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Brasil

Secretário da Economia diz que auxílio emergencial é caro, mas deve ser prorrogado com ‘outro perfil’


O Secretário Especial de Fazenda, Waldery Rodrigues Júnior, disse nesta quinta-feira (28) que o auxílio emergencial é um programa caro, mas que deve deve ser prorrogado com “outro perfil”. O benefício de R$ 600 começou a ser pago pelo governo em meio à pandemia do novo coronavirus.

O benefício foi criado por meio da aprovação de uma lei no Congresso. Tem direito a receber três parcelas de R$ 600 os trabalhadores autônomos, informais e famílias mais impactadas economicamente pela pandemia.

Segundo o secretário, os três meses de repasses já previstos na lei custarão, em média, R$ 51,5 bilhões por mês. O total estimado é de aproximadamente R$ 152 bilhões, de acordo com Waldery.

A terceira e última parte da ajuda deve ser paga em junho e, por isso, conversas sobre a prorrogação do benefício já circulam no governo. Líderes partidários na Câmara dos Deputados articulam a votação de uma proposta para ampliar o prazo e manter o valor do auxílio emergencial de R$ 600.

O presidente Jair Bolsonaro, no entanto, já disse ser a favor de reduzir este valor. Ele afirmou na sexta-feira (22) que haverá a quarta e “talvez” a quinta parcelas do auxílio emergencial, “mas não de R$ 600”.

Embora não tenha citado valores, Waldery disse que o programa é caro e, se prorrogado, terá um outro formato.

“O auxílio emergencial será prorrogado? Muito provavelmente sim, mas com outro perfil, com outro formato. É um programa valiosíssimo, de alta efetividade, mas também é um programa caro”, declarou.

Waldery argumentou que o custo do programa é muito alto e que não cabe “uma extensão muito prolongada” nas contas públicas. De acordo com o secretário, o Bolsa Família será usado como referência na criação de um auxílio mais efetivo.

Congresso

A discussão sobre a prorrogação do benefício de R$ 600 pode representar um novo embate com o Executivo, que tem feito gestos para atrair partidos do Centrão e formar uma base no Congresso. Essa aliança tem se dado, por exemplo, com o governo acatando indicações para cargos de chefia em ministérios.

Nos bastidores, a avaliação é que a discussão sobre o auxílio poderá servir como um termômetro da sintonia das legendas do Centrão com o Palácio do Planalto.

Inicialmente, quando o programa foi anunciado, a equipe econômica queria que a ajuda paga fosse de R$ 200. Pressionado por uma iminente derrota no plenário da Câmara, que já havia elevado o valor para R$ 500, o governo reassumiu a pauta e anunciou o valor de R$ 600.

Pelo menos dez projetos de lei sobre o tema já foram protocolados na Câmara. Alguns ampliam o prazo de pagamento por mais três meses e outros propõem estender as parcelas até o fim deste ano. Fonte: G1

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Brasil

Com suspeita de Covid-19, Bolsonaro faz novo teste e já toma hidroxicloroquina


O presidente Jair Bolsonaro está com suspeita de Covid-19. Com febre de 38°C, o presidente vem sentido mal-estar desde sábado e foi ao Hospital das Forças Armadas (HFA) na noite desta segunda-feira para fazer uma ressonância do pulmão. Ao retornar ao Palácio da Alvorada, ele fez um teste para saber se está com coronavírus. Mesmo sem saber o diagnóstico, o presidente já começou a tomar hidroxicloroquina com azitromicina. Não há comprovação científica da eficácia do uso destes medicamentos. O resultado do exame deve ficar pronto nesta terça-feira.

Ele falou rapidamente com apoiadores sobre o tema ao voltar ao Palácio da Alvorada e afirmou que “o pulmão está limpo”. Bolsonaro também disse que vai fazer outro teste para saber se contraiu a Covid-19.

— Eu vim do hospital agora, que eu fiz uma chapa de pulmão, tá limpo o pulmão, tá certo? Vou fazer um exame de Covid agora a pouco, mas tá tudo bem… — afirmou Bolsonaro, na chegada ao Palácio da Alvorada, por volta das 18h30.

A Secretaria Especial de Comunicação Social divulgou uma nota afirmando que o presidente fez o teste e que o resultado sairá nesta terça-feira. “O presidente apresenta, nesse momento, bom estado de saúde e está em sua residência”, conclui a nota.

