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Bahia

Sem radar, número de mortes nas rodovias baianas aumentam 11%


O estado da Bahia reduziu cerca de 1% dos números de acidentes nas estradas entre o período de agosto a dezembro de 2019. Apesar do resultado ser positivo, as mortes aumentaram 11%. Os dados foram divulgados nesta última quinta-feira (12) pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Segundo o balanço apresentados pela PRF, o número de acidentes entre 1º de agosto a 10 de dezembro de 2018 foi de 1.215, resultando cerca de 161 mortes. Em 2019, o número de acidentes reduziu para 1.196, mas o a quantidade de óbitos aumentaram para 179.

O presidente, Jair Bolsonaro, determinou no dia 15 de agosto a suspensão da fiscalização por radares eletrônicos nas rodovias federais do país. A 1ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal concedeu nesta quarta-feira (11) tutela provisória para que a fiscalização voltasse a ser feitas nas estradas.
*Varela Notícias.

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Bahia

Bahia registra mais de 4 mil casos de Covid-19 em 24h


A Bahia registrou nas últimas 24 horas 4.348 casos de coronavírus e 58 mortes em decorrência da Covid-19, de acordo com boletim divulgado pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab). Ao todo, o estado tem 179.737 casos confirmados desde o início da pandemia e 3.736 óbitos confirmados.

Os casos confirmados ocorreram em 410 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (33,67%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram Almadina (3.971,45%), Dário Meira (3.912,23%), Gandu (3.647,81%), Itajuípe (3.543,02%) e Ipiaú (3.287,34%).

Ao todo, 162.838 já estão curados da doença e 80.151 continuam em investigação. Na Bahia, 15.986 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.

No estado, dos 2.791 leitos disponíveis do Sistema Único de Saúde (SUS) exclusivos para coronavírus, 1.523 possuem pacientes internados, o que representa uma taxa de ocupação de UTI adulto de 67%. Vale lembrar que o número de leitos é flutuante, representando o quantitativo exato de vagas disponíveis no dia.  (Metro1)

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Bahia

Casos ativos de Covid na Bahia crescem após cinco dias de queda


O número de casos ativos da Covid-19 na Bahia voltou a crescer nesta terça (4) e quarta-feira (5) após cinco dias de queda. O boletim desta quarta traz a informação de que 13.163 pessoas seguem doentes no estado.

O número baixou da casa dos 20 mil em 18 de julho, desde então tem se mantido entre 12 mil e 14 mil. No último mês o menor patamar foi registrado em 21 de julho, quando o estado registrava 11.704 casos ativos da Covid-19. 

O total de infectados na Bahia desde o início da pandemia é de 179.737 e os mortos pela infecção do coronavírus são 3.736. Até o dia anterior eram 175.389 casos confirmados e 3.678 óbitos.

Quanto aos recuperados, são 162.838 de acordo com a Secretaria da Saúde.

Os casos confirmados ocorreram em 410 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (33,67%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram Almadina (3.971,45%), Dário Meira (3.912,23%), Gandu (3.647,81%), Itajuípe (3.543,02%) e Ipiaú (3.287,34%). BahiaNoticias.

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Bahia

Bahia deve aplicar R$ 1 bilhão no combate ao coronavírus, prevê chefe da Fazenda

Foto: Manu Dias/GOVBA

Secretário da Fazenda do governo Rui Costa, Manoel Vitória estima que o Estado gaste mais de R$ 1 bilhão no combate ao coronavírus. “O gasto total com Covid-19 deve ir pra casa de um R$ 1 bilhão. Mais da metade do que se gastou hoje foi do tesouro. Não poderíamos esperar os repasses federais. É um planejamento que precisa ser renovado sempre. No caso da covid, olhamos a partir do ano passado, os mercados começaram a dar sinalização antes do tamanho do problema. Em fevereiro, o governador fez uma reunião com os Poderes e me pediu uma exposição para falar das ações preventivas. Isso se mostrou necessário para a gente superar esse momento agora”, afirmou, em entrevista a Mário Kertész, na Rádio Metrópole

Vitório disse ainda que a arrecadação de impostos tem se recuperado mês após mês, mas ainda não alcança a dotação do ano de 2019. “A queda veio gradual. Estamos trabalhando agora… está melhorando, mas para a gente alcançar 2019. Meu custeio é 2020. Chegou a cair 30% e mês a mês está recuperando. Esse mês de julho não batemos o que arrecadamos no ano passado, mas quase chegamos. A perda total, que a gente teve nos últimos 3 meses, foi de R$ 1,5 bilhão em relação a 2019”, calculou. 

Com a queda de arrecadação e crescimento de gastos na saúde, com a pandemia, Manoel Vitório ressaltou o trabalho que tem feito para diminuir o custeio de pastas da “área meio”. “Criamos uma secretaria de qualificação de gasto público. Quando o secretário vem pra mim, ele vinha com as reivindicações e eu apresentava uma série de medidas para melhorar a gestão e o gasto público. A Fazenda ganhou muito em termo de performance. Quando cheguei, você tinha ações de fiscalização muito presenciais, substituímos por batimentos, ganhamos em produtividade e diminuímos nosso custo. As áreas finalísticas, como segurança, saúde, educação, embora ganhem performance, a necessidade agora de mais investimentos, precisamos de mais recursos”, apontou. 

Líder de uma das áreas mais difíceis da administração pública, Vitório brincou e disse dormir “como um bebê”: “Acordo de três em três horas e choro muito”. “Infelizmente ultimamente temos dificuldade no Brasil de trabalhar com planejamento de médio e longo prazo. Com a pandemia, ficou mais difícil. Eu fiz amizade com um representante de um executivo do governo canadense, ele começou a me perguntar o que me fazia perder o sono. Eu disse a ele que eu dormia como um bebê, acordava a cada 3h e chorava pra caramba. Eu tenho me feito essa pergunta todo dia e toda noite. Qual o prognóstico para 2021? estamos vendo uma recuperação para patamares de 2019. É insatisfatório. O Congresso aprovou e tivemos uma ajuda para os Estados, é pequena, não cobre tudo, mas talvez 2021 seja ainda mais desafiador. Eu não acredito muito em ajuda nenhuma, mas não sabemos o patamar de arrecadação. Estamos revendo sempre nossas despesas, programando mais o combate ao crime contra a ordem tributária”, indicou. (Metro1)

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