenas “no papel”. (BNews)

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Polícia

Metralhadora antiaérea e outros armamentos são apreendidos pela PM e PF no Sul da Bahia

Foto: divulgação / SSP-BA

Uma ação conjunta das polícias Militar (8° BPM) e Federal, na região Sul da Bahia, contra uma organização criminosa envolvida com o tráfico de drogas, homicídios e roubos a bancos, localizou, neste domingo (13/9), uma metralhadora antiaérea calibre 50. O flagrante aconteceu na cidade de Belmonte.

Segundo a SSP-BA, além do armamento, capaz de furar blindagens, quatro fuzis calibre 5,56, uma submetralhadora calibre 9mm, 750 munições e quatro coletes balíst icos também foram encontrados por equipes da Companhia de Emprego Tático (Ceto) do 8° Batalhão da Polícia Militar (BPM/Porto Seguro) e da PF.

“Esse material pertence à mesma quadrilha que estamos combatendo em parceria com a PF. No dia 4 deste mês, apreendemos 740 mil reais em espécie e 180 kg de entorpcentes. Seguiremos atuando contra esse grupo criminoso”, ressaltou o comandante do 8° BPM, tenente coronel Anacleto França. (AratuOn)

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