O GLOBO apurou que ele começou a reclamar de cansaço no sábado à noite após voltar de Santa Catarina. No domingo, o presidente continuou se queixando de mal-estar. Sem perceber melhora e com a febre, o presidente decidiu ir até ao HFA. O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, que viajou com Bolsonaro para Santa Catarina, fez um teste de Covid-19 nesta segunda. De acordo com sua assessoria, ele só retomará a agenda após o resultado do exame.

Aos aliados, Bolsonaro brincou estar se sentindo “meio brocha” e decidiu buscar uma ajuda clínica no hospital. A informação é de que a saturação de oxigênio dos pulmões do presidente está em 96%, o que é considerado aceitável. O médico cardiologista da Presidência, Ricardo Camarinha, foi avisado assim que o presidente começou a perceber os sintomas.

Segundo fontes ouvidas pelo GLOBO, o presidente cancelou pelo menos três agendas oficiais que teria ao longo desta semana. A primeira, que seria a reunião do conselho ministerial, prevista para terça-feira, está suspensa. Bolsonaro também cancelou um café da manhã com a bancada de parlamentares de Goiás que estava agendado para quarta-feira e também uma viagem à Bahia, programada anteriormente para sexta-feira.

No fim da tarde, ele não participou de uma cerimônia no Salão Nobre do Palácio do Planalto, que contou com a presença da primeira-dama Michelle Bolsonaro e de vários ministros. O presidente deixou o local durante a solenidade, por volta das 17h40. Até o momento, a Presidência não informou para onde ele foi antes de chegar ao Alvorada.

Internada desde a última quarta-feira, a avó da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, foi entubada no domingo (05), de acordo com informações do G1.  Maria Aparecida Firmo Ferreira, de 80 anos, está internada no Hospital Regional de Santa Maria.

O presidente Jair Bolsonaro já fez três testes de Covid-19 em março. O resultado foi negativo. Ele se negou a divulgar os exames, que só vieram a público em um processo judicial que terminou no Supremo Tribunal Federal. Foram utilizados nomes fictícios para ocultar que os exames eram do presidente.

Fonte: OGlobo.

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Brasil

Presidente Jair Bolsonaro é confirmado com coronavírus, diz rádio


O presidente Jair Bolsonaro foi confirmado com coronavírus.  A informação é do jornalista Claudio Humberto ao programa Repórter Bandeirantes, da Rádio BandNews.

Segundo ele, o presidente da República apresenta sintoma, conforme também revelou o canal CNN Brasil. 

Mais cedo na chegada no Palácio da Alvorada, Bolsonaro disse que não poderia se aproximar dos apoiadores por conta dos sintomas.

Amanhã será apresentada a contraprova do teste de covid-19 de Jair Bolsonaro. (Metro1)

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Brasil

Covid-19: Brasil tem 620 mortes nas últimas 24 horas; total vai a 65,4 mil mortes


O Brasil chegou a 65.487 mortes em decorrência da covid-19. Foram registradas mais 620 mortes nas últimas 24 horas, conforme atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta segunda-feira (6). Ontem (5), o balanço informava a ocorrência de 64.867 mortes em função da pandemia. 

Pelas estatísticas do Ministério da Saúde, foram identificados mais 20.229 casos da doença. Com isso, o número total de pessoas infectadas chegou a 1.623.284. Ontem, o painel do Ministério da Saúde mostrava 1.603.555 casos confirmados.Do total de infectados até o momento, 927.292 já se recuperaram e 630.505 mil pacientes ainda estão em acompanhamento.

Os números diários do balanço do Ministério da Saúde em geral são menores aos domingos e segundas-feiras pelas restrições nas equipes que fazem contagem de dados nas secretarias municipais e estaduais, e maiores às terças-feiras, quando há aumento de registros em razão do acúmulo do que não foi encaminhado no fim de semana.

Regiões

A região com maior número de mortes por covid-19 é o Sudeste, com 29.900. O Nordeste registra 21.235 óbitos; o Norte, 10.039; o Centro-Oeste, 2.328; e o Sul, 1.985.

Os estados com mais mortes em função da pandemia são São Paulo (16.134), Rio de Janeiro (10.698), Ceará (6.481), Pará (5.105) e Pernambuco (5.163). As unidades da Federação com menos óbitos são Mato Grosso do Sul (122), Tocantins (224), Roraima (371), Acre (394) e Santa Catarina (406). (AgênciaBrasil)

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