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Saúde

Brasil investiga suspeita do primeiro caso de coronavírus no país


A Secretaria de Saúde de Minas Gerais investiga suspeita do primeiro caso de coronavírus no Brasil. Trata-se de uma mulher brasileira de 35 anos que esteve recentemente na cidade chinesa de Shangai e chegou a Belo Horizonte no dia 18 de janeiro com sintomas respiratórios compatíveis com aqueles associados ao coronavírus.

O caso é tratado como suspeito e não como uma confirmação. A paciente foi levada ao Hospital Eduardo de Menezes, em Belo Horizonte, e as medidas assistenciais para redução de risco foram tomadas. Segundo a secretaria, a paciente está clinicamente estável.

A paciente relatou à equipe de Vigilância em Saúde da secretaria que não esteve na região de Wuhan, na China, onde foram registrados casos de transmissão ativa da doença. O caso segue sendo investigado e os exames para confirmar ou descartar a possibilidade de se tratar do coronavírus estão em andamento.

Apesar da investigação feita pela secretaria em Minas Gerais, o ministério da Saúde disse, em nota, que o caso “não se enquadra na definição de caso suspeito”. Ao fazer essa afirmação, a pasta considera o fato da paciente não ter estado em Wuhan.

“De acordo com a definição atual da Organização Mundial de Saúde (OMS), só há transmissão ativa do vírus na província de Wuhan”. O ministério também esclareceu que está monitorando a situação e outras medidas cabíveis serão tomadas assim que a OMS definir a situação de emergência.

Os sinais e sintomas clínicos do coronavírus, também chamado de pneumonia indeterminada, são, principalmente, febre, dor, dificuldade em respirar em alguns pacientes e infiltrado pulmonar bilateral. Fonte: AratuOn

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Saúde

Coronavírus: Brasil tem 3 casos suspeitos em investigação e 45 casos descartados


O número de casos suspeitos de infecção por coronavírus no Brasil permanece em três. Outros 45 casos foram descartados. Informou o Ministério da Saúde hoje (17). Segundo o balanço mais recente da pasta, divulgado às 16h de hoje, nos três casos os pacientes estiveram na China, mas não foram a Wuhan, epicentro da doença.

Na coletiva, o secretário João Gabbardo disse que o ministério da Saúde recebeu os planos de contingência de todos os estados e do Distrito Federal. “Precisando mais 48 horas para concluir a análise dos 27 planos”, explicou o secretário.

Na última sexta-feira (14), a pasta da saúde informou que não pretende reduzir as ações de combate ao coronavírus até o inverno, quando aumentam os casos de doenças respiratórias, a mobilização continuará, independentemente da redução do número de casos investigados.
*Metro1.

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Saúde

Número de mortes pelo novo coronavírus chega a 1,6 mil na China


O número de mortes provocadas pelo novo coronavírus na China aumentaram em 142 pessoas. Ontem (15), a Comissão Nacional do país atualizou para 1,6 mil a quantidade falecimentos pela doença. 

Somente ontem, foram registradas 2.009 novas infecções pelo vírus, o que resulta em um total de 69.260 mil casos confirmados. A maior ocorrência de mortes acontece na província de Hubei, epicentro da crise, onde houve 139 mortes. Entre elas, 100 ocorreram na cidade de Wuhan. 

No Brasil, 4 casos suspeitos estão em investigação. Já os 31 brasileiros que estavam na China e voltaram para o Brasil no último domingo (9), não apresentaram nenhum sintoma da doença, mas permanecem em quarentena. Fonte: Metro1

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Saúde

Vacinação contra o sarampo mobiliza 42 mil postos de saúde pelo Brasil neste sábado


Neste sábado (15), 42 mil postos de saúde em todo o país estarão abertos para o dia D de vacinação contra o sarampo. O objetivo é imunizar crianças e jovens entre 5 e 19 anos. Os horários de abertura desses estabelecimentos variam de região para região.

O Ministério da Saúde lançou, na última segunda-feira (10), a Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo. A intenção é vacinar cerca de 3 milhões de pessoas até 13 de março.

Neste ano, a campanha tem, também, o objetivo de conscientizar os país sobre os riscos de não vacinar seus filhos. Rosana Richtmann, infectologista do Instituto Emílio Ribas, afirma que, apesar de se alastrar facilmente, o sarampo é uma doença plenamente controlável via vacina.

“A única arma que temos contra o sarampo é fazer campanha de vacinação, vacinar o maior número de pessoas” – Rosana Richtmann , infectologista do Instituto Emílio Ribas.

Richtmann afirma que o Brasil esteve livre da doença por 20 anos, mas, em 2019, o quadro virou e 16 mil pessoas foram infectadas com a doença, principalmente na região Norte e no estado de São Paulo. (G1)

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