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Economia

Resgate de auxílio emergencial da conta digital da Caixa, veja como:


Para quem se cadastrou no auxílio emergencial e não informou conta bancária, foi aberta, automaticamente, uma conta-poupança digital Caixa.

Os beneficiários que recebem por esta conta digital precisam obedecer a um calendário para sacar a grana nos caixas eletrônicos e nas lotéricas.

Na segunda parcela, todos os beneficiários receberão pela conta-poupança digital da Caixa e poderão fazer compras no débito e pagar contas. Só depois disso é que os saques e as transferências para outros bancos serão liberados, conforme calendário da Caixa.

Veja como resgatar o benefício

  1. Acesse o aplicativo Caixa Tem. Baixe o app. Para isso, é só acessar a Google Play Store ou a Apple Store e baixar o app CAIXA Tem. Atenção: neste momento o acesso é exclusivo aos beneficiários do Auxílio Emergencial).
  2. Selecione a opção “Saque sem Cartão” – que será habilitada na data marcada para o resgate da grana
  3. Clique em “Entrar”
  4. Escolha a opção “Saque Auxílio Emergencial”
  5. Clique em “Gerar Código para Saque”
  6. Digite a senha de seis dígitos para acesso ao Caixa Tem
  7. Como não há cartão para esta conta digital, será gerado um código autorizador para o saque nos caixas eletrônicos e casas lotéricas. Anote o número. Este código terá validade de duas horas
  8. No caixa eletrônico, digite o código autorizador no campo específico
  9. Na lotérica, informe o número para o atendente

Atenção!

  • É preciso informar o código autorizador emitido pelo aplicativo Caixa Tem para fazer o saque
  • Se o código expirar, é possível gerar um novo, basta pedir ao atendente do banco

Fonte: Agora.folha.UOL.

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Economia

Mais três parcelas do auxílio emergencial podem ser liberadas pelo governo, diz Bolsonaro


O presidente Jair Bolsonaro informou que existe a possibilidade de liberar mais três parcelas do auxílio emergencial. Em conversa com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada, na noite de terça-feira (02), o militar reformado disse que ainda falta definir qual será o valor das novas parcelas. Atualmente, os beneficiários recebem R$ 600 por três meses. O benefício foi criado por causa da pandemia do novo coroanvírus.

“Temos mais uma parcela de R$ 600,00, depois mais duas acertadas com o Paulo Guedes. Falta definir aí o montante. E vamos esperar que até lá os outros governadores entendam o que seja melhor pro seu estado e adotem medidas pra voltar aí o povo a trabalhar”, disse.

Na mesma conversa com apoiadores e antes desta declaração, o presidente afirmou que os valores das próximas parcelas poderiam ser menores, mas não entrou em detalhes.

“Você pode ver, nós gastamos… Nós não, o Brasil já gastou quase R$ 700 mi com a pandemia. Muita coisa foi feita. Esse próprio auxílio emergencial de 600 que tá quase certo a quarta e a quinta parcela, de valores menores um pouco, que tá sendo ajustado pelo Ministério da Economia, ajudou a evitar problemas sociais”, afirmou Bolsonaro. (Varela)

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Economia

Petrobras reajusta em 5% preço do gás de cozinha, a partir desta quinta-feira


A Petrobras informou que vai reajustar em 5% o preço médio do gás liquefeito de petróleo (GLP) vendido pela companhia às distribuidoras a partir desta quinta-feira (4/6). Com isso, o preço médio da Petrobras será equivalente a R$ 24,08 por botijão de 13 quilos (kg). No acumulado do ano, a redução é de 13,4%, ou R$ 3,72 por botijão de gás de cozinha de 13 kg.
 
A Petrobras esclarece que igualou desde novembro de 2019, os preços do gás liquefeito de petróleo para os segmentos residencial e industrial/comercial e que o GLP é vendido pela Petrobras a granel. As distribuidoras são as responsáveis pelo envase em diferentes tipos de botijão e, junto com as revendas, são responsáveis pelos preços ao consumidor final. (AratuOn)

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Economia

Dólar fecha no menor nível em dez semanas e cai para R$ 5,08


Em mais um dia de alívio nos mercados internacionais, o dólar fechou no menor nível em dez semanas. A bolsa de valores ultrapassou os 93 mil pontos e encerrou no nível mais alto em quase três meses.

O dólar comercial encerrou esta quarta-feira, 3, vendido a R$ 5,086, com recuo de R$ 0,124 (-2,38%). A cotação operou em queda durante toda a sessão e fechou no menor nível desde 26 de março (R$ 4,996). Na mínima do dia, por volta das 12h, chegou a atingir R$ 5,02. A divisa acumula alta de 26,74% em 2020.

O euro comercial fechou o dia vendido a R$ 5,722, com recuo de 2,38%. A libra comercial caiu 2,45% e terminou a sessão vendida a R$ 6,369.

O Banco Central (BC) interveio pouco no mercado. A autoridade monetária ofertou até US$ 620 milhões para rolar (renovar) contratos de swap cambial – venda de dólares no mercado futuro – que venceriam em julho.

Bolsa de valores

No mercado de ações, o dia foi marcado pelo otimismo com o exterior. O Ibovespa, índice da B3 (bolsa de valores brasileira), fechou o dia aos 93.002 pontos, com ganho de 2,15%. O índice está no maior nível desde 6 de março, quando tinha fechado próximo aos 98 mil pontos.

O Ibovespa seguiu o mercado norte-americano. O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, fechou a quarta-feira com alta de 2,05%. Apesar do acirramento dos protestos antirracistas nos Estados Unidos, os investidores reagiram à queda de novos casos de covid-19 em regiões norte-americanas e em países europeus e a dados econômicos positivos.

Nos Estados Unidos, o setor privado fechou 2,76 milhões de vagas. O nível veio melhor que a extinção de 9 milhões de postos esperada pelos analistas. O setor de serviços da China cresceu pela primeira vez desde janeiro e teve, em maio, o melhor desempenho mensal desde o fim de 2010. Na Europa, a contração das empresas diminuiu em maio, indicando início de recuperação.

Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. Nos últimos dias, os investimentos têm oscilado entre possíveis ganhos com o relaxamento de restrições em vários países da Europa e em regiões dos Estados Unidos e contratempos no combate à doença.

No Brasil, a emissão em títulos da dívida externa pelo Tesouro, anunciada hoje pela manhã, indicou que ainda há demanda por ativos brasileiros no exterior. (AgênciaBrasil)

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