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Política

Geddel é condenado por improbidade administrativa em caso envolvendo edifício na Barra


O ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB) foi condenado por improbidade administrativa no processo envolvendo o Edifício La Vue, na Ladeira da Barra em Salvador. A decisão foi divulgada nesta terça-feira (31/3), pela Justiça Federal de Brasília. Com a condenação, Geddel está proibido de exercer qualquer função pública por cinco anos, além da obrigação de pagar uma multa de 10 vezes o valor do salário que recebia enquanto ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República.

O trecho do documento afirma que “as provas dos autos dão conta de que, em novembro de 2016, o acusado praticou ato de improbidade administrativa atentatório contra os princípios da administração pública, valendo-se da influência que possuía em razão do cargo que ocupava à época, ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República”. A decisão foi assinada pela juíza Diana Wanderlei, da 5ª Vara Federal Cível do Distrito Federal (SJ/DF).

Desde setembro de 2017, Geddel cumpre pena de 14 anos de prisão pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa, pelo caso do bunker de R$ 51 milhões, encontrado em um apartamento no bairro da Graça. Na última segunda-feira (30/3), teve o pedido de cumprimento de pena domiciliar negada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A defesa do ex-ministro alegava precaução contra a contaminação do novo coronavírus, já que Geddel faz parte do grupo de risco. Fonte: AratuOn

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Política

Bolsonaro vê complô entre Maia, Doria e Alexandre de Moraes para derrubá-lo do governo


O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anda desconfiado sobre um possível complô que estaria se articulando para derrubá-lo do governo.

Ele afirma estar certo de que o grupo é formado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre Moraes, e pelo governador de São Paulo, João Doria.

Bolsonaro já manifestou a desconfiança a mais de um interlocutor, o que fez com quem a conversa chegasse aos ouvidos de ministros de tribunais superiores.

Uma das estratégias da conspiração apontada por ele seria desgastar seu governo para tentar o impeachment, sob comando de Maia. A outra seria cassá-lo no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), hoje integrado por Moraes.

O ministro do Supremo, que já foi do PSDB, seria aliado de Doria, numa conspiração paulista para derrubar Bolsonaro e facilitar a chegada do governador à Presidência em 2022.

Em meio aos temores, Bolsonaro conversou recentemente com Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, do STF. as informações são da colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.

Bahia.ba

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Política

Bolsonaro diz que Moro foi ‘covarde’ por dificultar sua política de armar a população


O presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) voltou a atacar publicamente o ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, hoje (1º), ao acusá-lo de dificultar a posse e o porte de armas. A falta de alinhamento do ex-juiz da Lava Jato com o governo foi evidenciada com a saída de Moro do Ministério da Justiça. Ele acusa Bolsonaro de interferir no comando da Polícia Federal em diversas vezes, chegando a apresentar como prova em um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) um vídeo de uma reunião ministerial ocorrida no mês passado.

“Para vocês entenderem um pouquinho quem estava do meu lado. Essa IN (instrução normativa) 131 é da Polícia Federal, mas por determinação do Moro. É uma instrução normativa, ignorou decretos meus e ignorou lei para dificultar a posse e porte da arma de fogo para as pessoas de bem”, afirmou Bolsonaro a apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada. A norma citada pelo presidente foi publicada em 2018, antes de Moro assumir a pasta, e trata de procedimentos relativos a registro, posse, porte e comercialização de armas de fogo e munição.

A declaração do presidente ocorreu após ele ser abordado por um apoiador em uma cadeira de rodas que se disse vítima de um assalto. Segundo o relato do homem, ele é comerciante e afirmou que, por estar desarmado, não conseguiu se defender. 

Bolsonaro ainda citou uma outra portaria, que previa prisão para quem descumprisse medidas de distanciamento social contra a covid-19, para atacar o ex-ministro, a quem chamou de covarde. “Assim como essa IN, tem uma portaria que o novo ministro revogou que, apesar de não ter força de lei, orientava a prisão de civis. Por isso que naquela reunião secreta, o Moro, de forma covarde, ficou calado. E ele queria uma portaria ainda, depois, que multasse quem estivesse na rua. Perfeitamente alinhado com outra ideologia que não era nossa”, disse Bolsonaro. (Metro1)

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Brasil

Grupo bolsonarista protesta em frente ao STF com tochas e máscaras


Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro fizeram um ato na noite de ontem (30) com tochas e máscaras em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF).

O ato reuniu cerca de 30 manifestantes, que protestaram contra o ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito que investiga disseminação de fake news e ameaças e ofensas ao Supremo. 

Usuários das redes sociais lembraram que tochas e máscaras são elementos marcantes em atos do grupo supremacista Ku Kux Klan, nos Estados Unidos. Também lembraram do uso de tochas em manifestações dos nazistas, na Alemanha da década de 1930. Fonte: Metro1

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