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Política

Bolsonaro diz que Brasil não está ‘aumentando artificialmente o preço do dólar’


O presidente Jair Bolsonaro negou nesta quarta-feira (4) a possibilidade de o governo estar interferindo na cotação do dólar.

“Nós não queremos aqui aumentar artificialmente, não estamos aumentando artificialmente o preço do dólar”, afirmou Bolsonaro ao ser questionado sobre o tema por jornalistas na porta da residência oficial do Palácio da Alvorada.

Na segunda-feira (2), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que Brasil e Argentina “têm presidido uma desvalorização maciça de suas moedas”.

De acordo com ele, agricultores norte-americanos estariam sendo prejudicados, já que, com o real e o peso valendo menos em relação ao dólar, exportações de Brasil e Argentina ficam mais competitivas.

A declaração de Trump gerou avaliações no mercado financeiro de que o governo brasileiro poderia estar valorizando o dólar de forma artificial.

De acordo com Bolsonaro, um dos motivos da alta da moeda norte-americana nas últimas semanas é a guerra comercial entre EUA e China.

“O mundo está globalizado. A própria briga comercial entre Estados Unidos e China influencia o preço do dólar aqui”, disse o presidente.
*BNews.

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Política

Governo admite que publicou assinatura de Sérgio Moro sem autorização do ex-ministro


A Secretaria-Geral da Presidência admitiu, em ofício encaminhado à Polícia Federal, que a assinatura de Sergio Moro na exoneração de Maúricio Valeixo foi publicada sem a autorização do ex-ministro. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

Em sua justificativa, o órgão alegou que é comum acrescentar acrescentar o nome do ministro relacionado à publicação do Diário Oficial da União em questão. A Secretaria-Geral afirmou, ainda, que a publicação sem a ciência do ex-ministro da Justiça foi um descuido, e não uma ilegalidade.

Ao pedir demissão do cargo, no dia 24 de abril deste ano, Sério Moro declaoru que não havia assinado o decreto de exoneração de Valeixo da diretoria-geral da Polícia Federal. Por causa dessa acusação, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) é investigado por falsidade ideológica pela Procuradoria-Geral da República (PGR), no inquérito que apura a veracidade das declarações de Moro.

No mesmo dia, o governo republicou o ato sem a assintura do ex-ministro, e alegou que o nome fora indicado no documento, porque na data de publicação, Sergio Moro ainda comandava a pasta da Justiça.

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Política

Dono da Havan é condenado por atacar reitor da Unicamp com fake news


O empresário catarinense Luciano Hang, aliado do presidente Jair Bolsonaro, foi condenado pela Justiça de São Paulo a indenizar o reitor da Unicamp, Marcelo Knobel, em R$ 20,9 mil.  

No dia 24 de julho de 2019, o proprietário da rede de lojas Havan, escreveu em seu twitter que o reitor da Universidade de Campinas havia, durante uma formatura, gritado “Viva la Revolução”, conforme um amigo lhe contou.

Hang terminou o post com um comentário: “E depois dizem que nossas universidades não estão contaminadas? Vá pra Venezuela Reitor FDP”.

A história, no entanto, não era verdadeira, segundo constatou o juiz Mauro Iuji Fukumoto, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Campinas. “O reitor não gritou ‘Viva la revolução’ em uma cerimônia de colação de grau.”  À Justiça, o reitor, que é professor de física, disse que nem mesmo participou da formatura. “Não compareci a nenhum evento de formatura no final do ano de 2018, e também não proferi o citado chavão em nenhuma ocasião”, afirmou “Trata-se de evidente caso conhecido de fake news.”

Além da multa, condenou o empresário a se retratar na rede social com o mesmo número de linhas do tweet original. Cabe recurso. Fonte: Metro1

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Política

Coronavírus: ‘Não sei dizer em que momento podemos voltar com segurança’, afirma Rui


O governador Rui Costa (PT) disse hoje (14) que ainda não há uma previsão de quando a vida pode voltar à normalidade no estado, por conta da pandemia do novo coronavírus. Segundo o petista, o Estado faz um esforço de alongar o sistema de saúde para evitar o pior momento de atendimento aos doentes. Isso salva vidas, mas prolonga as restrições de convívio social. 

“Estamos projetando com a atual taxa de crescimento no estado na primeira semana de junho [o pico de saturação do sistema de saúde]. Por isso, estamos apertando as cidades com maior taxa para tentar alongar isso. Quanto mais alonga para salvar vidas, mais estende o prazo da restrição do convívio e fica pouco previsível. Não sei dizer em que momento podemos voltar com segurança”, afirmou, durante entrevista na Globo News. 

Rui afirmou ainda que o mercado de venda de insumos médicos está restrito e que “atravessadores” compraram todos os materiais já no início da pandemia. “O comportamento do mercado está muito ruim, muita gente especulando. Já vi pessoas falando na imprensa de que o mercado, o trade, os atravessadores, quando perceberam a crise, compraram toda produção mundial, não só da China. Conseguimos agora, depois do governo Alemão liberar a exportação, falar com uma fábrica, e ela disse que toda produção está vendida até dezembro desse ano”, relatou.

Presidente do Consórcio do Nordeste, Rui contou ainda sobre uma situação com uma empresa americana que foi contratada para trazer respiradores para a região. O material comprado na China ficou retido em Miami. “A empresa americana que traria do mercado chinês os respiradores. Passaria por Miami e viria para o Brasil. Ela então nos relatou que tinha decisão do governo americano de não repassar, por conta da falta de respiradores lá. Acionamos a embaixada e depois de alguns dias de polêmica, a empresa mudou de posição e disse que a decisão não foi pelo governo, mas pela sensibilidade com o povo americano. Entre mandar para os baianos, eles preferiram atender os americanos”, narrou.  (Metro1)

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