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Vice-presidente do COI diz que coronavírus não ameaça Olimpíada de Tóquio


O vice-presidente do COI (Comitê Olímpico Internacional), Juan Antonio Samaranch Junior, assegurou que a epidemia do novo coronavírus não ameaça a realização da Olimpíada de Tóquio, no Japão.

“Por enquanto os Jogos de Tóquio não estão comprometidos”, afirmou Salisachs em evento no Círculo Ecuestre de Barcelona. “Suspendemos muitas provas de inverno na China, mas estamos esperando para ver o que acontece. Os Jogos de Tóquio 2020 ainda estão longe”, completou.

Recentemente, o surto de coronavírus na China foi o motivo do cancelamento do qualificatório olímpico de boxe para a Ásia e a Oceania, que seria realizado na cidade de Wuhan.

Os Jogos Olímpicos começarão em 24 de julho e irão até 9 de agosto. Já os Jogos Paralímpicos ocorrerão entre 25 de agosto e 6 de setembro. Várias cidades japonesas serão sede das competições ou receberão as delegações no período de adaptação.

No mesmo evento, Juan Antonio Samaranch Junior aproveitou para falar sobre a candidatura de Barcelona para ser sede dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2030.

“Não tem menos possibilidade que nenhuma outra. Aqui vieram técnicos de todas as federações internacionais de esportes de inverno, viram o projeto, visitaram as instalações e o espaço e não há nenhum motivo para pensar que Barcelona não possa organizar uma Olimpíada de primeiro nível”, afirmou.

Além de Barcelona, Salt Lake City (Estados Unidos), Sapporo (Japão), Oslo (Noruega) e Estocolmo (Suécia) também demonstraram interesse em receber os Jogos Olímpicos de Inverno de 2030.
*Bahia Notícias.

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Mundo

Hong Kong registra segunda morte pelo novo coronavírus; vítima foi à China em janeiro


Um homem de 70 anos infectado com o novo coronavírus (Covid-19) morreu hoje (19) em Hong Kong, anunciou a emissora pública RTHK.

De acordo com fonte do hospital Princesa Margarida, o homem era o 55º caso confirmado da doença na região administrativa especial do país.

Responsáveis pelos serviços de saúde tinham indicado anteriormente que o homem tinha problemas de saúde e vivia sozinho em Kwai Chung, na zona dos Novos Territórios, no norte da região.

O homem foi hospitalizado há uma semana, após uma queda sofrida em casa. Ao chegar ao hospital, disse aos médicos ter sentido falta de ar e que tinha tosse desde 2 de fevereiro. No dia 22 de janeiro, o paciente fez uma visita à China.

Quando foi admitido no hospital, as análises deram positivo para o Covid-19. A primeira morte da doença em Hong Kong ocorreu em 4 de fevereiro. A paciente era diabética e tinha estado no mês anterior em Wuhan, cidade chinesa centro do surto do coronavírus.

O novo coronavírus, que apareceu no final de 2019 em Wuhan, capital da província chinesa de Hubei (centro), causou até agora 2.004 mortes na China continental e mais de 74 mil infectados em todo o mundo.

Fora da China, foram registrados dois mortos em Hong Kong, um nas Filipinas, um no Japão, um na França e um em Taiwan.

*Varela Notícias.

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Mundo

Coronavírus: sobe para 1.870 o número de mortes na China


O número de mortos na China pelo novo coronavírus, chegou a 1.870 hoje (18), segundo autoridades de saúde do país. Foram registradas 98 novas mortes desde o último levantamento, entre elas está a do diretor de um hospital em Wuhan, que trabalhou no combate à doença.

O total de casos confirmados na China aumentou para 72.528. Fora do país, as autoridades chinesas afirmam que há 800 casos confirmados.

O maior foco da doença fora da China é o navio Diamond Princess, que está em quarentena no Japão desde o dia 3 de fevereiro e onde há 542 infectados.
*Metro1.

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Mundo

Jackie Chan oferece recompensa em dinheiro a quem encontrar cura para coronavírus


Jackie Chan está oferecendo uma recompensa para quem conseguir uma cura para o coronavírus. A doença gerada pelo vírus já causou 1600 mortes na China. O astro de “A Hora do Rush” primeiro gravou um vídeo de anúncio de serviço público para a TV por satélite de Zhejiang, onde compartilhou que acompanha de perto as notícias sobre a epidemia, antes de proclamar com confiança que Wuhan, a capital onde começou a doença, e a China devem superar esse momento.

Em seguida, o ator de 65 anos usou a rede social Weibo para demonstrar sua comoção com o fato de várias pessoas estarem colaborando (desde doações de máscaras até rituais de animação por meio da música) no combate ao vírus. 
“Estou disposto a fazer qualquer coisa ao meu alcance para ajudar”, declarou Chan. 

E continuou: “Se alguém, seja um indivíduo ou uma instituição, é capaz de produzir uma cura eficaz para o vírus, desejo dar a eles 1 milhão de yuans (cerca de R$ 620 mil) como um sinal de minha gratidão. Espero que todos entendam que não se trata de dinheiro (…) Só não quero ver pessoas sofrendo e morrendo quando deveriam aproveitar a vida”.
*Metro1.

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