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Saúde

Número de suspeitos de coronavírus no Brasil cai para seis


O Brasil tem, atualmente, seis pessoas suspeitas de ter o coronavírus Covid-19. Os dados foram atualizados pelo Ministério da Saúde na tarde de hoje (13). De ontem, quando havia 11 casos suspeitos, para hoje, seis casos foram descartados – três em São Paulo, dois no Rio de Janeiro e um em Minas Gerais – e um foi incluído, no Rio Grande do Sul.

Apesar da queda no número de casos suspeitos, o ministério evita considerar que o Brasil está livre de sofrer um surto. Para o secretário-executivo da pasta, João Gabbardo, a escala de contaminação pode ser lenta e ainda chegar ao país. Além disso, não se descarta a hipótese do constante aumento de casos na China e em outros países ainda trazer consequências para o Brasil.

“O fato de ter passado 14 dias e achar que as pessoas que deveriam ter vindo da China já ficaram mais de 14 dias não significa que, futuramente, não venham pessoas, tanto da China como de outros países, e que possam ser portadores do vírus”, disse Gabbardo. “Porque à medida que o vírus crescer em outros locais, como Alemanha ou Estados Unidos por exemplo, essas pessoas virão para o Brasil e também poderão trazer a doença”.

Em relação aos brasileiros que vieram de Wuhan, cidade considerada o epicentro do vírus, e estão separados cumprindo quarentena em Anápolis, o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Wanderson Oliveira, disse apenas que “estão todos ótimos, super bem, a gente tem mantido contato”.

Gabbardo também esclareceu que o ministério já prevê a aplicação de um protocolo da Organização Mundial de Saúde no qual será dispensada uma investigação detalhada para confirmar coronavírus caso o país chegue a 100 casos confirmados da doença. Apenas os sintomas e determinadas características que aparecerem no raio-x serão suficientes para caracterizar a contaminação. Esse procedimento está sendo adotado em Hubei, província na qual está localizada Wuhan.

Apesar do Brasil ainda não ter nenhum caso confirmado, Oliveira afirmou que o governo trabalha com “todos os cenários”, justificando tal planejamento mesmo para uma hipótese ainda distante da realidade do país.

“Nós estamos trabalhando para todos os cenários possíveis. Inclusive nos piores cenários, ou seja, a gente ter uma circulação mais intensa do vírus, baseado no que a China vem vivendo, ou até mesmo não termos casos. A nossa obrigação é deixar os serviços preparados para atuarem em condições de tranquilidade”.

Ainda não existe nenhum caso de coronavírus confirmado na América do Sul. Até hoje, quando houve o anúncio de uma nova metodologia adotada pela China, 60.364 casos foram contabilizados no mundo. Somente na China são 59.826 casos. O número de mortes chegou a 1.370 e 6.292 pessoas foram curadas. Nesta quinta-feira houve a maior confirmação de casos desde o início do surto.

*BNews.

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Saúde

Itália anuncia segunda morte causada pelo coronavírus e Irã a quinta


Uma mulher da região norte da Lombardia, na Itália, morreu na sexta-feira (21/2) vítima do Covid-19. Com isso, o país registra a segunda morte provocada pelo vírus. O primeiro caso anunciado foi a morte de um homem de 77 anos, perto de Pádua, na região vizinha de Veneto.

Neste sábado (22/2) 30 casos do novo coronavírus, onde a epidemia tem se alastrado no norte, foram confirmados naquela região. As autoridades locais reuniram-se e decidiram adotar medidas de emergência. “A Itália está preparada. Elaboramos um plano porque ficou claro que isso poderia acontecer. Agora é uma questão de implementar o plano preparado”, disse o ministro italiano da Saúde, Roberto Speranza.

Entre as medidas está a recomendação à população para que permaneça em casa o máximo possível e a proibição de todas as atividades públicas, como festas de carnaval, missas na igreja e eventos desportivos durante uma semana.

Já no Irã, o número de casos chegaram a 28,  10 novos casos nas últimas 24 horas.O porta-voz do Ministério da Saúde iraniano revelou na televisão estatal que um desses novos casos morreu. É a quinta morte no país devido ao contágio.

Na Coreia do Sul, o número de infetados com o novo coronavírus praticamente duplicou entre sexta-feira  e este sábado, para um total de 443 pessoas. O principal responsável pelo aumento será um surto no hospital de Cheongdam, no sul do país, região com cerca de 43 mil habitantes fortemente atingida pela epidemia.

Pelo menos 109 pessoas morreram na China durante as últimas 24 horas por conta do Covid-19, o que eleva para 2.345 o número de vítimas mortas pela doença. As autoridades chinesas informaram que surgiram 397 novos casos da doença elevando para 76.288 casos.

Das 109 mortes, 106 ocorreram na província chinesa de Hubei, centro da epidemia, onde foram identificados 366 dos 397 novos casos da doença no país. Fonte: AratuOn

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Saúde

Coreia do Sul registra a primeira morte por coronavírus


A Coreia do Sul registrou hoje (20) a primeira morte provocada por Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus. A informação foi divulgada pela agência de notícias Yonhap News, citando autoridades locais.

A maioria dos casos da Coreia do Sul estão ligados a uma pessoa com o vírus que frequentou igreja e hospitais antes de testar positivo para a doença. Ao todo, a Coreia do Sul tem 104 casos confirmados do novo coronavírus.

De acordo com a agência Reuters, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou ontem (19) que está em contato com a Coreia do Sul para auxiliar nos casos Covid-19, concentrados na cidade central de Daegu. (Metro1)

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Saúde

Coronavírus: Brasil tem 3 casos suspeitos em investigação e 45 casos descartados


O número de casos suspeitos de infecção por coronavírus no Brasil permanece em três. Outros 45 casos foram descartados. Informou o Ministério da Saúde hoje (17). Segundo o balanço mais recente da pasta, divulgado às 16h de hoje, nos três casos os pacientes estiveram na China, mas não foram a Wuhan, epicentro da doença.

Na coletiva, o secretário João Gabbardo disse que o ministério da Saúde recebeu os planos de contingência de todos os estados e do Distrito Federal. “Precisando mais 48 horas para concluir a análise dos 27 planos”, explicou o secretário.

Na última sexta-feira (14), a pasta da saúde informou que não pretende reduzir as ações de combate ao coronavírus até o inverno, quando aumentam os casos de doenças respiratórias, a mobilização continuará, independentemente da redução do número de casos investigados.
*Metro1.

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