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Cantor pede para apresentar música nova no Domingão e Faustão barra: “Explicaram pra você”


Durante o quadro Ding Dong, do programa do Faustão deste domingo (9), um dos convidados, o cantor Kevin o Chris pediu ao apresentador, Fausto Silva, para apresentar um novo hit, mas foi barrado.

Kevin já havia tocado duas canções, mas queria apresentar mais uma. Prestes a sair do palco, ele pediu.

“Eu queria mostrar mais uma, que está ‘explodidassa’”.

“É que hoje o programa é mais curto. Você vai voltar aqui. Eu tenho a impressão que o Chris, o Jaime, explicaram pra você. Temos menos programa”, respondeu Fausto.

Sem aceitar o “não”, Kevin insistiu: “Deixa eu fazer só o refrão”. “Faz o que você quiser. Depois o Chris e o Jaime se viram”, retrucou Faustão. Kevin então cantou um curto trecho de “Ela É Do Tipo” e se despediu. (Varela)

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Professor da UFRB assina roteiro de série documental Milton e o Clube da Esquina


O professor Marcelo Dantas, vinculado ao Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas (Cecult) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), assina, junto a Danilo Gullane e Vitor Mafra, o roteiro da série documental Milton e o Clube da Esquina, em exibição no Canal Brasil. A produção, de seis episódios, é baseada na obra “Os Sonhos Não Envelhecem – Histórias do Clube da Esquina”, de Márcio Borges, e conta a história da formação do grupo na voz dos próprios protagonistas.

Milton "Bituca" Nascimento e o #ClubedaEsquina revolucionaram a cultura brasileira com suas músicas sobre amizade, militância e amor. Hoje, às 22h30, se deleite com canções e memórias do grupo na série "Milton e o Clube da Esquina" ❤️ Ah, a série completa está disponível pelo #CanalBrasilPlay: http://bit.ly/miltonep1

Posted by Canal Brasil on Thursday, January 30, 2020

O Clube da Esquina é o nome do disco duplo de Milton Nascimento e Lô Borges, que dividiu a crítica na época de seu lançamento no início dos anos 70, mas em poucos meses conquistou o Brasil e se tornou uma espécie de clássico instantâneo da MPB. A história da obra se confunde com a história de uma amizade: a de Milton Nascimento e Márcio Borges, primeiro parceiro da sua vida, com quem fez dezenas de músicas, mas também de Lô Borges e Beto Guedes, que iniciaram a carreira juntos, ainda crianças.

Essa amizade foi o mote do encontro que rendeu grandes composições. Quando decide gravar o disco, Milton Nascimento reúne o grupo de amigos por várias semanas, em uma casa alugada em Niterói, vivendo literalmente de música, com visitantes quase diários: Ronaldo Bastos, Márcio Borges e Fernando Brandt. Mergulhados na criação, todos os formatos de parceria foram experimentos, em duplas e trios dentro do mesmo grupo. Nasce aí a obra mítica, cuja parceria completa 50 anos em 2020.

A série para TV marca uma das homenagens ao grupo este ano e relembra as histórias e canções. Numa espécie de fidelidade aos fatos históricos, as filmagens aconteceram num estúdio isolado nas montanhas de Minas, perto de Belo Horizonte, onde Milton Nascimento e seus amigos do Clube da Esquina (Marcio Borges, Lô Borges e Ronaldo Bastos) se encontram e passam uma semana falando do que viveram e criaram no passado e trocando ideias com outros artistas/amigos, entre os novos e os antigos.

Como convidados especiais, a produção traz a participação de Gal Gosta e Ney Matogrosso, que os mineiros conheceram nos anos 70, assim como as novas amizades e afinidades artísticas, com Samuel Rosa, Seu Jorge, Criolo, Maria Gadu e Isa. “O resultado é a beleza revivida dessas canções clássicas nas vozes originais, mas também em duetos nunca antes realizados, em releituras das músicas com arranjos novos, mas que claramente reverenciam a beleza única das versões originais”, diz Marcelo Dantas.

A série, que tem produção da Gullane e direção de Vitor Mafra, estreou seu primeiro episódio no Canal Brasil no dia 31 de janeiro e prossegue sua exibição sempre às sextas-feiras, às 22h30, com duas reprises no sábado e domingo. Os seis episódios também estão disponíveis, na íntegra, no Canal Brasil Play, com acesso liberado a todos os públicos.

