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Saúde

Vacina contra coronavírus deve demorar um ano e meio a ser desenvolvida


A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que uma vacina contra o novo coronavírus detetado na China deve demorar cerca de um ano e meio a ser desenvolvida.

“A primeira vacina poderá estar pronta em 18 meses. Agora temos de nos preparar para usar as armas que temos ao nosso alcance para lutar contra este vírus”, declarou o diretor-geral da OMS numa conferência de imprensa em Genebra.

Tedros Adhanom Ghebreyesus adiantou ainda aos jornalistas que o diretor executivo da OMS para as Emergências em Saúde, Michael Ryan, vai liderar a partir de hoje um gabinete de crise para coordenar a resposta contra a epidemia pelo atual coronavírus, que provoca uma doença hoje oficialmente designada Covid-2019.

A OMS decidiu usar um nome que seja pronunciável e que não remeta para uma localização geográfica específica, um animal ou grupo de pessoas para evitar estigmatizações, segundo explicou o diretor-geral da OMS.

O nome nasce do acrónimo em inglês da expressão “doença por corona vírus” (‘corona virus disease’).

Cientistas, investigadores e peritos de saúde pública estão a partir de hoje em Genebra (Suíça) num fórum de dois dias para debater formas de controlar e lidar com o surto do novo coronavírus detetado na China.

A reunião, que junta investigadores, peritos e responsáveis de saúde, foi convocada pela OMS, pretende coordenar os esforços para encontrar respostas para a nova epidemia. (Notícias ao Minuto)

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Saúde

Itália anuncia segunda morte causada pelo coronavírus e Irã a quinta


Uma mulher da região norte da Lombardia, na Itália, morreu na sexta-feira (21/2) vítima do Covid-19. Com isso, o país registra a segunda morte provocada pelo vírus. O primeiro caso anunciado foi a morte de um homem de 77 anos, perto de Pádua, na região vizinha de Veneto.

Neste sábado (22/2) 30 casos do novo coronavírus, onde a epidemia tem se alastrado no norte, foram confirmados naquela região. As autoridades locais reuniram-se e decidiram adotar medidas de emergência. “A Itália está preparada. Elaboramos um plano porque ficou claro que isso poderia acontecer. Agora é uma questão de implementar o plano preparado”, disse o ministro italiano da Saúde, Roberto Speranza.

Entre as medidas está a recomendação à população para que permaneça em casa o máximo possível e a proibição de todas as atividades públicas, como festas de carnaval, missas na igreja e eventos desportivos durante uma semana.

Já no Irã, o número de casos chegaram a 28,  10 novos casos nas últimas 24 horas.O porta-voz do Ministério da Saúde iraniano revelou na televisão estatal que um desses novos casos morreu. É a quinta morte no país devido ao contágio.

Na Coreia do Sul, o número de infetados com o novo coronavírus praticamente duplicou entre sexta-feira  e este sábado, para um total de 443 pessoas. O principal responsável pelo aumento será um surto no hospital de Cheongdam, no sul do país, região com cerca de 43 mil habitantes fortemente atingida pela epidemia.

Pelo menos 109 pessoas morreram na China durante as últimas 24 horas por conta do Covid-19, o que eleva para 2.345 o número de vítimas mortas pela doença. As autoridades chinesas informaram que surgiram 397 novos casos da doença elevando para 76.288 casos.

Das 109 mortes, 106 ocorreram na província chinesa de Hubei, centro da epidemia, onde foram identificados 366 dos 397 novos casos da doença no país. Fonte: AratuOn

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Saúde

Coreia do Sul registra a primeira morte por coronavírus


A Coreia do Sul registrou hoje (20) a primeira morte provocada por Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus. A informação foi divulgada pela agência de notícias Yonhap News, citando autoridades locais.

A maioria dos casos da Coreia do Sul estão ligados a uma pessoa com o vírus que frequentou igreja e hospitais antes de testar positivo para a doença. Ao todo, a Coreia do Sul tem 104 casos confirmados do novo coronavírus.

De acordo com a agência Reuters, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou ontem (19) que está em contato com a Coreia do Sul para auxiliar nos casos Covid-19, concentrados na cidade central de Daegu. (Metro1)

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Saúde

Coronavírus: Brasil tem 3 casos suspeitos em investigação e 45 casos descartados


O número de casos suspeitos de infecção por coronavírus no Brasil permanece em três. Outros 45 casos foram descartados. Informou o Ministério da Saúde hoje (17). Segundo o balanço mais recente da pasta, divulgado às 16h de hoje, nos três casos os pacientes estiveram na China, mas não foram a Wuhan, epicentro da doença.

Na coletiva, o secretário João Gabbardo disse que o ministério da Saúde recebeu os planos de contingência de todos os estados e do Distrito Federal. “Precisando mais 48 horas para concluir a análise dos 27 planos”, explicou o secretário.

Na última sexta-feira (14), a pasta da saúde informou que não pretende reduzir as ações de combate ao coronavírus até o inverno, quando aumentam os casos de doenças respiratórias, a mobilização continuará, independentemente da redução do número de casos investigados.
*Metro1.

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