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Mundo

EUA anunciam proibição de entrada de viajantes do Brasil


Os Estados Unidos anunciaram neste domingo (24) que irão barrar a entrada de pessoas vindas do Brasil por causa da pandemia de coronavírus, através de um decreto assinado pelo presidente Donald Trump.

Trump já havia cogitado tomar a medida há alguns dias, devido ao aumento do número de casos no Brasil, que ocupa o segundo lugar entre os países com mais pessoas contaminadas, atrás justamente dos EUA.

“Estamos considerando isso”, disse Trump a repórteres na Casa Branca, em 19 de maio. “Não quero que as pessoas venham aqui e infectem o nosso povo”, afirmou.

“Hoje o presidente tomou a ação decisiva para proteger nosso país, ao suspender a entrada de estrangeiros que estiveram no país durante um período de 14 dias antes de buscar a admissão nos Estados Unidos”, diz um comunicado da secretária de imprensa da Casa Branca, Kayleigh McEnany.

“A ação de hoje irá garantir que estrangeiros que estiveram no Brasil não se tornem uma fonte adicional de infecções em nosso país. Essas novas restrições não se aplicam aos voos comerciais entre os EUA e o Brasil”, acrescenta a nota.

A restrição não será aplicada a pessoas que residam nos Estados Unidos ou sejam casadas com um cidadão americano ou que tenha residência permanente no país, ou seja filho ou irmão destes, desde que tenha menos de 21 anos.

Membros de tripulações de companhias aéreas ou pessoas que ingressem no país a convite do governo dos EUA também estão isentas da proibição.

Fonte:G1.

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Mundo

Disney World reabre as portas em plena expansão da Covid-19 na Flórida


Dois parques de entretenimento do complexo Disney World reabriram neste sábado, 11, em Orlando depois de quatro meses fechados, em um momento em que a pandemia acelera na Flórida, com o registro diário de milhares de novos casos do novo coronavírus.

Pela manhã, antes da abertura do Magic Kingdom, que recebeu o público junto com o Animal Kingdom, centenas de pessoas fizeram filas junto dos acessos.

EPCOT Center e Hollywood Studios voltarão a receber visitantes a partir de quarta-feira no complexo que ocupa uma área de quase 103 km2, praticamente o dobro da superfície da ilha de Manhattan.

Todos os presentes neste sábado tinham reservado suas entradas, um requisito da Disney para controlar a quantidade de pessoas no parque, levando em conta o distanciamento social. Os acessos para julho já esgotaram.

A gigante do entretenimento estabeleceu um protocolo adaptado aos riscos de propagação do coronavírus, que inclui medição de temperatura no acesso, uso obrigatório de máscaras, dispositivos com álcool em gel e distância de dois metros em cada atração do parque ou dentro das lojas.

A Disney lançou uma campanha preventiva com os personagens do filme “Os Incríveis” e suspendeu, até segunda ordem, os famosos desfiles em que crianças e adultos encontram os personagens de suas produções cinematográficas, assim como o show noturno de fogos de artifício.

Nas redes sociais, muitos criticaram a decisão de reabrir o parque enquanto a Flórida experimenta uma expansão da pandemia.

O estado do sudeste dos Estados Unidos registrou 10.383 novos casos nas últimas 24 horas, não muito longe do pico alcançado em 4 de julho (11.458) e somou 95 mortes.

O governador da Flórida, o republicano Ron DeSantis, decidiu iniciar a saída do confinamento em 4 de maio, antes da maioria dos estados do país.

Na quinta-feira, o diretor do Instituto Americano de Doenças Infecciosas, Anthony Fauci, disse que a Flórida tinha saído da contenção antes que os indicadores de saúde pública permitissem dar o sinal verde.

DeSantis questionou este diagnóstico e disse que sua decisão era justificada pelos números de infecções na época.

No fim de junho, o governador voltou atrás e determinou o fechamento dos bares no estado, em uma tentativa de limitar a propagação do vírus, mas as cifras de contágio continuaram aumentando. (Uol)

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Mundo

Enchentes no Japão deixam dezenas de mortos e desaparecidos


Pelo menos 34 pessoas morreram e outras 14 estão desaparecidas no Japão devido às inundações e deslizamentos de terra provocados pelas chuvas torrenciais no Oeste do país. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo, tendo como fonte o comunicado de autoridades hoje (5).

O governo da região de Kumamoto, localizada na ilha de Kyushu, Sudoeste do país, confirmou 18 mortos, enquanto outros 16 estão em “parada cardiorrespiratória”, termo utilizado no Japão para anunciar a morte de uma pessoa antes que seja oficialmente confirmada pelos médicos.

Uma dezena de pessoas está desaparecida devido a esses desastres que levaram as autoridades a dar a ordem de evacuação para mais de 200 mil pessoas. As chuvas haviam diminuído hoje em Kumamoto mas muitos habitantes da região continuam isolados pelos danos provocados pelas chuvas torrenciais. (Metro1)

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Mundo

Teste de vacina de covid-19 funciona e Pfizer pode produzir 1 bilhão de doses


A vacina experimental contra o novo coronavírus produzida pela gigante farmacêutica Pfizer em parceria com a empresa de biotecnologia BioNTech teve bons resultados em testes com humanos. Segundo a revista Exame, a novidade foi divulgada no site Medrxiv, principal distribuidor de descobertas científicas que ainda não foram revisadas por pares. Os resultados ainda não foram publicados em um jornal científico.

Segundo a publicação, a vacina foi aplicada em 45 voluntários. Ela estimulou a resposta imune dos pacientes saudáveis, mas também causou efeitos colaterais, como febre, em doses mais altas. O imunobiológico foi capaz de gerar anticorpos contra a covid-19 e alguns deles neutralizaram o vírus, o que pode significar que é capaz de parar o funcionamento dele.

Ainda não se sabe, porém, se esse nível mais alto de anticorpos é realmente capaz de gerar imunidade à doença. A Pfizer irá conduzir novos estudos em breve para provar que quem tomou a vacina é 50% menos vulnerável ao vírus.

As próximas fases do teste também serão focadas nos Estados Unidos. Caso tudo corra bem, a expectativa da companhia é produzir até 100 milhões de doses da vacina até o final deste ano e mais 1,2 bilhão até o final de 2021.

O resultado positivo dos testes fez com que as ações da Pfizer subissem mais de 4% na bolsa americana. (Metro1)

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