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Economia

Guedes avalia autorizar recomposição do salário mínimo deste ano


O ministro da Economia, Paulo Guedes, estuda autorizar uma recomposição do salário mínimo no país para valor acima dos R$ 1.039 já definidos. O objetivo é recompor integralmente a inflação de 2019.

O tema foi tratado em reunião de abertura do ano com secretários nesta segunda-feira (13). Ainda não há definição sobre como esse aumento seria operacionalizado. Uma das possibilidades é enviar uma sugestão ao Congresso, que ainda vai votar a Medida Provisória que definiu o valor do mínimo e pode fazer alterações no texto.

A Constituição determina que o salário mínimo tenha reajustes periódicos que preservem o poder aquisitivo do trabalhador.

Neste ano, a estimativa do governo que levou ao aumento de R$ 998 para R$ 1.039 considerou uma inflação mais baixa do que a anunciada oficialmente na última semana.

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou o INPC (Índice Nacional de Preços ao Mercado) de 2019 , que ficou em 4,48%. O percentual veio acima dos 3,86% estimados no fim de dezembro pelo governo ao determinar o valor de R$ 1.039 para o mínimo.

Levando em conta o cálculo usado pela equipe econômica, que parte de R$ 999,91 ao considerar um resíduo de inflação de 2018, o valor chegaria a R$ 1.044,70 usando o INPC integral de 2019. Como a cifra é arredondada ao entrar em vigor, o salário mínimo em 2020 deveria ser de R$1.045.

No caso de o reajuste ter sido feito sobre R$ 998, valor anterior do mínimo que desconsidera esse resíduo, a cifra ficaria em R$ 1.043.

Pelos cálculos da equipe econômica, para cada R$ 1 de aumento no salário mínimo, os gastos públicos federais são elevados em R$ 319 milhões. Isso porque o governo amplia despesas atreladas ao mínimo, como benefícios previdenciários, abono salarial, seguro-desemprego e benefícios assistenciais a idosos e deficientes. O valor também considera um pequeno aumento de arrecadação.
*Bahia Notícias.

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Economia

Com pedido de recuperação judicial, Ricardo Eletro fecha 320 lojas e demite 3.500 funcionários


Com pedido de recuperação judicial protocolado na última sexta-feira (7), na 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo (SP), a Máquina de Vendas, empresa que controla a operação das varejistas Ricardo Eletro, Insinuante, City Lar, Salfer e EletroShopping decidiu fechar todas as suas lojas físicas e apostar no comércio eletrônico. Com isso, cerca de 3.500 funcionários ligados à operação física foram demitidos. Sobram mil, sendo 850 de suporte, ligados à logística e entrega, e 150 no escritório.

A varejista alega que a pandemia de Covid-19 interrompeu o processo de retomada com a reestruturação da rede, após troca na administração no segundo semestre de 2019. A companhia também relata dificuldades no recebimento de produtos chineses para renovação de estoque desde janeiro, com a paralisação de fornecedores.

A Máquina de Vendas cita necessidade de adequar o tamanho da companhia e os custos fixos considerando dificuldades a médio prazo. Com o crescimento do ecommerce na pandemia, o número de visitantes diários no site da Ricardo Eletro foi de 50 mil em março para 350 mil em agosto. A empresa também expandiu seu marketplace e passou a ofertar produtos médicos e alimentícios. Outra aposta da organização é a implementação de revendedores, semelhante ao modelo da Natura.

Os revendedores, que podem ser pessoa física ou jurídica, ganham, em média, 12 e 15% de comissão dos serviços financeiros e produtos vendidos, todos disponíveis no site da varejista. A plataforma já tem 1.500 revendedores cadastrados. Destes, 100 são ex-funcionários das lojas físicas da Ricardo Eletro.

As 320 lojas físicas da rede estavam temporariamente fechadas ao público devido à pandemia. Destas, 30% chegaram a reabrir, mas tiveram que fechar por determinações de governos estaduais ou municipais.

No momento, 313 já foram fechadas definitivamente e sete encerram as atividades nos próximos dez dias. A empresa afirma ainda que todas as compras e entregas serão atendidas nos prazos. (Bahia.ba)

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Economia

Dólar fecha em alta cotado a R$ 5,41


O dólar fechou em alta  (7), acima de R$ 5,40, e encerrou a semana com ganhos em meio a tensões entre Estados Unidos e China e dados de emprego norte-americanos.

Segundo analistas, o comportamento dos investidores continuou refletindo o corte da taxa Selic pelo Banco Central à nova mínima histórica de 2% ao ano.

A moeda norte-americana subiu 1,32%, vendida a R$ 5,4133.  Com variação semelhante, o dólar turismo era cotado a R$ 5,72. (Metro1)

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Economia

Caixa libera saque de novas parcelas do Auxílio Emergencial e FGTS neste sábado


A Caixa Econômica Federal (CEF) libera hoje (8) saques e transferências de novas parcelas do Auxílio Emergencial e do saque emergencial de até R$ 1.045 do FGTS.

As novas parcelas referentes ao Auxílio Emergencial são destinadas aos beneficiários do programa nascidos em abril e que estão nos lotes 1 a 5. Saques e transferências também serão liberados para os nascidos entre janeiro e abril, que estão entre os que tiveram o pedido liberado no último dia 3.

Trabalhadores nascidos em fevereiro, que tiveram o depósito de até R$ 1.045 do FGTS feito em poupança social digital do banco no último dia 6 de julho, também terão saques e transferências liberados.

Para fazer o pagamento desses valores, 770 agências estarão abertas das 8h às 12h neste sábado. (Metro1)

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