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Brasil

Saiba como acessar o auxílio emergencial de R$ 600 aos MEI e informais


O auxílio emergencial de R$ 600 a trabalhadores informais atingidos pela quarentena do coronavírus foi sancionado nesta quarta-feira (1). A previsão é de que comece a ser pago já na semana que vem, segundo o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (2), por meio dos bancos federais como a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e bancos privados, além das lotéricas e Correios.  O crédito extra, referente ao pagamento desse auxílio, será feito via Medida Provisória que ainda não foi editada pelo governo federal.

Trabalhadores informais, sem emprego fixo, que não estejam recebendo benefício previdenciário ou seguro-desemprego poderão receber o auxílio emergencial. Mais de 30 atividades serão atingidas pelo auxílio, como taxistas, motoristas de aplicativos, catadores de materiais recicláveis e de agricultura familiar, pescadores artesanais, músicos, vendedores ambulantes, cabeleireiros, manicures, entre outros profissionais.

Vale atentar para alguns pontos antes de receber o auxílio. Os trabalhadores intermitentes, que prestam serviço apenas alguns dias na semana, poderão acessar o auxílio desde que tenham uma renda familiar entre meio salário mínimo (R$ 522,50) e três salários (R$ 3.135). Quem teve renda tributável acima de R$ 28.559,70, em 2018, não poderá acessar o benefício.

Beneficiários do Bolsa Família, que já possuem cartão de recebimento do governo, serão os primeiros a acessar o auxílio de R$ 600. Após as três parcelas de recebimento emergencial, os valores voltarão a variar entre R$ 89 e R$ 178, mais bônus por filho.

Em seguida, os trabalhadores informais que estão no Cadastro Único receberão os pagamentos. OS MEI e autônomos, que contribuem para o INSS recebem em seguida e os informais não cadastrados serão os últimos.

Veja os requisitos para o recebimento do auxílio emergencial

  • – Ser maior de 18 anos;
  • – Não ter emprego com carteira assinada (a regra para este grupo é outra e pode ser compreendida aqui);
  • – Não receber benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou outro programa de transferência de renda que não seja o Bolsa Família;
  • – Ter renda familiar mensal por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal de até três salários (R$ 3.135,00);
  • – Não ter recebido rendimentos tributáveis, em 2018, acima de R$ 28.559,70.
  • – Será preciso exercer a atividade profissional como MEI; ser contribuinte individual ou facultativo no regime previdenciário; ser trabalhador informal inscrito no Cadastro Único (CadÚnico);
  • – Mulheres que chefiam a família, as mães solteiras (monoparental), receberão até R$ 1,2 mil. Pais solteiros e mães adolescentes foram incluídos no texto do Senado e ainda precisam de autorização da Câmara;
  • – Às famílias que estejam no Bolsa Família só será permitido duas pessoas acumulem os benefícios: um receberá o pagamento emergencial e o outro o recebimento do programa do governo. Além disso, apenas duas pessoas por família poderão receber o auxílio emergencial.

Como saber se estou no Cadastro Único?

Basta acessar o portal do CadÚnico e preencher as informações pedidas. É possível baixar o aplicativo do CadÚnico ou ligar no número 0800 707 2003, de segunda a sexta-feira, das 07 às 19h, e aos finais de semana e feriados o horário de atendimento será das 10h às 16h.

O auxílio vai durar quanto tempo?

A ideia é que os pagamentos sejam feitos em no máximo três meses, podendo durar enquanto o período de quarentena ainda estiver vigente no País. O Congresso mudou a ideia de pagar três meses e acabar afetando aqueles que tenham problemas com o Cadastro Único, ou não tenham conseguido autodeclaração no sistema do governo. Com isso, serão feitas três parcelas de R$ 600 por mês.

Istoé / Dinheiro

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Brasil

Com recorde, Brasil tem 1.473 novas mortes nas últimas 24h


O Brasil chegou a marca de 34.021 mortes provocadas pela Covid-19 nesta quinta-feira (4). Pelo terceiro dia o Brasil teve um recorde, nas últimas 24 horas houve um aumento de 1.473 mortes em razão da doença, de acordo com o boletim informativo divulgado pelo ministério da saúde.

Em relação ao total de casos, o Brasil atingiu 614.941 casos confirmados da doença em todo o país, com um aumento de 30.925? novos casos nas últimas 24 horas. (BahiaNotícias)

Veja:

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Brasil

Bolsonaro confirma mais duas parcelas do auxílio emergencial


O presidente Jair Bolsonaro afirmou, nesta quinta-feira (4/6), durante live nas redes sociais que já definiu com o ministro Paulo Guedes o pagamento adicional de duas parcelas do auxílio emergencial.

Ontem, o presidente falou que havia possibilidades de estender as parcelas. No entanto, Bolsonaro não informou o valor do benefício, que deverá ser menor do que os R$ 600 já pagos, entre R$ 200 e R$ 300. 
“Vai ter, também acertado com o Paulo Guedes, a quarta e a quinta parcelas do auxílio emergencial. Vai ser menor do que os R$ 600, para ir aí partindo exatamente para um fim. Porque cada vez que nós pagamos esse auxílio emergencial, dá quase R$ 40 bilhões. É mais do que os 13 meses do Bolsa Família. O Estado não aguenta isso aí. O Estado, não, o contribuinte brasileiro não aguenta isso aí”, apontou.

