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Economia

Governo federal prepara corte de R$ 6 bilhões nas despesas


O governo federal terá de, já no começo do ano, buscar formas de compensar despesas acima do previsto no Orçamento, pois o teto de gastos no limite, de acordo com o jornal Folha de S. Paulo. O Ministério da Economia deverá cortar até R$ 6 bilhões de ministérios.

Ainda segundo o jornal, a inflação acima do esperado pressiona ainda mais as estimativas de despesas. Esse cenário impacta aposentadorias e benefícios sociais, atrelados ao salário mínimo ou indexados a índices de preços. Líderes do Congresso querem ainda estender para 2020 o 13ª ao Bolsa Família.

O teto de gastos —que impede o aumento de despesas acima da inflação— já foi alvo de pressão do núcleo político do governo, inclusive do presidente Jair Bolsonaro. (Metro1)

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Economia

Veja o que se sabe sobre o Renda Brasil, que vai substituir o Bolsa Família


Batizado de Renda Brasil, o novo programa de tranferência de renda em elaboração pelo governo, uma espécie de remodelagem do Bolsa Família, deve ser lançado para substituir o auxílio emergencial de R$ 600.

O modelo abrangeria um universo de 57,3 milhões de pessoas, que receberiam, em média, R$ 232. Hoje, o Bolsa Família atende a 41 milhões de pessoas, que recebem, em média, R$ 190, a um custo de pouco mais de R$ 30 bilhões.

Confira o que já se sabe sobre o programa:

Público atendido

Já está definido que o novo programa atenderá mais pessoas que o Bolsa Família, mas não todos que hoje recebem auxílio emergencial. A proposta preliminar é de um público de 57,3 milhões de pessoas, mais que os 41 milhões do Bolsa Família.

Valor do benefício

Um dos textos em discussão menciona uma média de R$ 232, acima dos R$ 190 do Bolsa Família. Técnicos envolvidos na discussão afirmam que é importante que o valor não fique muito abaixo da última parcela do auxílio emergencial.

Impacto fiscal

Uma das propostas prevê um impacto de R$ 57,1 bilhões. Esse valor é quase o dobro do orçamento do Bolsa Família. A ideia da equipe econômica é criar o novo programa sem furar o teto de gastos, que freia o crescimento de despesas.

Benefícios afetados

O Renda Brasil deve rever benefícios para abrir espaço no Orçamento. Um dos alvos deve ser o abono salarial, considerado ineficiente por atingir também integrantes de famílias ricas. Hoje, o abono custa cerca de R$ 20 bilhões por ano. (Globo)

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Economia

Caixa deposita auxílio emergencial a 6,5 milhões de brasileiros neste sábado


A Caixa Econômica deposita hoje (4) o auxílio emergencial do governo para mais de 6,5 milhões de beneficiários que não são contemplados pelo Bolsa Família e nasceram entre novembro e dezembro.

Vão receber a terceira remessa R$ 600 cinco milhões de trabalhadores do primeiro lote, cuja primeira parcela foi debitada até 30 de abril. Outros 1,4 milhão que receberam a primeira parcela entre 16 e 29 de maio terão direito à segunda parte do dinheiro. Os 100 mil novos aprovados recebem ainda a primeira parcela. 

Os recursos serão liberados apenas pela conta digital, em primeiro momento, que permite pagamento de contas, boletos e compras por meio do cartão de débito digital. Saques e transferências têm calendário definido e poderão ser feitos a partir do dia 18 de julho, para nascidos em janeiro, até 19 de setembro, para nascidos em dezembro. (Metro1)

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Economia

Guedes: Vamos lançar Renda Brasil com valor mais alto que Bolsa Família


O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o governo criará um novo programa social, Renda Brasil, que, além do público atual do Bolsa Família, também incluirá trabalhadores que hoje exercem atividades informais.

Em evento virtual promovido pela Associação Brasileira de Indústria de Base (Abdib), o ministro disse querer “dignificar” essas atividades e que é preciso dar ferramentas para os trabalhadores saírem da assistência social.

“Qualquer brasileiro que cair, em qualquer momento, ele cai no Renda Brasil. Mas se ele não tiver mutilações físicas, defeitos que o impeçam… Às vezes é um idoso, mutilado, que vende bala no sinal, aí talvez não consiga ser empregado e merece ser amparado no Renda Brasil. Mas o outro, mais jovem, pode ter caído emergencialmente. Temos que ter as ferramentas para ele sair da assistência social”, disse. O ministro afirmou que o Renda Brasil reunirá programas sociais existentes e terá valor mais alto do que o Bolsa Família.

Fonte: UOL.

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