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Baba da família Kardashian é de S. A. de Jesus e recebe R$ 1 milhão por ano


O salário anual equivalente a 1 milhão de reais de Maria Helena Heames é de causar inveja a muitos altos executivos. E o que falar do ciúme que sua rotina pode provocar nas socialites que dão um duro danado para ostentar no Instagram? A agenda da Santoantoniense de 38 anos inclui viagens em jatos privados, passeios de skate na pista privada da mansão onde trabalha e jantar na mesma mesa que os amigos da casa, como a atriz Megan Fox. Segundo a VEJA, a babá brasileira mais bem-sucedida do mundo, garante que paga com grandes doses de suor todos os centavos de dólar que caem em sua conta. Sua especialidade é cuidar dos rebentos de celebridades internacionais, função que exige habilidades como acelerar o carrinho de bebê para fugir dos paparazzi de plantão.

Embora não possa citar nomes e detalhes por questões contratuais, sabe-­se que ela já botou para ninar os filhos de Blac Chyna (apresentadora de TV americana) e de Jeffrey Katzenberg (fundador do estúdio DreamWorks). A cliente mais famosa é Kourtney Kardashian, integrante do clã que fez da exposição da vida pessoal um negócio bilionário. Até o ano passado, Maria Helena morou na casa da família no posto de babá-chefe de três crianças. O cotidiano infantil era tão atribulado quanto o de um chefe de Estado, com festas de aniversário e sessões de fotos ao longo da semana.  De acordo com a publicação, as nannies “six figures”, como são conhecidas as babás de luxo nos Estados Unidos, por ganharem salário anual de seis dígitos, trabalham seis dias por semana em esquema de plantão. Ou seja, estão à disposição 24 horas por dia. Chamar os pais na madrugada? Último recurso. Elas também têm um cartão de crédito da família. “Há pais que estipulam limite de gasto, como 100 dólares diários. Não é porque é rica que a criança pode levar o que quiser”, diz Maria Helena. Usar o celular pessoal durante o serviço em alguns casos é proibido. Os patrões preocupados com segurança fornecem um aparelho para acompanhar por geolocalização onde os filhos estão.

Maria Helena nunca sonhou em exercer esse ofício. Filha única de pais de classe média de Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo baiano e com pouco mais de 100 000 habitantes, número inferior às curtidas recebidas por qualquer foto de sua ex-­patroa, ela cursava enfermagem quando tomou duas rasteiras do destino. Sua mãe morreu de hepatite autoimune e, 23 dias depois, o pai suicidou-­se. O ano era 2007, e a menina de então 25 anos interrompeu a faculdade. Foi aí que uma amiga falou do programa de intercâmbio Au Pair, especializado em recrutar mão de obra para trabalhar em casas de famílias estrangeiras como babá.

A interessada fez a inscrição e, na hora da entrevista por Skype, driblou o fato de não saber inglês: disse que o áudio da câmera havia quebrado. “Respondi às perguntas por escrito usando o recurso de tradução do Google”, conta. Uma vez aprovada, desembarcou com 50 dólares no bolso em Minnesota, quase na fronteira com o Canadá, onde o termômetro registrava 30 graus negativos. Para compensar a friaca, uma sorte: a família contratante foi paciente e aceitou que ela se comunicasse na base da mímica. Maria Helena ganhava 800 dólares por mês. Depois de dois anos, descolou emprego em uma casa de família de classe média alta com holerite mais vantajoso: 28 000 dólares por ano.

Tudo mudou mesmo quando ela fez um teste para entrar para a agência Pavillion, especializada em atender celebridades e toda sorte de gente rica. “Ser aprovada por essa empresa é tão difícil quanto passar num vestibular da Harvard”, exagera. Nessa época, além de dominar o inglês, ela falava também espanhol e exibia no currículo curso de primeiros socorros e de alimentação infantil, entre outros atributos. A primeira entrevista de emprego se deu em Los Angeles, na casa de uma patroa de quem era fã: Christina Aguilera. Não deu certo porque a cantora queria uma babá mais velha. Mas, logo em seguida, a brasileira conseguiu vaga na casa de Jeffrey Katzenberg e começou a virar uma estrela em seu ofício.