Bolsonaro ainda falou de uma surpresa no Bolsa Família, mas não adiantou o assunto. “Acho que o pessoal do Bolsa Família vai ter uma boa surpresa, não vai demorar, não. São pessoas que necessitam desse auxílio que parece que está um pouquinho baixo isso aí. Então, se Deus quiser, a gente vai ter uma novidade no tocante a isso aí’, concluiu. (correiobraziliense)

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Brasil

Brasil passa a Itália e se torna 3º país com mais vítimas do coronavírus


Veja os dados sobre o coronavírus no Brasil nesta quinta-feira (4), segundo levantamento exclusivo do G1 junto às secretarias estaduais de saúde. Foram registradas 33.884 mortes provocadas pela Covid-19 e 612.862 casos confirmados da doença em todo o país.

Além de passar a marca de 600 mil infectados, o Brasil ultrapassou o número de óbitos da Itália por Covid-19. Nesta quinta, a Itália aparece com 33.689 mortos no balanço global da universidade Johns Hopkins. Somos agora o terceiro país com mais vítimas pela doença, atrás apenas de EUA e Reino Unido.

O balanço do Ministério da Saúde na quarta-feira (3) registrou 1.349 novos óbitos, número recorde de vítimas anotadas em um dia, totalizando 32.548 mortos e 584.016 casos. Assim como na quarta, a pasta anunciou nesta quinta que seu boletim diário nacional só será divulgado às 22h.

No Brasil, o coronavírus já chegou a 72% das cidades brasileiras e já matou em 30% delas. Há um mês, a pandemia tinha alcançado 40% dos municípios, e 13,4% deles tinham confirmado mortes pela Covid-19. Consulte o número de casos e mortes em sua cidade no Mapa do Coronavírus.

Das 20 cidades com maior mortalidade no Brasil, 12 estão no Amazonas e só três fora da Região Norte. No ranking, aparecem cinco capitais, nesta ordem: Belém (3°), Fortaleza (6°), Recife (10°), Manaus (12°) e Rio de Janeiro (16°).

Taxa de ocupação de leitos de UTI

  • Acre – 78,2% em todo o estado em 1º/6
  • Alagoas – 78% em todo o estado 1º/6
  • Amapá – 98,84% em todo o estado em 3/6
  • Amazonas – 71% em todo o estado em 2/6
  • Bahia – 69% em todo o estado em 3/6
  • Ceará – 82,72% em todo o estado em 4/6
  • Distrito Federal – 69,5% na rede privada e 42,24% na rede pública em 29/5
  • Espírito Santo – 82,44% em todo o estado em 2/6
  • Goiás – 46,6% dos leitos de gestão estadual, em todo o estado em 3/6
  • Maranhão –96,25% na Grande São Luís, 80,85% no interior e 85,2% em Imperatriz em 2/6
  • Mato Grosso – 17,9% em todo o estado em 4/6
  • Mato Grosso do Sul – 7% em todo o estado em 4/6
  • Minas Gerais – 71% em todo o estado em 3/6
  • Pará – 79% em todo o estado em 3/6
  • Paraíba – 69% em todo o estado em 3/6
  • Paraná – 45% em todo o estado em 3/6
  • Pernambuco – 98% em todo o estado em 3/6
  • Piauí – 61% em todo o estado em 24/5
  • Rio de Janeiro – 86% em todo o estado em 24/5
  • Rio Grande do Norte – 89% em 3/6
  • Rio Grande do Sul – 73% em todo o estado em 3/6
  • Rondônia – 77,9% em todo o estado em 3/6
  • Santa Catarina – 61,7% do sistema público em todo o estado em 3/6
  • São Paulo – 72,3% em todo o estado em 3/6
  • Sergipe – 56,7% do sistema público em todo o estado em 2/6
  • Tocantins – 60% dos leitos ocupados em 3/6
  • Roraima não divulgou a lotação dos leitos de UTI do estado.

Testes feitos pelos estados

Número de testes de coronavírus feitos pelos estados

EstadoNº de testesData de divulgação
Acre14.9153/6
Alagoas18.0481º/6
Amapá212413/6
Amazonas6.18327/4
Bahia39.94921/5
Ceará137.4344/6
Distrito Federal141.34429/5
Espírito Santo52.7013/6
Goiás12.92529/5
Maranhão66.7173/6
Mato Grosso8.2533/6
Mato Grosso do Sul11.7134/6
Minas Gerais23.4614/6
Pará54.3113/6
Paraíba53.0893/6
Paraná26.06325/5
Pernambuco50.39228/5
Piauí43.1093/6
Rio Grande do Norte25.1303/6
Rio Grande do Sul12.50826/5
Rondônia18.8913/6
Roraima71823/4
Santa Catarina32.0003/6
São Paulo87.46327/5
Sergipe20.7022/6
Tocantins7.09525/5
Total986.365

Fonte: secretarias estaduais de Saúde

Rio de Janeiro não divulgou o número de testes.

Pacientes recuperados

Pacientes recuperados de Covid-19 nos estados

EstadosNº de pacientes recuperadosData de divulgação
Acre3.0123/6
Alagoas7.3393/6
Amapá4.8593/6
Amazonas34.5832/6
Bahia7.8233/6
Ceará39.2634/6
Distrito Federal5.9822/6
Espírito Santo8.7983/6
Goiás73826/5
Maranhão14.0143/6
Mato Grosso9293/6
Mato Grosso do Sul8724/6
Minas Gerais5.6064/6
Pará35.9694/6
Paraíba3.1753/6
Paraná2.0972/6
Pernambuco10.10227/5
Piauí45629/5
Rio de Janeiro41.8382/6
Rio Grande do Norte1.8243/6
Rio Grande do Sul7.8973/6
Rondônia2.6003/6
Roraima1.2304/6
Santa Catarina6.1643/6
São Paulo23.0003/6
Sergipe2.9992/6
Tocantins1.8284/6
Total274.997

Fonte: secretarias estaduais de Saúde

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