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Mundo

Número de mortes por coronavírus cai pelo terceiro dia seguido na Espanha


O número de mortos diários por coronavírus na Espanha caiu hoje (5) pelo terceiro dia consecutivo, com 674 mortes em 24 horas, o que eleva o balanço total para 12.418 pessoas, segundo o Ministério da Saúde do país.

Este é o boletim diário com menor número de óbitos dos últimos dez dias na Espanha,  que é o segundo país com mais mortes no mundo pela Covid-19, depois da Itália. Na quinta (2), foram 950 mortes, número que caiu para 932 no dia seguinte. Ontem (4), a queda foi ainda mais expressiva, com 809 óbitos. 

O primeiro-ministro Pedro Sanchez anunciou ontem novas medidas de isolamento para os espanhóis e prolongou o confinamento por mais três semanas.

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Mundo

Pentágono prevê vacina contra Covid-19 até o fim do ano; “pesquisadores estão aprendendo rápido”


A diretora do Programa de Pesquisa de Doenças Infecciosas das Forças Armadas dos Estados Unidos (EUA), coronel Wendy Sammons-Jackson, disse que é razoável esperar que algum tipo de vacina para o novo coronavírus esteja disponível para parte da população norte-americana até o fim deste ano. 

O secretário de Defesa, Mark Esper, prometeu, em 15 de maio, que as Forças Armadas norte-americanas e outras áreas do governo iriam, em colaboração com o setor privado, produzir uma vacina em escala para tratar a população do país e seus parceiros pelo mundo até o fim do ano. 

Outro pesquisador do Exército, Kayvon Modjarrad, afirmou que os pesquisadores estão aprendendo sobre o novo coronavírus mais rápido do que sobre qualquer outro vírus anteriormente. 

“Então, chegar a uma vacina em questão de meses, do conceito até a fase 3 de testes clínicos e com potencial de licenciamento, não tem precedentes. Mas, neste caso, acredito muito que seja possível”.

Pesquisadores disseram que o trabalho envolve empresas como AstraZeneca, Johnson & Johnson, Moderna e Sanofi para desenvolver medicamentos de anticorpos e vacinas. Os militares planejam testar sua própria vacina em pessoas no fim do verão no Hemisfério Norte. (AgênciaBrasil)

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Mundo

Rússia disponibilizará remédio contra coronavírus na próxima semana


A partir da próxima semana, a Rússia disponibilizará seu primeiro remédio aprovado para o tratamento de pacientes de covid-19. Segundo a agência Reuters, com a medida, o país espera diminuir a pressão sobre o sistema de saúde e acelerar a volta à atividade econômica normal.

Em entrevista à agência, o chefe do Fundo de Investimento Direto da Rússia, Kirill Dmitriev, afirmou que os hospitais podem começar a dar o remédio antiviral, registrado com o nome Avifavir, aos pacientes a partir de 11 de junho. Ele disse que a empresa responsável pelo remédio o fabricará em quantidade suficiente para tratar cerca de 60 mil pessoas por mês.

Ainda não existe vacina para a covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, e os testes de vários remédios antivirais em humanos ainda não comprovaram sua eficiência. O Avifavir, conhecido genericamente como favipiravir, foi desenvolvido inicialmente nos anos 1990 por uma empresa japonesa. Segundo Dmitriev, cientistas russos modificaram o remédio para otimizá-lo. Ele afirmou que Moscou estará pronta para compartilhar os detalhes destas modificações dentro de duas semanas.

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Mundo

Chile ultrapassa 100 mil casos de coronavírus e acumula 1.113 mortos


A propagação do novo coronavírus continua a ter novos recordes no Chile. Foram divulgados ontem (1º) 5.471 novos casos e 59 mortes nas últimas 24 horas, passando dos 100 mil infectados no país, com uma rede de saúde já quase no limite. Entre 1º de maio e 1º de junho, os casos aumentaram mais de 500% e as mortes passaram de 234 para 1.113, um crescimento de 375%.

Segundo o governo chileno, os números saltaram para 105.159 casos e 1.113 mortos desde 3 de março, quando o primeiro caso de coronavírus foi registrado neste país. O Chile conta com 18 milhões de habitantes, segundo o Ministério da Saúde. O ministério também informou que diariamente o país realiza uma média de 16 mil testes de PCR, que consiste na coleta de amostras das narinas dos pacientes e da garganta. O governo chileno aponta Santiago, capital do país, como o epicentro da pandemia. Cerca de sete milhões de habitantes vivem na cidade, que está em quarentena total desde 15 de maio. (Metro1)

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