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Política

Guedes nega saída de Ministério da Economia: ‘Vou deixar na hora mais grave?’


Em meio a especulações que poderia deixar o Ministério da Economia por conta da crise do novo coronavírus, Paulo Guedes negou que sairia do posto, durante conversa com investidores da XP Investimentos, neste sábado (28). A conferência aconteceu pela internet, já que Guedes cumpre as recomendações de isolamento social de autoridades de saúde.

“Pessoal, conversa fiada total. Presidente tem total confiança no meu trabalho. Eu tenho confiança que o presidente quer consertar essa parte econômica. Nós fomos atingidos por um meteoro, vamos combater o meteoro e no ano seguinte, esse ano ainda, vamos retomar as reformas estruturantes para o país”, disse o ministro. “Não tem esse negócio de sair. Como é que vou deixar o país na hora mais grave?”, garantiu, conforme o portal Metrópoles.

O ministro brincou ainda que o isolamento no Rio de Janeiro é resultado de um “despejo” do hotel em que ele ficava hospedado em Brasília. Segundo Guedes, o presidente Jair Bolsonaro chegou a oferecer a Granja do Torto para que ele se mudasse com a família, porém ele optou pela quarentena em casa.

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Política

Bolsonaro vê complô entre Maia, Doria e Alexandre de Moraes para derrubá-lo do governo


O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anda desconfiado sobre um possível complô que estaria se articulando para derrubá-lo do governo.

Ele afirma estar certo de que o grupo é formado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre Moraes, e pelo governador de São Paulo, João Doria.

Bolsonaro já manifestou a desconfiança a mais de um interlocutor, o que fez com quem a conversa chegasse aos ouvidos de ministros de tribunais superiores.

Uma das estratégias da conspiração apontada por ele seria desgastar seu governo para tentar o impeachment, sob comando de Maia. A outra seria cassá-lo no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), hoje integrado por Moraes.

O ministro do Supremo, que já foi do PSDB, seria aliado de Doria, numa conspiração paulista para derrubar Bolsonaro e facilitar a chegada do governador à Presidência em 2022.

Em meio aos temores, Bolsonaro conversou recentemente com Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, do STF. as informações são da colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.

Bahia.ba

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Política

Bolsonaro diz que Moro foi ‘covarde’ por dificultar sua política de armar a população


O presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) voltou a atacar publicamente o ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, hoje (1º), ao acusá-lo de dificultar a posse e o porte de armas. A falta de alinhamento do ex-juiz da Lava Jato com o governo foi evidenciada com a saída de Moro do Ministério da Justiça. Ele acusa Bolsonaro de interferir no comando da Polícia Federal em diversas vezes, chegando a apresentar como prova em um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) um vídeo de uma reunião ministerial ocorrida no mês passado.

“Para vocês entenderem um pouquinho quem estava do meu lado. Essa IN (instrução normativa) 131 é da Polícia Federal, mas por determinação do Moro. É uma instrução normativa, ignorou decretos meus e ignorou lei para dificultar a posse e porte da arma de fogo para as pessoas de bem”, afirmou Bolsonaro a apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada. A norma citada pelo presidente foi publicada em 2018, antes de Moro assumir a pasta, e trata de procedimentos relativos a registro, posse, porte e comercialização de armas de fogo e munição.

A declaração do presidente ocorreu após ele ser abordado por um apoiador em uma cadeira de rodas que se disse vítima de um assalto. Segundo o relato do homem, ele é comerciante e afirmou que, por estar desarmado, não conseguiu se defender. 

Bolsonaro ainda citou uma outra portaria, que previa prisão para quem descumprisse medidas de distanciamento social contra a covid-19, para atacar o ex-ministro, a quem chamou de covarde. “Assim como essa IN, tem uma portaria que o novo ministro revogou que, apesar de não ter força de lei, orientava a prisão de civis. Por isso que naquela reunião secreta, o Moro, de forma covarde, ficou calado. E ele queria uma portaria ainda, depois, que multasse quem estivesse na rua. Perfeitamente alinhado com outra ideologia que não era nossa”, disse Bolsonaro. (Metro1)

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Brasil

Grupo bolsonarista protesta em frente ao STF com tochas e máscaras


Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro fizeram um ato na noite de ontem (30) com tochas e máscaras em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF).

O ato reuniu cerca de 30 manifestantes, que protestaram contra o ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito que investiga disseminação de fake news e ameaças e ofensas ao Supremo. 

Usuários das redes sociais lembraram que tochas e máscaras são elementos marcantes em atos do grupo supremacista Ku Kux Klan, nos Estados Unidos. Também lembraram do uso de tochas em manifestações dos nazistas, na Alemanha da década de 1930. Fonte: Metro1

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