Em geral, as celebridades costumam ter entre seis e vinte funcionários em suas mansões. “Já estive entre cinco babás para cuidar de três crianças”, diz Maria Helena. Nesse disputado mercado, as latinas ganham pontos por ser mais afetuosas com as crianças. As inglesas são as mais formais e, se tiverem passado por Norland, escola fundada em 1892, são disputadíssimas. Foi nessa instituição que se graduou a espanhola Maria Teresa Turrion Borrallo, babá do príncipe George. Aliás, as cuidadoras de toda a família do pequeno príncipe saíram de Norland. “Formamos 100 alunas por ano e só aceitamos estudantes com cidadania do Reino Unido”, disse a VEJA Dee Burn, diretora de marketing da entidade.

A vida ao lado de celebridades pode causar uma confusão de identidade nas dedicadas funcionárias, que, nos Estados Unidos, não usam branco. “É cafona e sem praticidade, pois a roupa fica suja o tempo todo”, explica a brasileira. Com dinheiro no banco e deslumbrada com a ostentação dos patrões, Maria Helena lembra ter torrado muitos dólares em lojas caras da famosa Ocean Drive. Comprava três bolsas Louis Vuitton de uma vez. Depois se deu conta do óbvio: não dava para manter o mesmo padrão de consumo dos chefes, e ela começou a investir em imóveis. Casada com um americano, a baiana deixou a casa de Kardashian para cuidar da própria cria, Nina, hoje com 9 meses. Ela vive atualmente com sua família em Minnesota e decidiu se tornar patroa: é dona de uma agência de consultoria para babás que, mirando-se em seu exemplo, sonham seguir seus passos. As informações são da Revista Veja.

Tudo mudou mesmo quando ela fez um teste para entrar para a agência Pavillion, especializada em atender celebridades e toda sorte de gente rica. “Ser aprovada por essa empresa é tão difícil quanto passar num vestibular da Harvard”, exagera. Nessa época, além de dominar o inglês, ela falava também espanhol e exibia no currículo curso de primeiros socorros e de alimentação infantil, entre outros atributos. A primeira entrevista de emprego se deu em Los Angeles, na casa de uma patroa de quem era fã: Christina Aguilera. Não deu certo porque a cantora queria uma babá mais velha. Mas, logo em seguida, a brasileira conseguiu vaga na casa de Jeffrey Katzenberg e começou a virar uma estrela em seu ofício.

Em geral, as celebridades costumam ter entre seis e vinte funcionários em suas mansões. “Já estive entre cinco babás para cuidar de três crianças”, diz Maria Helena. Nesse disputado mercado, as latinas ganham pontos por ser mais afetuosas com as crianças. As inglesas são as mais formais e, se tiverem passado por Norland, escola fundada em 1892, são disputadíssimas. Foi nessa instituição que se graduou a espanhola Maria Teresa Turrion Borrallo, babá do príncipe George. Aliás, as cuidadoras de toda a família do pequeno príncipe saíram de Norland. “Formamos 100 alunas por ano e só aceitamos estudantes com cidadania do Reino Unido”, disse a VEJA Dee Burn, diretora de marketing da entidade.

A vida ao lado de celebridades pode causar uma confusão de identidade nas dedicadas funcionárias, que, nos Estados Unidos, não usam branco. “É cafona e sem praticidade, pois a roupa fica suja o tempo todo”, explica a brasileira. Com dinheiro no banco e deslumbrada com a ostentação dos patrões, Maria Helena lembra ter torrado muitos dólares em lojas caras da famosa Ocean Drive. Comprava três bolsas Louis Vuitton de uma vez. Depois se deu conta do óbvio: não dava para manter o mesmo padrão de consumo dos chefes — e ela começou a investir em imóveis. Casada com um americano, a baiana deixou a casa de Kardashian para cuidar da própria cria, Nina, hoje com 9 meses. Ela vive atualmente com sua família em Minnesota e decidiu se tornar patroa: é dona de uma agência de consultoria para babás que, mirando-se em seu exemplo, sonham seguir seus passos.

*VEJA

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Mãe ‘photoshopa’ baratas na foto de filho que não quis tomar banho


Uma mãe esperta e descrita como “genial” inseriu digitalmente três baratas na foto do filho após ele se recusar tomar banho antes de dormir. Segundo legenda da foto publicada em página do Facebook, o menino passou a tomar vários banhos por dia após o truque esperto. (R7)

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